Críticas

Tudo que o Céu Permite (1955)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Se hoje em dia ainda é possível debater e questionar o assunto desse filme imagino o que deve ter sido nos anos 50? Uma época bastante complicada, não que hoje não estejamos vivendo uma onda reacionária fortíssima, infelizmente. Enfim, dentro de uma narrativa sutil e com classe, Sirk consegue trazer um questionamento pertinente sem impor nada assim tão explicito, interessante que se faça isso, pois o espectador que teria resistência a narrativas criticas será pego e surpresa. Bom, só não foi 5 estrelas porque cai numa cafonice ali em sua conclusão, mas em geral, um belíssimo clássico.
Feitiço da Lua (1987)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Cher está linda e Cage está hilário mas sinceramente achei toda aquela bobajada italiana meio meh, tinha que ter mais sustância pra valer 102 minutos de filme.
A Praia (2000)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Quando penso em filmes que envelheceram bem pra caramba A praia ta no meio. Pense bem, anos 2000, o tanto de coisa que achávamos foda, mas que decepcionam na revisita... a lista é vasta. Tenho pra mim que Boyle fez ótimas observações sobre a humanidade em seus filmes nessa época. Assim como Extermínio e Sunshine os filmes não são exatamente o que propõe, apesar de ser, é claro, mas tem mais coisa aí, uma espécie de elemento surpresa "a cretinice humana" e isso é uma delicia de ver, criticar e se pegar imaginando o desenrolar de tais dilemas, ainda mais quando presentes assim filmes assim fora de nicho.
Jumper (2008)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
A carinha e tudo mais dos blockbuster dos anos 2000, elenco, estilo, tudo, aquele típico filme de ação que não é terrível, passa o tempo até, mas ser marcante é outra história.
Faça Ela Voltar (2025)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Um dos grandes de terror do ano. O cinema também ganha quando uma trama já muito explorada surpreende em qualquer aspecto que seja, aqui foram os efeitos práticos, entrega gradual da narrativa, atuações, inclusive das crianças, mas todos bem azeitadinhos. No mais, a mente humana é um negócio muito maluco, não?
Nas Terras Perdidas (2025)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Aquele amontoado de clichês que de certa forma até diverte, um pouco.
O Conformista (1970)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Realmente, a estética desse filme é muito absurda, a gente fica embasbacado em quase toda sequencia, mas apesar de conter um trato fino com o tema faltou alguma coisa ali, vai perdendo força aos poucos.
Apocalipse nos Trópicos (2024)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Não consigo conceber a ideia que algumas pessoas tem de bem nesse tal de Malafaia, tudo de mais condenável exala dele, a começar por toda arrogância e prepotência em sua fala, e isso não é nem a ponta da unha de todo esse mau.
Edifício Master (2002)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
É de se ficar tão a vontade que eu teria medo de conversar com Coutinho.
Highlander: O Guerreiro Imortal (1986)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Deixei pessoas espantadas de saber que de Highlander só conhecia o nome. Canastrissimo, vai, mas gostoso de ver, imagina quem viu na adolescência?
Bully: Juventude Violenta (2001)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Toda vez que me deparo com algo do Renfro é pra marcar. Bom, claro, imaginei que esse fosse barra pesada só pelo diretor, mas toda a condução das atuações, a ingenuidade (se é que da pra chamar assim) e a falta de noção do real dos personagens é tremendamente assustadora. Um caso extremamente chocante e absurdo, saber que é real e ainda ta rolando é o que piora tudo.
Marcados: A História do Racismo nos EUA (2023)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Naquele formatinho irritante da netflix, mas extremamente necessário, aula mesmo. As leituras dos poemas foram de arrepiar.
Arca Russa (2002)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
É como estar lá em todos os momentos da história ao mesmo tempo.
Vozes da Escuridão (2016)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Gostei muito mais do que fosse pensar. Sou dada a questões do ocultismo e ver o ritual de abramelin ser efetuado passo a passo como narram os livros é bem interessante. A intenção não é mesmo a de ser um terror convencional e sim de avaliar a cerne humana e suas transformações. Geralmente esses rituais demandam tanto, ou pelo menos parece demandar, que podem beirar a insanidade.
A Vida aos Pedaços (2012)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Me apeguei desde os primeiros minutos, Skunk é uma personagem muito empática, não tem como não se afeiçoar. Toda a situação que a envolve, aquela vizinhança toda retratada como uma bomba relógio, sem saber o que vai explodir, tudo é um risco em potencial, como a vida mesmo o é. A dica pra apreciar esse é vem sem saber de trailer, sinopse, nada, deixar rolar.
Amores Materialistas (2025)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Ai, desacreditei que era mesmo a Celine Song. Amores materialistas não é ruim, é bom até, mas é diferente. Carrega temas por demais atuais e interessantes, pra debater e aprofundar, mas tenta carregar tanto assunto com uma leveza que não condiz muito, é muita pauta entrelaçada que acaba sobrecarregando. Não tenho nada contra o Chris Evans, ele não é um péssimo ator também, mas aqui não me convenceu nadinha, seu personagem não combina, não clica, sei lá.
Ponto Final: Match Point (2005)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Irei defender com unhas e dentes o meu tedioso trabalho de escritório, aquele que me faz imensamente infeliz.
Until Dawn: Noite de Terror (2025)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Terror pratico pra não se apegar a premissa e curtir a criatividade de quantas tantas maneiras e possibilidades se pode morrer.
Sovereign (2025)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Poxa, quase um filmão. Fiquei intrigadíssima por toda esse papo de cidadão soberano, cada vez mais ouvimos falar de pessoas que criam tais teorias e juram de pés juntos serem capazes de se sustentar com elas. O papel caiu como uma uma luva para Nick Offerman, que é extremamente convincente, mas infelizmente pra lá do meio Sovereign toma um rumo um tanto quanto diferente.
Ritas (2025)
LLee Rosal11 de outubro de 2025
Um amor de documentário, pois o tempero está nesses relatos dos últimos anos de vida, nos vídeos de seu jardim, seus bichos, seu cantinho, e o melhor, a própria conclusão de sua trajetória. Que vida maravilhosa teve Rita Lee, e que sorte a nossa de tê-la por perto. Obs: bota uns funk proibidão aí (eu já botava logo haha)