Críticas

Extermínio: A Evolução (2025)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Revoltada com quem achou esse filme ruim, me perdoem, mas esse filme foi belíssimo. Amo essa franquia porque não é só terror e zumbi que ela entrega, são as relações humanas, a nossa evolução e extinção e como lidamos isso, o trato com a natureza, a maneira como é colocado à prova tudo o que conhecemos e o queremos tanto preservar. aos que torceram o nariz com o final, achei tão Boyle & Garland quanto pode ser. Simplesmente Teletubbies (!)

Narciso Negro (1947)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Se enredo com freiras e padres em seu habitat natural já são interessantíssimos, imagine os que os mesmos então longe da zona de conforto? Narciso negro é um imenso clássico por diversos motivos e o deslocamento definitivamente é um deles. Abordar o assunto da maneira como foi feito na época não deve ter sido tarefa fácil. Inesperado aqui é o crescendo da situação, se em determinado momento estamos confiantes em sua condução e que o andar da carruagem não pode ser tão grave assim, é justamente nesse momento que presenciamos uma virada de chave de deixar até espectador experiente flutuando na cadeira, incrédulo, embasbacado.

Ventos da Liberdade (2006)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Imensamente suspeita pra falar do Loach, acompanhar sua filmografia é como obter pequenas aulas em formato de cinema. Pode-se partir de um filme dele para estudar determinado assunto, por exemplo, ou o filme em si serve muito bem como material complementar. Pelo pouco que sei sobre o assunto Ventos de liberdade faz um bom papel em retratar a luta do povo irlandês, homens e mulheres comuns, civis que são obrigados a deixar a vida de lado para lutar pela sobrevivência, nada de novo sob o sol, hã? Dito isso é uma pena que esse aqui anda difícil de encontrar, não há mídia e nem disposição em qualquer streaming.

Dredd (2012)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025A boca do Karl Urban é reconhecível em qualquer lugar e isso é muito engraçado, alias, ele combinou muito com o personagem, foi definitivamente uma ótima escolha. O filme em si é divertidíssimo e faz jus ao universo com tudo o que tem direito, é violento e divertido e a trilha sonora é deleite para quem manja.

Frida (2002)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Uma biografia vestida de homenagem, retratada de forma lúdica com montagem tão viva e colorida que permite sonhar, me surpreendeu positivamente. Por anos evitei esse filme com medo de ser um horror e não é, mas se fosse em espanhol ganharia ainda mais mérito.

O Morro dos Ventos Uivantes (2009)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Desconheço adaptação decente de O Morro dos ventos uivantes, após a leitura resolvi encarar as adaptações que estavam a mão, isso já tem anos e cada tentativa é uma sensação nova de decepção, a impressão que fica é que jamais capturaram a essência da história e cada adaptação se apega a velhos clichês. Não vou negar que vi esse pelo elenco, e confesso que até me diverti, exceto pela peruca mal colocada do Tom Hardy que toda hora disputava minha atenção. No mais achei bonitinho que ele conheceu a esposa nessa minissérie.

Uma Batalha Após a Outra (2025)
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Mago Magerin11 de outubro de 2025
Mago Magerin11 de outubro de 2025Definitivamente foi uma batalha atrás da outra, eles não mentiram.

E o Vento Levou (1939)
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Glaucia sousa10 de outubro de 2025
Glaucia sousa10 de outubro de 2025Filme emocionante que marcou minha infância. Gostei muito da atuação da Vivien Leigh e do Clark Gable. Já vi varias vezes.

O Dólar Furado (1965)
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Nolan R10 de outubro de 2025
Nolan R10 de outubro de 2025O filme é um dos clássicos do faroeste italiano. Uma ótima trilha sonora e uma fotografia marcante. Marcou minha infância e me traz um certo saudosismo de uma época em as coisas simples tinham seu valor. O cinema e seus grandes clássicos não precisavam ser produções Marvel para serem ótimos. O Dólar furado é um filme com um roteiro simples, porém inovador para o estilo em sua época! Recentemente, ganhei um DVD do filme de presente da minha filha e fiquei muito feliz e emocionado!

Sobre Tornar-se uma Galinha d'Angola (2024)
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Rachel Dalfior10 de outubro de 2025
Rachel Dalfior10 de outubro de 2025O primeiro filme que assisti no Festival do Rio 2025 foi On Becoming a Guinea Fowl (Sobre tornar-se uma Galinha d’Angola) e, mesmo depois de tantos outros, ele continua sendo o meu preferido. Há algo profundamente hipnótico e desconcertante nessa história que, sem revelar nada do enredo, nos convida a mergulhar em um retrato íntimo da cultura zambiana, onde os laços familiares são tão fortes quanto complexos.
Na Zâmbia, como o filme mostra com delicadeza e densidade, os assuntos da família permanecem na família, sejam eles segredos, feridas ou responsabilidades. As mulheres, pilares silenciosos dessa estrutura, sustentam o lar, os rituais e a continuidade, mas também, paradoxalmente, ajudam a proteger o próprio patriarcado que as limita. Essa contradição é o coração pulsante da narrativa: a força feminina que, ao mesmo tempo que preserva, perpetua.
Os funerais, longos e com toda família presente, se tornam o grande palco onde tudo se desenrola. Dias de convivência intensa, de lembranças e tensões partilhadas, revelam o quanto a morte pode ser não apenas o encerramento de uma vida, mas o catalisador de conflitos antigos, de “heranças” familiares e de reparações silenciosas. Na ausência de instituições ou mediações externas, é a própria família que decide, julga e repara (ou tenta).
Assistir On Becoming a Guinea Fowl é se aproximar de uma cultura muito distinta da nossa, mas paradoxalmente familiar em suas dores e dinâmicas. A forma como o filme aborda o peso do gênero, as expectativas sociais e a cumplicidade involuntária das mulheres dentro de sistemas opressivos nos lembra que ser mulher é difícil em qualquer parte do mundo, independentemente da cultura, da geografia ou da língua.
É um filme que fala da Zâmbia, mas também do Brasil, da América Latina, e de qualquer lugar onde o silêncio ainda serve como forma de sobrevivência. Um retrato sensível, político e profundamente humano, desses que permanecem ecoando muito depois que as luzes da sala se acendem.
Na Zâmbia, como o filme mostra com delicadeza e densidade, os assuntos da família permanecem na família, sejam eles segredos, feridas ou responsabilidades. As mulheres, pilares silenciosos dessa estrutura, sustentam o lar, os rituais e a continuidade, mas também, paradoxalmente, ajudam a proteger o próprio patriarcado que as limita. Essa contradição é o coração pulsante da narrativa: a força feminina que, ao mesmo tempo que preserva, perpetua.
Os funerais, longos e com toda família presente, se tornam o grande palco onde tudo se desenrola. Dias de convivência intensa, de lembranças e tensões partilhadas, revelam o quanto a morte pode ser não apenas o encerramento de uma vida, mas o catalisador de conflitos antigos, de “heranças” familiares e de reparações silenciosas. Na ausência de instituições ou mediações externas, é a própria família que decide, julga e repara (ou tenta).
Assistir On Becoming a Guinea Fowl é se aproximar de uma cultura muito distinta da nossa, mas paradoxalmente familiar em suas dores e dinâmicas. A forma como o filme aborda o peso do gênero, as expectativas sociais e a cumplicidade involuntária das mulheres dentro de sistemas opressivos nos lembra que ser mulher é difícil em qualquer parte do mundo, independentemente da cultura, da geografia ou da língua.
É um filme que fala da Zâmbia, mas também do Brasil, da América Latina, e de qualquer lugar onde o silêncio ainda serve como forma de sobrevivência. Um retrato sensível, político e profundamente humano, desses que permanecem ecoando muito depois que as luzes da sala se acendem.

Jane B. por Agnès V. (1988)
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Nathália Margalho10 de outubro de 2025
Nathália Margalho10 de outubro de 2025Muito interessante como a Varda mescla referências da pintura, sequências encenadas e depoimentos da Jane para construir uma espécie de biografia dela. As conversas entre as duas são sensacionais, assim como as intervenções da câmera e o uso de espelhos.
“Olho para você, mas não para a câmera. E se for uma armadilha?” “[…] No cinema, são 24 imagens por segundo ou por hora. Basta seguir as regras do jogo e olhar para a câmera o máximo possível, bem no meio. Senão, não estará olhando para mim.”
“Olho para você, mas não para a câmera. E se for uma armadilha?” “[…] No cinema, são 24 imagens por segundo ou por hora. Basta seguir as regras do jogo e olhar para a câmera o máximo possível, bem no meio. Senão, não estará olhando para mim.”

Uma Batalha Após a Outra (2025)
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Larissa Olm9 de outubro de 2025
Larissa Olm9 de outubro de 2025Gostei do equilíbrio de humor, ironia, amor, militância e todas as contradições que o filme traz. Não sou fã de filmes de ação, mas nesse caso ele a ação está a serviço de um roteiro e uma história profunda. O jeito quase caricato de retratar a realidade, mas ainda assim de forma realista, realmente me envolveu.
Pra além da história, o estilo do diretor de contar história pela forma de filmar uma cena: a câmera conta a história pra além dos diálogos e das imagens; ela acompanha e fecha ciclos de comunicação verbal através da imagem. Brilhante! Eu amei :)
Pra além da história, o estilo do diretor de contar história pela forma de filmar uma cena: a câmera conta a história pra além dos diálogos e das imagens; ela acompanha e fecha ciclos de comunicação verbal através da imagem. Brilhante! Eu amei :)

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (2025)
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Henry Silver9 de outubro de 2025
Henry Silver9 de outubro de 2025Meh. O design é da hora, mas tô cansado de tramas sem sal em filmes assim. Ainda prefiro a marvel zoeira com o quarteto de 2005.

Vale Tudo (2025)
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Aisha Dryelle Ferreira da Silva8 de outubro de 2025
Aisha Dryelle Ferreira da Silva8 de outubro de 2025Contém spoilers
AkakakakakakKAKAKAKAKAKDHDUXBDKFOIWHABDJDJDJSJSJDJJDJDJDJDJDJDJDJDJDJDJDJDJDJDJDJKKKJSJSJXUCNDNDJDNDNDJDJDJDNDJDJDJJDJDJDJDJDJDJDNXBDNDNDNDJDNDNJDJDJDNDNDNXNDNDJDNDNDNDNDJSJJDJDJDJDJDJDJDJDJDJDJJDJSKSKDJDJDJDJJDJDJDJDJSJSJDJJDJDJSJDJDJDJDJDJDJ Blablablá blablablá ajeitando-nos diziam jdjdjddd

Amor Sem Escalas (2009)
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Jonatan Maico da Silva6 de outubro de 2025
Jonatan Maico da Silva6 de outubro de 2025Primeira experiência, estou vendo ainda

A Iniciação (1986)
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Chow khamseng Mannow5 de outubro de 2025
Chow khamseng Mannow5 de outubro de 2025Nice at all,I think the movie is base in real dictator Time story ,where the woman are easily make a lunch, dinner or breakfast for royal family






