Amor Sem Escalas

Amor Sem Escalas (2009)★ 7.4/10

Up in the Air

R · US · 109 min · 5 de setembro de 2009

  • Comédia
  • Drama
  • Romance

Direção: Jason Reitman

Roteiro: Walter Kirn, Jason Reitman, Sheldon Turner

Ryan Bingham gosta de viajar pelo país demitindo pessoas, mas vê seu estilo de vida ameaçado pela presença de um possível interesse amoroso e de um novo funcionário que introduz um novo modelo de negócios.

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Prêmios · 2 prêmios, 16 indicações

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Críticas

JJonatan Maico da Silva6 de outubro de 2025
Primeira experiência, estou vendo ainda
WWen.dell19 de junho de 2025
Todos os elementos da trama do filme — desde a profissão do protagonista masculino e a vida dos desempregados, até os romances e os conflitos entre diferentes faixas etárias — são apenas superficiais. A verdadeira discussão é como as pessoas lidam com a solidão ao longo da vida. O cartão de passageiro frequente, com os seus milhões de milhas, simboliza um sentimento de pertencer aos céus, que por sua vez, é essencialmente uma questão de destino.
MMago do Filme19 de junho de 2025
O filme capitaliza o cenário de desemprego em massa durante a crise financeira, mas seu final é muito clichê — quase como uma propaganda. Gostei muito do discurso sobre a “teoria da mochila”, embora o filme tente argumentar contra essa ideia. A reviravolta na história simplesmente não tem força ou profundidade suficiente; é como se dois roteiristas estivessem caminhando em direções opostas — um em direção ao otimismo e à unidade, o outro em direção à escuridão e ao pessimismo — e no final eles simplesmente amarrassem tudo com uma lógica rasa.
UUboatsag9626 de maio de 2025
Todos los elementos de la trama—desde la profesión del protagonista y la vida de los desempleados, hasta los romances y los conflictos generacionales—son superficiales. La verdadera discusión es cómo las personas lidian con la soledad a lo largo de sus vidas. La tarjeta de viajero frecuente, con sus millones de millas, simboliza un sentido de pertenencia a los cielos, lo cual, en el fondo, es una cuestión de destino.
SSuper harry26 de maio de 2025
La película aprovecha el contexto del desempleo masivo durante la crisis financiera, pero su final se siente demasiado trillado, casi como un anuncio publicitario. Disfruté mucho el discurso sobre la “teoría de la mochila”, aunque la película intenta argumentar en contra de esa idea. El giro argumental no tiene suficiente fuerza ni profundidad; es como si dos guionistas tiraran en direcciones opuestas—uno hacia el optimismo y la unión, el otro hacia la oscuridad y el pesimismo—y al final todo quedara atado con una lógica simplona.
XXenia.Sr27 de abril de 2025
All the plot elements in the film—from the male lead’s profession and the lives of the unemployed, to romances and the conflicts between different age groups—are just surface-level. The real discussion is how people cope with loneliness throughout their lives. The frequent flyer card, with its millions of miles, symbolizes a sense of belonging to the skies, which in turn, is essentially a matter of fate.
TTimeless Tales BW27 de abril de 2025
The film capitalizes on the backdrop of mass unemployment of during the financial crisis, but its ending feels way too clichéd—almost like a promo. I really enjoyed the speech about the “backpack theory,” even though the movie tries to argue against that idea. The plot twist just doesn’t have enough strength or depth; it’s as if two screenwriters were pulling in opposite directions—one toward optimism and unity, the other toward darkness and pessimism—and in the end they simply tie it all together with flat logic.

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