Críticas

O Quinto Elemento (1997)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
O tipo de sci fi sessão da tarde que eu adoraria ter visto na pré adolescência, também o tipo de filme que cria um personagem icônico do qual nos apegamos e reconhecemos em qualquer lugar, no caso aqui, Leeloo.
Hair (1979)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Tava achando verborrágico e irritadiço (e não é, só se trata da minha eterna implicância com musicais). O final, puta merda, me pegou de jeito. Valeu a pena.
Terror no Estúdio 666 (2022)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Achei que daria umas risadas mas na maioria do tempo só senti constrangimento mesmo, pior é que começou bem, mas foi desandando de um jeito... Olha, eu amo o Pat Smear mas ele não deveria ter pego tantas falas, de toda banda ali a atuação dele foi a mais triste, Pat não sabe atuar e tá tudo bem, sabe? Mas foi foda haha o Nate, quietinho de tudo foi o que me surpreendeu. Enfim, todo papo do Aleister Crowley foi mal utilizado, e sinceramente, acho que eles poderiam ter chamado o Jack Black pra dar aquele help, ou sei la.
Mal do Século (1995)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Safe não mostra muito mas ao mesmo tempo revela tudo, é impressionante a sensação de cresce mente desconforto que vivenciamos sem ao menos saber ao certo de onde ela vem. Para o bem ou para o mal Haynes tem um jeito próprio e peculiar de contar histórias.
O Cantor de Jazz (1927)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Por se tratar do longa representante do momento de transição do cinema mudo para o falado e usar a complexa tecnologia para época, o Vitaphone, Jazz singer merece seu lugar de destaque, já sua trama não é tão inovadora quanto sua precisão técnica e infelizmente a triste decisão do uso do black face manchou e muito esse trabalho, ainda mais tendo em vista questões sociais delicadas como o próprio judaísmo. Se eleva um e diminui o outro sem que tenham qualquer entrosamento. Não sou a favor da censura ou cancelamento, mas sim do olhar mais critico e questionador sobre o porque dessas obras terem sido concebidas de tal maneira.
A Invasora (2007)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Algumas decisões muito surrealistas mas gostei da criatividade, quem gosta de muito sangue essa é uma boa pedida.
Sem Saída (2001)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Vai um pouco além da temática natural da descoberta do pré adolescente, chega a arranhar assuntos complexos demais para tão pouco tempo de execução, creio que ficou no caminho certo da narrativa, sem ousar mais. Enfim, Paul Dano já era mesmo destaque ideal para personagens com mais camadas.
Noite dos Arrepios (1986)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Terrorzinho anos 80 presenteado pela HBO, tem umas cenas toscas de rir altíssimo, mas ás vezes é só isso que a gente quer e precisa. Aliás, prevalece o medo de uma sanguessuga alienígena entrar em nossa boca.
Ninguém Vai Te Salvar (2023)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Expectativa é uma inimiga aqui. Apesar de não ser nada de mais em termos de roteiro Ninguém vai te salvar é uma boa surpresa sensorial, sons e luzes compõe muito bem o filme, é daqueles pra prestar atenção, jamais por complexidade mas por instinto mesmo.
O Exorcista: O Devoto (2023)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Chega a ser desrespeitoso com o Exorcista, achei fraco e bastante gratuito, não constrói empatia alguma além de apelar descaradamente para o clichês, no mais, as garotas estavam ótimas, tanto na maquiagem e atuações, o resto não salva.
A Hora da Estrela (1985)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Como diz o meme: "nós mulheres meio Macabéa" e pois é.
Retratos Fantasmas (2023)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
O inicio me preocupou um pouco, ego elevado demais, mas depois que deslanchou foi lindo, emocionante.
E Agora, meu Amor? (1997)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
O que salva o filme de cair num completo clichê é a maneira em que se expressa a diferença cultural dos personagens, ás vezes eles expressavam isso muito bem, o que resultava em piadas ótimas apesar de alguns momentos constranger, fora a isso é uma comédia romântica gostosinha e amena e ambos estão lindos.
Pânico na Escola (2011)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Bom, é como se eu tivesse encontrado o valioso trabalho de conclusão de curso do Edgar Wright, que de vergonha ele tentou esconder por todos esses anos.
Blacula, O Vampiro Negro (1972)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Apesar de saber que era trash eu não esperava que no desenrolar da história o filme iria se render aos clichês de filme policial, começou tão bem, tão intrigante, levando pra mesa logo nos primeiros instantes as questões raciais sem medo do enfrentamento, mas aí suaviza e suaviza, ainda assim é bom e William Marshal ta gato.
O Mal que Nos Habita (2023)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Títulos como "melhor filme de terror contemporâneo" e "reinvenção do cinema de terror" são exagero mas Cuando Acecha la Maldad é realmente bom, constrói muito bem toda a alegoria de desesperança que se propõe a passar e a maldade como um vírus foi uma ótima escolha de representação, pois afinal recentemente passamos por uma pandemia, sabemos como é, sentimos medo e diante a tudo isso presenciamos os mais diversos tipos de comportamento, logo, não achei o personagem protagonista burro ou mal construido, achei, na verdade, bem compatível com atitudes humanas, eu não nos subestimo jamais até porque já tivemos provas o suficiente a respeito da nossa capacidade ou falta dela. A execução aqui não deixa a desejar, e é muito bom ver um filme de terror latino americano causando burburinho por aí a fora.
Chico Science: Um Caranguejo Elétrico (2016)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Os caras juraram de pé junto que o Chico tava brisando quando mandou a máxima da filosofia nacional "uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor"
A Mão Assassina (1999)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Eu adoro uns filmes dos anos 90 com elenco que eu conheço todo mundo da minha infância e que promete terror mas é comédia trash pura e tem piadas de maconheiro a cada 5 minutos. Até gritei quando apareceu o Offspring.
O Assassino (2023)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
A coisa mais legal desse filme é o pôster mesmo, não é ruim, mas esse tipo de história já foi contada tantas vezes, do mesmo jeitinho, inclusive até pelo próprio Fincher. Esse lance do personagem neurótico se tornar figura icônica pela metodologia dos seus atos e pela compulsão dos seus gestos é demodê demais, funcionaria mais se estivéssemos no ainda no inicio dos anos 2000. Nem da pra dizer que ele é cópia de alguma coisa porque é um mosaico enorme de referencias, praticamente um gênero inteiro. Cantarolei todas as músicas do The Smiths mas nem entendi porque raios elas estavam lá, desculpe Trent Reznor. Ainda assim minha nota é acima da média porque entretém, porém, é esquecível.
Angela (2023)
LLee Rosal14 de outubro de 2025
Fraco e hiper sexualizado, realmente apelou pra uma nota de rodapé pra explicar o que rolou? Na boa, se perdessem menos tempo com cenas de sexo acredito que daria pra abordar isso melhor. Uma pena que mais uma vez a Angela foi estereotipada (assim como fizeram recentemente como a Monroe) e Raul se sai como homem complexo e perturbado, quase um anti herói, Hugo Prata sabe nada.