Críticas

Resistência (2023)
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Lee Rosal14 de outubro de 2025
Lee Rosal14 de outubro de 2025Apesar de não ser novidade a proximidade do real dessa premissa instiga, justamente porque demonstra uma realidade da qual já estamos inseridos. O quão esperançosa fiquei ao assistir aquela abertura criativa na mistura de um suposto passado e presente deu a entender que presenciaríamos acontecimentos surpreendentes mas infelizmente não foi o caso aqui. Apesar da boa sacada a execução foi morna e um pouco apelativa, no fim parecia que estava assistindo os sessões da tarde da infância novamente e numa proposta como essa, isso pode não ser tão bom.

Josie e as Gatinhas (2001)
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Lee Rosal14 de outubro de 2025
Lee Rosal14 de outubro de 2025Divertido, e para além da nostalgia do desenho tem uma banda só de garotas e a Rosario Dawson que é minha heroína.

Meu Nome é Gal (2023)
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Lee Rosal14 de outubro de 2025
Lee Rosal14 de outubro de 2025Impressão que foi feito as pressas e que apesar de tanta história pra contar o interesse era só marcar o retrato de cada momento. O figurino, que está ótimo, acabou tendo muito mais relevância que o próprio enredo e as personalidades estão ali com o pé no caricato,. No geral venceu a superficialidade, uma pena pois Gal merecia muito mais.

Desencanto (1945)
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Rafael Ucha Campos14 de outubro de 2025
Rafael Ucha Campos14 de outubro de 2025If you'd die, you'd forget me. I want to be remembered.

Extermínio: A Evolução (2025)
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Rafael Ucha Campos14 de outubro de 2025
Rafael Ucha Campos14 de outubro de 2025flawless. perfect. best last 5 minutes in film.

BlitzStudios Presents: Hollow Knight: Silksong (2025)
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User-147950917113 de outubro de 2025
User-147950917113 de outubro de 2025Contém spoilers
Oi
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Tron: Ares (2025)
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Ander Cover12 de outubro de 2025
Ander Cover12 de outubro de 2025Sempre senti que a franquia “Tron” é muito mais interessante pela estética e da possibilidade que o universo pode alcançar. Acho o primeiro com muita personalidade por ser único e pioneiro no cyberpunk. Já “O Legado” é um grande pastel de vento, com uma trilha e visual fantásticos, mas sem substância o suficiente para sustentar a trama. Agora com “Ares”, temos uma eficaz reflexão sobre IA e o modo como nos relacionamos com os “ChatGPT(ron)” da vida, por exemplo. Infelizmente, Greta Lee acaba sendo desperdiçada aqui. Além de cair em alguns maneirismos que soam até brega por se utilizar das caricaturas para retratar os poderosos. Mesmo assim, creio que seja - dentre os três - o que melhor executa sua proposta alinhada a uma estética que hipnotiza.

Nosso Sonho (2023)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Oh nostalgia gritante dos anos 90! Sabíamos cada uma dessas musicas nem que fosse por osmose e isso era bom demais. O filme no geral é no típico formato biográfico, com uma pitada a mais de cafonice, pois a todo momento tenta nos passar algum tipo de lição apelar para o emocional e até ao quase extraordinário, não entendi bem o porque, mas fez parecer que contar a história dos caras e da carreira deles não fosse algo forte suficiente no fim vale pela lembrança.

CineMagia: A História das Videolocadoras de São Paulo (2017)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Achei bacana o testemunho de todo o caminho percorrido, esses relatos são prova como as coisas realmente aconteceram por aqui, o caminho foi árduo e complicado, passando até mesmo pela ilegalidade, coisa que eu sequer imaginava. O que me desagradou no documentário é que acaba ficando preso no nicho do nicho, talvez se tivessem dado um parâmetro mais geral do processo como estava rolando no inicio ou se buscassem trazer relatos também de donos de locadora mais bairristas veríamos outras faces e não só uma dúzia de empresários do ramo que eram todos amigos e conhecidos.

Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Ás vezes esqueço como Fincher e incrível quando quer, além de maravilhosamente bem executado em questões estéticas conta com atuações surreais e uma trama investigativa inteligentíssima. Confesso que depois dessa experiência coloquei enfim o livro do Stieg Larsson na minha lista.

Colheita Sombria (2023)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Talvez sirva mesmo pra quem gosta de Purge, eu não curto, passei mais da metade do filme esperando me surpreender de alguma maneira, mas meh.

Sobrenatural: A Porta Vermelha (2023)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Não chega a ser tenebroso mas definitivamente é desnecessário, a duvida entre manter o caminho do terror ou migrar para o drama familiar no milésimo filme de uma franquia que ninguém mais se lembrava da existência acaba por apagar ainda mais o não legado do filme. Lembro que os 02 primeiros eram realmente divertidos, aqui é só uma massa de confusão, mas tenho que dar créditos para maquiagem, nisso eles ainda são decentes. Gosto muito do Patrick Wilson mas aqui não rolou não.

Priscilla (2023)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Achei corajoso da parte da Sofia mexer nesse vespeiro que é a comunidade masculina "fãs obcecados por Elvis Presley", porém mais importante que isso é a forma como ela da vazão ao sentimento de solidão da mulher em determinados relacionamentos ou em como o rumo da vida de uma adolescente pode ser totalmente modificado ao bel prazer de um homem. Situações que por histórico são até comuns, mas aqui é claro que existe a enorme diferença: estamos falando do grande Elvis. E não que eu não seja fã dele, eu sou, cresci sabendo tudo a seu respeito e o escutando desde quando me conheço por gente, e justamente por apenas ter contato com sua personalidade colocada em um pedestal que tramas como a da Sofia se potencializam. Realmente é bem interessante ver que outras abordagens podem ser apresentadas, pois se os meros mortais fazem, porque não o rei do rock, não é mesmo? Sofia foi cirúrgica mais uma vez e ainda reforçou sua assinatura na escolha minuciosa de cada elemento. Gosto muito da maneira como ela olha para as questões femininas e lamento bastante certos comentários babacas que li por aí e que são a mais pura dor de cotovelo.

Vampiros de John Carpenter (1998)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Meu mundo de fato caiu quando começou aquele papo de exorcismo reverso, rapaaz...nunca esquecerei meu primeiro Carpenter ruim, e nem da pra saber de o Jon Ben Jovem teve alguma culpa nisso.

Ondas do Destino (1996)
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Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Assim como a maioria das pessoas e por motivos óbvios não tenho grande empatia pela pessoa do Lars Von Trier, portanto, é inegável que alguns de seus filmes são sim obras de arte. Me interessei por Breaking the Waves por dois motivos: elenco e essa variação de capa muito sinistra da noiva sobre a rocha, essa imagem me instiga há tempos, então resolvi conferir sem qualquer ideia ou compromisso emocional com o filme. E caramba! Se Emily Watson sempre teve minha admiração, aqui ela alcançou o topo, seus enormes olhos de boneca nesse rostinho redondo quase infantil entregaram a melhor personagem feminina que vi nos últimos tempos, ela está arrebatadora, sequer tenho palavras. Breaking the Waves é Bess McNeil, o longa é ela por inteiro, é Watson em sua melhor forma. O misto de emoções que senti diante desse longa é realmente difícil de descrever, há tempos não me sentia tão esmagada por uma história tão triste, bonita, feia, crua, intensa, tudo ao mesmo tempo. E meus amigos, que trilha sonora doida, deliciosamente doida, tudo o que eu poderia imaginar para um filme assim é alguma música clássica, algo mais rebuscado, mas não, fomos ao popular e a escolha foi genial, desde a transição de capítulos, o som tocando, sem pressa. Eu vou parar por aqui pois sou capaz de escrever um blog. Te odeio Lars.








