Críticas

A Hora do Vampiro (2024)
CCinéfila Consumidora21 de março de 2026
Para alguém que tenha lido o livro, essa adaptação está longe de ser perfeita, mas dentro do que se propõe, dá para o gasto. O longo tempo que foi tomado para fazer o filme acontecer talvez seja um dos motivos de não ter se saído tão bem quanto se esperava.
O Telefone do Sr. Harrigan (2022)
CCinéfila Consumidora21 de março de 2026
O mais interessante, tanto para quem leu o conto quanto para quem assistiu ao filme de primeira viagem, é a relação que o protagonista Craig estabelece com o Sr. Harrigan, ultrapassando barreiras sociais e de idade. O pacing do filme pode ser um pouco lento e o roteiro comete alguns furos, mas é um bom filme para assistir em um dia que estamos mais para baixo.
True Lies (1994)
CCinéfila Consumidora21 de março de 2026
Nesta terceira colaboração entre James Cameron e Arnold Schwarzenegger, vemos um filme que sabe misturar elementos de ação, comédia romântica e uma crítica social que por mais que prevaleça os padrões estadunidenses, não deixa de ser uma realidade de um conflito que continua a acontecer nos dias atuais. Por um lado, nos divertimos com as situações cômicas, enquanto por outro, lamentamos que temas como o que é retratado ainda sejam presentes no cotidiano.
O Exterminador do Futuro (1984)
CCinéfila Consumidora21 de março de 2026
Uma daquelas obras marcantes que consagrou parte da cultura pop dos anos 80. Um filme que por trás de todas as perseguições e explosões, traz um questionamento sobre o quanto os seres humanos estão dispostos a depender cada vez mais do uso das máquinas e tecnologias. Isso sem contar as atuações e estética visual que dão ao filme um caráter único.
Sobrenatural (2005)
TTop Filmes19 de março de 2026
Mais Outra Série Que Nos Lembra Os Anos Em Que Foram Passados Na Tv Aberta o SBT a Transmitiu Por Mais De Uma Década, Tinha Telespectadores Que Faziam Questão De Anotar a Hora e o Dia Que Passava Só Pra Não Perder Um Capítulo.
The Walking Dead (2010)
TTop Filmes19 de março de 2026
Lembra Os Tempos Em Que a Band Transmitia Na Tv Aberta, Às Pessoas Comentava Em Tudo Que Era Lugar Sobre a Série, Sem Contar O Pessoal Que ia Dormir Super Tarde Só Pra Assistir a Série Na Tv
Caminho de Pedras (1993)
CCinéfila Consumidora6 de março de 2026
The parts of Kathy Bates and Edward Furlong are the film’s highlights and the screenplay combines a story of resilience with the never ending search to find your place in this world and always rely on family.
Fuga para Odessa (1994)
CCinéfila Consumidora6 de março de 2026
The acting is the film’s high point, though its sullen tone and melancholic atmosphere come in handy as a crucial element of the narrative. It’s a sad, but interesting story of a family torn apart by tragedy and crime.
Clube da Luta (1999)
JJosé Lucas Reis6 de março de 2026
Crepúsculo de hétero
Promiscuidade, os Pivetes de Kátia (1984)
DDracoX 1234 de março de 2026
Top
Esqueceram de Mim (1990)
GGUILHERMEWALLA😃DARES4 de março de 2026
Contém spoilers
⚪Bom,quando eu assisti a esse filme eu tinha entre meus doze&treze anos.O filme foi legal para a minha idade,já comecinho da minha adolescência,firmação da minha personalidade,mas,hj na casa dos 40 não assistiria mais,apesar que nunca devemos matar o nosso ladocriança,infantil,mas,sinceramente,nãoassistiriamais.N menosprezo,os seus valores,acho que foi um dos primeiros trabalhos do atorJoe Pesci que eu assisti.
São Paulo Sociedade Anônima (1965)
IIgor do Ó4 de março de 2026
Em 2026 esse grandioso filme será relançado em 4K nos cinemas e nos streamings em uma remasterização absurda e muito bem feita. Considerado um marco do Cinema Novo Paulistano, o filme narra as desventuras amorosas de Carlos, Walmor Chagas, enquanto critica e ilustra os transformações economicas, culturais e sociais da cidade de São Paulo na década de 1960, mesmo que tenha 60 anos, o filme continua abordando assuntos que podem ser interpretados pela sociedade atual. Pode também ser traçado um paralelo no modo que foi filmado e montado com o movimento da Nouvelle Vague que acontecia na França na mesma época, em que as câmeras invadiam o cotidiano da metrópole e das pessoas que ali viviam, com câmera na mão e uma montagem não-linear característica.
Assistir ao filme é mergulhar na São Paulo de 1960, mas também na de 2026, identificando os cenários comuns aos atuais e os que já nao existem. Porém algo se faz comum, o caos e a rapidez da vida do trabalhador, que aqui é muito bem ilustrado pelas idas e vindas na história de Carlos e de seus amores e trabalhos, quando o filme começa e termina pelo final de sua história com Luciana, Eva Wilma, mas ainda traz uma "cena pós-créditos" em que o protagonista acaba voltando, mesmo que sem querer pra cidade voltando a esse ciclo sem fim. É a definitiva fábula do homem moderno, que encontra os ciclos sem-fim da vida capitalista contemporânea com um filme de 1960. Inclusive sair da sessão desse filme foi também uma experiência catártica, assisti em um cinema de Rua, na Rua Augusta, e ao sair me deparei com o horário de almoço com a circulação de pessoas e automoveis em um ritmo próprio exatamente como há em uma das cenas do filme.
O trabalho de restauração e remasterização da imagem é algo que está extraordinário, dou grande parabéns a Lauper Films, Cinemateca Brasileira e Cineteca di Bologna, que foram a fundo na película original do filme e trouxeram a atualização da qualidade da imagem, mas sem perder a colorização característica do filme e nem a mixagem ótima que o filme carrega.
São Paulo Sociedade Anônima é um filme que esteve, está e sempre deverá estar em aulas de cinema, mas também em aulas de geografia e história para mostrar como uma obra pode ser atemporal, mesmo que contenha marcas de seu tempo. Estou encantado com o filme. Nota máxima!
Manual Prático da Vingança Lucrativa (2026)
IIgor do Ó4 de março de 2026
O filme dirigido e escrito por John Patton Ford é interessante, mas falta um molho, falta um charme principalmente no protagonista de Glenn Powell. Este que faz um herdeiro desgarrado da família em busca de eliminar a concorrencia para herdar os fundos bilionários de seu avô, parece que está fazendo todo e qualquer outro personagem de seus filmes, estando ali só pra ser um rostinho bonito e nada mais.
Enquanto isso, o filme tem seus momentos de brilho quando Margaret Qualley aparece em tela como a charmosa e misteriosa paixão de infancia de Becket Redfellow, Powell, que é subaproveitada no roteiro, mas consegue entregar em seu pouco tempo de tela. Outro problema do filme é a presença majoritária de personagens brancos em papeis de destaque, enquanto a trama dos dois personagens pretos é o inútil papel de policiais do FBI que não perseguem o protagonista, nem procedem a investigação de seus crimes tão óbvios. 
Manual Prático peca em se inspirar demais na saga maravilhosa de Kingsman (2014), só que sem as presenças magnéticas de Colin Firth e Taron Egerton que levam o molho necessário pro filme brilhar, além da divertida direção de Matthew Vaughn, claro. Aqui parece que Ford apenas busca inspirações, mas não tem uma identidade própria. A todo momento ele reinicia seu filme quando uma nova morte está em planejamento por Becket, como se fosse pro espectador esquecer o que veio antes e dá pulos no desenvolvimento repentino e crescente das finanças do personagem como se fossem lacunas, mesmo sendo este que nos narra a própria história. Outro problema é essa narração, com uma confissão direta a um padre que supostamente estaria ali para aconselhar e absolver os pecados de Becket, mas é escrito apenas como um ouvinte passivo e tedioso.
A fotografia do filme tenta trazer a estética Old Money com uma colorização contrastada de tons mais sérios e escuros, com uma granulação como se fosse uma foto antiga, mas fica apenas na tentativa mesmo. Aparenta ser tudo muito falso, gerado digitalmente, sem uma originalidade e sem o tão desejado charme que lhe falta o tempo inteiro.
Manual Prático da Vingança Lucrativa, mesmo com todos esses defeitos, ainda consegue ser um filme divertido para ser apreciado sem muito pensamento ou interpretação, apenas o entretenimento de um domingo a tarde com amigos, família ou cônjuge.
Cara de Um, Focinho de Outro (2026)
IIgor do Ó4 de março de 2026
Parece que estamos diante de uma nova era Pixar em que há um retorno a seus ótimos filmes, sem se escorar em sequências e spin-offs ou mesmo em histórias originais que não conquistam o público. Cara de um Focinho de Outro é um retorno a suas origens com um filme que não pede muito do espectador, que tem mais um pé no chão, mas claro sem deixar seus animais carismáticos de lado. Um filme com várias referências que nos lembram as grandes e emocionantes histórias que já tivemos e ainda com uma lição de moral sobre consciência ambiental que deixa tudo com aquele ar político indireto, porém sem ferir as regras dessa Disney conservadora.
Mabel é uma adolescente amante da natureza, mas que lhe falta uma consciência social dos limites desse amor, até que sua avó consegue iniciar essa relação mais saudável com o mundo ao seu redor. Um roteiro simples, que carrega uma grande centelha emocional que vai, com certeza, conquistar muitos públicos, assim como me conquistou. 
Além disso, somos agraciados com uma localização em português brasileiro incrível no filme, que não se preocupa em licenciar os bonecos em uma linguagem internacional, o sem graça "inglês". Temos personagens que mudam o nome para uma identificação mais fácil ao nosso público e ainda facilita a repetição desses nomes para o público infantil.
Cara de um Focinho de outro só tem uma música-tema fraca, muito devido a mais uma tentativa de SZA de repetir seu sucesso com "All The Stars" de Pantera Negra, porém é um pequeno sacríficio para um filme tão divertido e carismático. Recomendo demais levar os pequenos para assistir e ainda ter uma sutil aula de consciência ambiental e respeitar os animais e o ambiente ao seu redor.
Mother's Baby (2025)
IIgor do Ó4 de março de 2026
Um suspense que retrata os terrores de uma depressão pós-parto. Em Mother's Baby, Johanna Moder cria um universo assustador a partir dos silêncios e da desconfiança de uma mãe, quando nasce seu primeiro filho em uma clínica particular. Mesmo que tenha uma forte relação com a verossimilhança, a trama consegue explorar uma pontadinha de ficção científica, quase como um suspense sobrenatural biológico ao sugerir que a desconfiança da protagonista possa partir de um maluco experimento.

É com isso que o filme brilha muito, as suposições da protagonista Julia, vivida muito bem por Marie Leuenberger, uma maestrina que faz um tratamento para engravidar a primeira vez e começa a ter suspeitas de que seu filho foi trocado no momento do parto. A direção de de Moder é tão boa, que o espectador fica se perguntando a todo momento se consegue acreditar ou não nas suspeitas de Julia, que vem com um roteiro ótimo, mesmo com o desenrolar lento. São silêncios e olhares que Julia tem que vão crescendo a desconfiança e nos levando para esse campo da paranoia. Ao mesmo tempo que traz os dois homens da história, seu marido e seu médico, como vilões ou como pilares da sensatez? Essa dualidade se faz presente durante todo o filme, nos fazendo trocar de lado a cada momento em que embarcamos na desconfiança de Julia, ou desconfiamos de sua suposta loucura.

É um suspense criado puramente na atuação e boa direção das cenas, não há a presença de uma trilha sonora manipuladora e incisiva como a maioria dos filmes do gênero, mas há a presença dos silêncios ensurdecedores. A música desempenha um papel grande no filme ao se mostrar presente apenas nos momentos de suposta lucidez da protagonista. Ainda conta com uma fotografia cheia de planos claros, iluminados e abertos contrastando com a sombriedade do tema abordado.

Mother's Baby é um ótimo filme que traz um tema sensível com muito cuidado, que mexe com as sensações do espectador e com sua própria verdade.
Pânico 7 (2026)
IIgor do Ó4 de março de 2026
Contém spoilers
Pânico 7 chega a partir de um efeito borboleta, quando a atriz Melissa Barrera se posiciona contra um genocídio e é demitida, então causa o gasto da produção em 500 mil dólares para reescrever um roteiro e uma busca urgente por um novo diretor. São essas duas coisas que são os maiores problemas do filme, que prometia ser uma comemoração aos seus 30 anos de franquia e se tornou o seu pior desastre cinematográfico.

O filme inicia com sua clássica cena de morte inicial, um casal vai até a antiga casa de Stu em que ocorre o ato final do primeiro filme, e lá é assassinado com uma cena triunfal do Ghostface saindo da casa em chamas. Aqui o roteiro dá um indício de que vai inovar, mas também trazer elementos dos antigos filmes, mas vemos a seguir que esquece completamente a inovação, as motivações e as boas partes dessa cena inicial pra se prender apenas na nostalgia barata e previsível.

A volta de Sidney Prescott pode ser triunfal para vários de seus fãs, incluindo eu, mas no filme se traduz como um caminho fácil para atrair o público. Enquanto o roteiro preenche o filme referenciando aqueles que falavam que ela está ultrapassada, o que não é bem verdade, esquece de desenvolver o arco da personagem em sua própria história, trazendo uma relação de mãe e filha vazia e bem previsível, ainda mais com a fraca atuação de Isabel May. A adição do plot em usar a Inteligência Artificial pra trazer rostos antigos a tela se traduzem em tela igual a essa tecnologia, sem vida, sem emoção e apenas uma imitação de algo que já foi um dia.
O único ponto alto do filme é o retorno de Courtney Cox como Gale Weathers, que sempre dá um tempero a mais na história, com sua personalidade ácida e suas alfinetadas contra todos, mas é aqui que o roteiro mais uma vez interfere e deixa a personagem completamente de lado de todas as resoluções dos mistérios do filme.
Sidney continua forte e com uma presença imponente em cena, mas não há nenhuma ameaça a sua altura, nem mesmo os ghostfaces que tem uma motivação fraca e que não geram nenhuma emoção na hora de sua revelação. Estes não apresentam relação nenhuma com outras partes do filme, apenas uma ideia de que a loucura é uma motivação suficiente pra que os crimes acontecem. É pobre, é previsível, é raso.
A direção de Kevin Williamson, que já nos presenteou com tantos roteiros bons e memoráveis, nos faz clamar para que retorne apenas a caneta. Não há criatividade nas mortes, não há emoção. Pânico 7 é um retorno que sonhávamos, mas que depois de assistir vemos que não precisávamos dessa pressa, o filme podia ter sido adiado mais um pouco para que tudo fosse escrito e feito com calma. Nos resta apenas torcer para que o 8 cale a boca de todos como o ótimo 4 fez.
O Rei dos Kickboxers (1990)
GGUILHERMEWALLA😃DARES3 de março de 2026
Contém spoilers
🔴Na época a arte da capa do filme me impressionou, muitos jovens do meu tempo comentavam o tal filme;muito influenciado pela arte da capa &alguns comentários fui ver o tal filme pela primeira vez na casa da FátimaLimaVerde(1992,meu pai teve um caso extraconjugal &pintava lá as vezes)&detestei o teor do filme:um filme grotesco, história rrééééééaaaaaaaaaaaaa beeeeeeestaaaaaaaa,acho que produziram o filme com um miserável orçamento, em excessão,os movimentos marciais,os duros treinos, que valem a pena ver&rever.
Arco (2025)
AAnder Cover1 de março de 2026
Que filme maravilhoso! Sinto que vou guardar muitas cenas para sempre na minha memória. É um filme que te faz sentir tanta coisa, mesmo depois de muito tempo da sessão acabar, fiquei pensando tanto nele. Foi especial! Bateu forte.

PS: se houvesse justiça nesse mundo, Arco ganharia esse Oscar… mas acho que não terá surpresas esse ano mesmo (GDKpop), infelizmente
A Pervertida (2000)
UUser-150287562328 de fevereiro de 2026
Bom!
Pânico 7 (2026)
AAnder Cover26 de fevereiro de 2026
Na boa, eu não consigo gostar de Pânico 4, 5 e 6. Lembro que me diverti em alguns momentos pontuais, gostei de pouquíssimos personagens novos, mas não consegui engrenar nas histórias (principalmente nos Ghostfaces). Por outro lado, eu gosto demais dos três primeiros. De verdade, mesmo. Isso fez com que esses outros decaíssem demais pra mim. Agora, nesse 7 eu me diverti bastante. Longe de ter aquele primor dos primeiros, mas gostei da experiência. Sidney Fuckin’ Prescott de volta!! 🔪