
Cara de Um, Focinho de Outro (2026)★ 7.3/10
Hoppers
- Aventura
- Animação
- Comédia
- Família
- Ficção Científica
Direção: Daniel Chong
Roteiro: Daniel Chong, Jesse Andrews, Jordan Harrison, Faith Liu
Uma amante dos animais aproveita a oportunidade para usar a tecnologia que coloca sua consciência em um castor robótico, descobrindo mistérios no mundo animal que vão além do que ela poderia ter imaginado.
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Dany0019 de março de 2026
0Elenco e equipe
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Piper CurdaMabel (voice)
Bobby MoynihanKing George (voice)
Jon HammMayor Jerry Generazzo (voice)
Kathy NajimyDr. Sam (voice)
Dave FrancoInsect King (voice)
Eduardo FrancoLoaf (voice)
Aparna NancherlaNisha (voice)
Tom LawTom Lizard (voice)
Sam RichardsonConner (voice)
Melissa VillaseñorEllen (voice)
Isiah Whitlock Jr.Bird King (voice)
Steve PurcellAmphibian King (voice)Vídeos
Ver tudo ›Críticas
D
Deivid R. Purificação21 de junho de 2026
Deivid R. Purificação21 de junho de 2026Um fator sempre muito admirável nos filmes da Pixar é como, mesmo quando tenho questões com certas ideias (como em Os Incríveis), os projetos são fabularmente consistentes: mensagens claras para crianças, sem abrir mão de certa sutileza na caracterização e até de uma duplicidade simbólica, algo muito evidente na franquia Toy Story.
E eu começo por aí porque, conforme Hoopers avança e se ancora numa tese ambientalista antagonizando o crescimento tecnológico, tudo vai ficando previsível, tanto em termos de trama quanto de encenação. No momento em que a rainha dos insetos decreta que o “rei dos humanos” deve ser esmagado, o desfecho já está todo desenhado. Em um filme infantil isso nem sempre é um problema, mas aqui, onde o melodrama é central, pesa.
A ideia de que “todo mundo é bom lá no fundo” também não se sustenta totalmente. O filme até flerta com isso ao redimir o prefeito, mas cria outro vilão completamente mau, o que dilui a própria proposta. Mais do que isso, ao optar por caminhos seguros, o longa enfraquece o peso dramático. A protagonista perde a avó e vê a floresta, símbolo dessa relação, se deteriorar, mas o impacto nunca é realmente sentido. Tudo acaba tratado em tom de piada, o que entra em conflito com a abertura, que dedicava mais tempo, silêncio e calor visual para construir essa relação.
Nem tudo se perde. O trabalho de Daniel Chong com o texto de Jesse Andrews rende bons momentos de humor situacional, em que a piada nasce da encenação. Como nas discussões entre o prefeito e a garota, em que ele diz estar em casa, mas mantém a mesma postura de político, ou na morte da rainha dos insetos, com a castora limpando as mãos tentando disfarçar o acidente.
Esses momentos funcionam isoladamente, mas não o suficiente para esconder que o filme está sempre um passo atrás de desenvolver plenamente o próprio comentário.
E eu começo por aí porque, conforme Hoopers avança e se ancora numa tese ambientalista antagonizando o crescimento tecnológico, tudo vai ficando previsível, tanto em termos de trama quanto de encenação. No momento em que a rainha dos insetos decreta que o “rei dos humanos” deve ser esmagado, o desfecho já está todo desenhado. Em um filme infantil isso nem sempre é um problema, mas aqui, onde o melodrama é central, pesa.
A ideia de que “todo mundo é bom lá no fundo” também não se sustenta totalmente. O filme até flerta com isso ao redimir o prefeito, mas cria outro vilão completamente mau, o que dilui a própria proposta. Mais do que isso, ao optar por caminhos seguros, o longa enfraquece o peso dramático. A protagonista perde a avó e vê a floresta, símbolo dessa relação, se deteriorar, mas o impacto nunca é realmente sentido. Tudo acaba tratado em tom de piada, o que entra em conflito com a abertura, que dedicava mais tempo, silêncio e calor visual para construir essa relação.
Nem tudo se perde. O trabalho de Daniel Chong com o texto de Jesse Andrews rende bons momentos de humor situacional, em que a piada nasce da encenação. Como nas discussões entre o prefeito e a garota, em que ele diz estar em casa, mas mantém a mesma postura de político, ou na morte da rainha dos insetos, com a castora limpando as mãos tentando disfarçar o acidente.
Esses momentos funcionam isoladamente, mas não o suficiente para esconder que o filme está sempre um passo atrás de desenvolver plenamente o próprio comentário.
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Ander Cover24 de março de 2026
Ander Cover24 de março de 2026Uma ótima surpresa da Pixar! Fazia tempo já que uma obra original não cativava tanto. Personagens bem trabalhados, decisões criativas divertidas que agrada todas as idades pelo exagero. Divertido demais.
I
Igor do Ó4 de março de 2026
Igor do Ó4 de março de 2026Parece que estamos diante de uma nova era Pixar em que há um retorno a seus ótimos filmes, sem se escorar em sequências e spin-offs ou mesmo em histórias originais que não conquistam o público. Cara de um Focinho de Outro é um retorno a suas origens com um filme que não pede muito do espectador, que tem mais um pé no chão, mas claro sem deixar seus animais carismáticos de lado. Um filme com várias referências que nos lembram as grandes e emocionantes histórias que já tivemos e ainda com uma lição de moral sobre consciência ambiental que deixa tudo com aquele ar político indireto, porém sem ferir as regras dessa Disney conservadora.
Mabel é uma adolescente amante da natureza, mas que lhe falta uma consciência social dos limites desse amor, até que sua avó consegue iniciar essa relação mais saudável com o mundo ao seu redor. Um roteiro simples, que carrega uma grande centelha emocional que vai, com certeza, conquistar muitos públicos, assim como me conquistou.
Além disso, somos agraciados com uma localização em português brasileiro incrível no filme, que não se preocupa em licenciar os bonecos em uma linguagem internacional, o sem graça "inglês". Temos personagens que mudam o nome para uma identificação mais fácil ao nosso público e ainda facilita a repetição desses nomes para o público infantil.
Cara de um Focinho de outro só tem uma música-tema fraca, muito devido a mais uma tentativa de SZA de repetir seu sucesso com "All The Stars" de Pantera Negra, porém é um pequeno sacríficio para um filme tão divertido e carismático. Recomendo demais levar os pequenos para assistir e ainda ter uma sutil aula de consciência ambiental e respeitar os animais e o ambiente ao seu redor.
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Eisny González29 de setembro de 2026
Eisny González29 de setembro de 2026muy buena
U
User-150455950228 de setembro de 2026
User-150455950228 de setembro de 2026Contém spoilers
muy buena pelicula
J
Justin Adrián Angeles Hernández3 de setembro de 2026
Justin Adrián Angeles Hernández3 de setembro de 2026ergr
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jorge Medina Sánchez29 de agosto de 2026
jorge Medina Sánchez29 de agosto de 2026me gusto la peli
R
Ricky Olvera27 de agosto de 2026
Ricky Olvera27 de agosto de 2026muy buena
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Milagros Paz rodríguez8 de agosto de 2026
Milagros Paz rodríguez8 de agosto de 2026Contém spoilers
buena
U
User-150397964626 de julho de 2026
User-150397964626 de julho de 2026es buenisima me encata
Z
Zero.Seguidores19 de julho de 2026
Zero.Seguidores19 de julho de 2026Está película me encantó inesperadamente. No tenía tantas expectativas, pero la película mostró que Pixar puede seguir brindando nuevas películas muy buenas sin caer en lo cliché. Me gustó cómo manejaron la comedia con todo respecto a los animales, algunos momentos hilarantes como lo fue esa escena del oso atrapando al castor para comérselo, o incluso esa escena del tiburón. Uff! Sólo por esa escena le doy 10 estrellas. También me pareció bien el diseño de personajes con estilos únicos. Y contiene muchas referencias a otras películas de Pixar, como los collares de perro de "Up".
La película no es pesada y mantiene un buen ritmo para que no te aburres.
La película no es pesada y mantiene un buen ritmo para que no te aburres.
U
User-150385587614 de julho de 2026
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