
Manual Prático da Vingança Lucrativa (2026)★ 6.5/10
How to Make a Killing
- Comédia
- Drama
- Suspense
Direção: John Patton Ford
Roteiro: John Patton Ford, Robert Hamer, John Dighton, Roy Horniman
Um jovem arquiteta um plano de assassinato para herdar a riqueza de sua família.
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Igor do Ó4 de março de 2026
Igor do Ó4 de março de 2026O filme dirigido e escrito por John Patton Ford é interessante, mas falta um molho, falta um charme principalmente no protagonista de Glenn Powell. Este que faz um herdeiro desgarrado da família em busca de eliminar a concorrencia para herdar os fundos bilionários de seu avô, parece que está fazendo todo e qualquer outro personagem de seus filmes, estando ali só pra ser um rostinho bonito e nada mais.
Enquanto isso, o filme tem seus momentos de brilho quando Margaret Qualley aparece em tela como a charmosa e misteriosa paixão de infancia de Becket Redfellow, Powell, que é subaproveitada no roteiro, mas consegue entregar em seu pouco tempo de tela. Outro problema do filme é a presença majoritária de personagens brancos em papeis de destaque, enquanto a trama dos dois personagens pretos é o inútil papel de policiais do FBI que não perseguem o protagonista, nem procedem a investigação de seus crimes tão óbvios.
Manual Prático peca em se inspirar demais na saga maravilhosa de Kingsman (2014), só que sem as presenças magnéticas de Colin Firth e Taron Egerton que levam o molho necessário pro filme brilhar, além da divertida direção de Matthew Vaughn, claro. Aqui parece que Ford apenas busca inspirações, mas não tem uma identidade própria. A todo momento ele reinicia seu filme quando uma nova morte está em planejamento por Becket, como se fosse pro espectador esquecer o que veio antes e dá pulos no desenvolvimento repentino e crescente das finanças do personagem como se fossem lacunas, mesmo sendo este que nos narra a própria história. Outro problema é essa narração, com uma confissão direta a um padre que supostamente estaria ali para aconselhar e absolver os pecados de Becket, mas é escrito apenas como um ouvinte passivo e tedioso.
A fotografia do filme tenta trazer a estética Old Money com uma colorização contrastada de tons mais sérios e escuros, com uma granulação como se fosse uma foto antiga, mas fica apenas na tentativa mesmo. Aparenta ser tudo muito falso, gerado digitalmente, sem uma originalidade e sem o tão desejado charme que lhe falta o tempo inteiro.
Manual Prático da Vingança Lucrativa, mesmo com todos esses defeitos, ainda consegue ser um filme divertido para ser apreciado sem muito pensamento ou interpretação, apenas o entretenimento de um domingo a tarde com amigos, família ou cônjuge.
R
Ricardo A. Franco Farías24 de abril de 2026
Ricardo A. Franco Farías24 de abril de 2026'How to Make a Killing' es un thriller con comedia negra, que se adentra en una divertida y medianamente dramática historia de asesinatos, avaricia y chantaje. Glen Powell domina el rol que le toca, no muy complejo en su origen, si en su desenvolvimiento. Buenos aportes de Jessica Henwick, Bill Camp y Topher Grace. Margaret Qualley, un personaje ingenioso y destacado, clave para la trama principal, sobretodo en el tercer acto. La película se desenvuelve bien en una trama moralmente incómoda, a la que le dan una vuelta curiosa, y llega a ser bastante vertiginosa por momentos. Buena dirección por parte de John Patton Ford, en una adaptación de buen nivel de la obra original. También destaco la edición y banda sonora.
H
Hasbulla27 de março de 2026
Hasbulla27 de março de 2026me hace acordar a peliculas de comedia de los 2010 que veía en telefe
F
Frantz Casillas25 de fevereiro de 2026
Frantz Casillas25 de fevereiro de 2026Golden Retriever face man makes inheritance his love language.
under the fun, it keeps poking at love versus wealth, contentment versus comfort, and the way money gets wired into a person by the kind of parent who raises them. It rhymes with The Materialists in topic, but the deeper point is moral compatibility as a kind of private constitution: two people can want each other and still be fundamentally mismatched in what they will permit themselves to do. There is also a very modern unease running underneath, a subtle critique of the post Me Too era logic where peace is sometimes bought by ceding control to one partner and calling it enlightenment instead of surrender. The clearest takeaway is choosing your partner means choosing your ethics. You need the same type of crazy, or the relationship becomes a performance built to protect a preference instead of a truth.
under the fun, it keeps poking at love versus wealth, contentment versus comfort, and the way money gets wired into a person by the kind of parent who raises them. It rhymes with The Materialists in topic, but the deeper point is moral compatibility as a kind of private constitution: two people can want each other and still be fundamentally mismatched in what they will permit themselves to do. There is also a very modern unease running underneath, a subtle critique of the post Me Too era logic where peace is sometimes bought by ceding control to one partner and calling it enlightenment instead of surrender. The clearest takeaway is choosing your partner means choosing your ethics. You need the same type of crazy, or the relationship becomes a performance built to protect a preference instead of a truth.
























