Críticas

Se Beber, Não Case! Parte II (2011)
K
Kadson Breno23 de agosto de 2025
Kadson Breno23 de agosto de 2025"Olha o que eu fiz. Olha o que eu faço. Eu tenho uma queda por prostitutas. Aparentemente de todos os tipos."

Forrest Gump - O Contador de Histórias (1994)
B
billycapra23 de agosto de 2025
billycapra23 de agosto de 2025Aquela música e aquela pena voando embrulha o estômago. Mais fui guerreiro e como sou um cinéfilo em formação fui até o final.

Piquenique (1996)
H
Henrique Antony23 de agosto de 2025
Henrique Antony23 de agosto de 2025Uma experiência totalmente perturbadora e bela, o filme japonês piquenique (1996) é um drama de fantasia com toques de terror que te prende do início ao fim, um filme fascinante. atuaçoes incríveis, apesar de ser um filme simples é muito foda. um conselho: antes de assistir esse filme fascinante: pense numa prova do líder do BBB.

A Última Coisa Qualquer (2015)
T
tatstats22 de agosto de 2025
tatstats22 de agosto de 2025Ainda não assisti, mas vim aqui deixar o primeiro comentário e logo assistirei para deixar a estrela

Lisbela e o Prisioneiro (2003)
T
tatstats22 de agosto de 2025
tatstats22 de agosto de 2025Filme que dá gosto de acompanhar de tão bonito

O Dia da Castração (2025)
K
Kadson Breno22 de agosto de 2025
Kadson Breno22 de agosto de 2025CEO da Sony: Seguinte pessoal, quero ideias para um filme.
Funcionário: E se fizermos um filme sobre castração e cachorros no cio?
Todos na mesa: ...
CEO da Sony: Gênio
Funcionário: E se fizermos um filme sobre castração e cachorros no cio?
Todos na mesa: ...
CEO da Sony: Gênio

M3GAN 2.0 (2025)
K
Kadson Breno22 de agosto de 2025
Kadson Breno22 de agosto de 2025Diferente do primeiro filme, esse aqui assumiu de vez o cômico. Deixando de tentar implementar o terror e sendo espalhafatoso, quase uma comédia.
No primeiro é falado sobre os problemas da IA, além do uso excessivo de telas. E vemos as consequências dos eventos do primeiro filme como a proibição do uso de celulares nas escolas e uma preocupação com a regulamentação das IAs. Porém o segundo tenta trazer uma visão mais otimista do futuro. Ao invés de tentar fugir e combater a IA, devemos aprender a conviver e coexistir com ela. Uma visão talvez meio ingênua e idiota. A IA pode auxiliar o trabalho dos humanos, mas isso não quer dizer que devemos aceitar o uso de IA em tudo e para tudo.
Mas acredito que esse tema não seja tão aprofundado em ambos os filmes. O foco está mais na relação da Cady com sua tia, sobre como conseguir interagir com outro ser humano
No primeiro é falado sobre os problemas da IA, além do uso excessivo de telas. E vemos as consequências dos eventos do primeiro filme como a proibição do uso de celulares nas escolas e uma preocupação com a regulamentação das IAs. Porém o segundo tenta trazer uma visão mais otimista do futuro. Ao invés de tentar fugir e combater a IA, devemos aprender a conviver e coexistir com ela. Uma visão talvez meio ingênua e idiota. A IA pode auxiliar o trabalho dos humanos, mas isso não quer dizer que devemos aceitar o uso de IA em tudo e para tudo.
Mas acredito que esse tema não seja tão aprofundado em ambos os filmes. O foco está mais na relação da Cady com sua tia, sobre como conseguir interagir com outro ser humano

A Morte de um Unicórnio (2025)
T
Tela Critica | Daniel R.22 de agosto de 2025
Tela Critica | Daniel R.22 de agosto de 2025Um filme mediano, que até apresenta uma ideia curiosa, mas nunca engrena de verdade. Parece mais interessado em ser excêntrico do que em contar uma boa história.

As Fitas de Poughkeepsie (2007)
T
Tela Critica | Daniel R.21 de agosto de 2025
Tela Critica | Daniel R.21 de agosto de 2025Um terror cansativo, repetitivo e sem impacto real. A ideia até chama atenção, mas o resultado é mais enfadonho do que perturbador.

Toy Story (1995)
K
Kadson Breno21 de agosto de 2025
Kadson Breno21 de agosto de 2025A parte mais genial de Toy Story é como o filme consegue mostrar as mudanças de culturais e de consumo da sociedade com uma cena de alguns minutos.
Woody representa o Western, gênero conhecido justamente pelo cowboys, além do cenário desértico. Além disso ele é um brinquedo de pano, um brinquedo mais simples e com apenas uma cordinha para puxar. Eles eram mais duráveis e sua diversão dependia da imaginação da criança. Buzz por outro lado representa a Ficção Científica, com naves espaciais, alienígenas, etc. Além disso ele é um brinquedo eletrônico e bem mais complexo, com luzes, asas retráteis e com certa movimentação própria, oferecendo uma experiência mais sensorial e imediata.
Em meados dos anos 50, 60, o Western estava saturado, sua fórmula estava cansativa e repetitiva. Na mesma época, provavelmente devido a corrida espacial, a Ficção Científica começou a ganhar força com suas histórias de exploração espacial, robôs, alienígenas, etc. E assim como no filme, Woody que antes era o favorito, agora precisa "dividir o palco" com Buzz.
A dinâmica entre Woody e Buzz representa perfeitamente essa mudança cultural na indústria do entretenimento, a rivalidade entre o velho e o novo, a tradição e a tecnologia. Woody representa um passado, que embora ainda muito querido, estava sendo ofuscado por um futuro tecnológico e focado no espaço. Buzz é o símbolo perfeito para representar esse gênero que estava em alta na época.
Acredito que essa seja a beleza de um filme, a capacidade de contar uma história, que embora pareça simples, mas que pode ser interpretada em um nível mais profundo
Woody representa o Western, gênero conhecido justamente pelo cowboys, além do cenário desértico. Além disso ele é um brinquedo de pano, um brinquedo mais simples e com apenas uma cordinha para puxar. Eles eram mais duráveis e sua diversão dependia da imaginação da criança. Buzz por outro lado representa a Ficção Científica, com naves espaciais, alienígenas, etc. Além disso ele é um brinquedo eletrônico e bem mais complexo, com luzes, asas retráteis e com certa movimentação própria, oferecendo uma experiência mais sensorial e imediata.
Em meados dos anos 50, 60, o Western estava saturado, sua fórmula estava cansativa e repetitiva. Na mesma época, provavelmente devido a corrida espacial, a Ficção Científica começou a ganhar força com suas histórias de exploração espacial, robôs, alienígenas, etc. E assim como no filme, Woody que antes era o favorito, agora precisa "dividir o palco" com Buzz.
A dinâmica entre Woody e Buzz representa perfeitamente essa mudança cultural na indústria do entretenimento, a rivalidade entre o velho e o novo, a tradição e a tecnologia. Woody representa um passado, que embora ainda muito querido, estava sendo ofuscado por um futuro tecnológico e focado no espaço. Buzz é o símbolo perfeito para representar esse gênero que estava em alta na época.
Acredito que essa seja a beleza de um filme, a capacidade de contar uma história, que embora pareça simples, mas que pode ser interpretada em um nível mais profundo

O Bastardo (2023)
S
Shaun_Holland20 de agosto de 2025
Shaun_Holland20 de agosto de 2025O Bastardo não é apenas uma história sobre a fronteira — é uma homenagem à resiliência do espírito humano. Na luta de Kahlen contra o destino, vemos a dignidade silenciosa daqueles que se recusam a ser derrotados. A mensagem duradoura do filme — de perseverança, justiça e esperança — oferece um lembrete poderoso de que mesmo a menor voz pode ecoar através da história.

A Vida Entre Nós (2023)
B
Brant_Jones19 de agosto de 2025
Brant_Jones19 de agosto de 2025Embora o enredo em si pareça clichê, a narrativa discreta, o uso de paisagens pelo diretor para espelhar emoções e o estilo quase documental de certas cenas tornaram esta experiência surpreendentemente cativante.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (2025)
R
Raphael Nunes | Disnéfilos19 de agosto de 2025
Raphael Nunes | Disnéfilos19 de agosto de 2025O Quarteto Fantástico foi muito maltratado nos cinemas, apesar de eu ter uma simpatia pelas versões dos anos 2000 é preciso reconhecer que a nostalgia é um fator determinante nessa minha simpatia, há também uma versão obscura nunca lançada dos anos 90, e aquele desastre de 2015 que todo mundo quer esquecer! Fato é que, pela primeira vez, temos uma adaptação para os cinemas que podemos chamar de “bom filme”, apesar de alguns pesares.
Começando pelos acertos, eles são mais óbvios: toda a parte conceitual e técnica do projeto é de cair o queixo! Livre das amarras do MCU, afinal estamos falando de um universo separado, “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” é criativo até demais, com um universo retrofuturista autêntico e rico em detalhes, que bebe das fontes da “Tomorrowland” dos parques da Disney, de “Jetsons”, e até de “Os Incríveis”, inclusive a relação com Os Incríveis é bem próxima e óbvia, vai muito além apenas da concepção do universo!
Tecnicamente o filme é bem realizado, com algumas cenas de ação bem coreografadas e alguns efeitos visuais competentes. Porém o uso da palavra “alguns” é proposital, afinal há erros nesses aspectos também, apesar dos acertos serem a maioria. Quando o assunto são os efeitos, por exemplo, o que acaba chamando atenção é o bebê de computação gráfica que tá bem bizarro.
Mas, pra mim o ponto alto é a excelente trilha sonora de Michael Giacchino, uma das melhores de filmes de super-heróis de todos os tempos, nível Superman de 78 e Os Incríveis (olha aí mais uma relação, mesmo compositor…)
Os problemas começam quando começamos a olhar com mais calma para o roteiro e para a história contada, até acho o filme bem resolvido com uma trama bem redondinha e com um bom desenvolvimento dos personagens como equipe, mas o desenvolvimento desses mesmos personagens isoladamente é raso, parece que faltou algo, seja uma contextualização para as personalidades de alguns, ou uma conclusão mais satisfatória para os dramas de outros. Pelo menos o ótimo elenco vive os papéis com muita verdade e afinco, o que pode preencher algumas lacunas deixadas no desenvolvimento com carisma e charme.
Algumas das soluções encontradas para a criação ou resolução de problemas são bem falhas. Há um drama envolvendo o apoio popular ao Quarteto no segundo ato, envolvendo o bebê inclusive, que é criado a partir de uma decisão no mínimo idiota de um personagem, que pra mim não faz sentido, e a solução para esse drama é bem forçada e piegas. Todas as soluções encontradas pelo Reed para enfrentar o Galactus também são problemáticas, o primeiro plano é muito exagerado e ignora algumas regras de física básica, o segundo plano presume uma burrice do vilão o que deixa seu fracasso como plano muito óbvio, e por fim a forma com que o vilão é finalmente vencido tem sentido e encerra o filme com a tensão e emoção suficientes pra engrandecer o final, mas exige uma boa nerfada do Galactus pra funcionar.
No geral é um experiência visual e sonora marcante e belíssima que merece a tela grande e o melhor som possível, mas que nas minúcias da trama tem algumas falhas que podem ser incômodas.
Começando pelos acertos, eles são mais óbvios: toda a parte conceitual e técnica do projeto é de cair o queixo! Livre das amarras do MCU, afinal estamos falando de um universo separado, “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” é criativo até demais, com um universo retrofuturista autêntico e rico em detalhes, que bebe das fontes da “Tomorrowland” dos parques da Disney, de “Jetsons”, e até de “Os Incríveis”, inclusive a relação com Os Incríveis é bem próxima e óbvia, vai muito além apenas da concepção do universo!
Tecnicamente o filme é bem realizado, com algumas cenas de ação bem coreografadas e alguns efeitos visuais competentes. Porém o uso da palavra “alguns” é proposital, afinal há erros nesses aspectos também, apesar dos acertos serem a maioria. Quando o assunto são os efeitos, por exemplo, o que acaba chamando atenção é o bebê de computação gráfica que tá bem bizarro.
Mas, pra mim o ponto alto é a excelente trilha sonora de Michael Giacchino, uma das melhores de filmes de super-heróis de todos os tempos, nível Superman de 78 e Os Incríveis (olha aí mais uma relação, mesmo compositor…)
Os problemas começam quando começamos a olhar com mais calma para o roteiro e para a história contada, até acho o filme bem resolvido com uma trama bem redondinha e com um bom desenvolvimento dos personagens como equipe, mas o desenvolvimento desses mesmos personagens isoladamente é raso, parece que faltou algo, seja uma contextualização para as personalidades de alguns, ou uma conclusão mais satisfatória para os dramas de outros. Pelo menos o ótimo elenco vive os papéis com muita verdade e afinco, o que pode preencher algumas lacunas deixadas no desenvolvimento com carisma e charme.
Algumas das soluções encontradas para a criação ou resolução de problemas são bem falhas. Há um drama envolvendo o apoio popular ao Quarteto no segundo ato, envolvendo o bebê inclusive, que é criado a partir de uma decisão no mínimo idiota de um personagem, que pra mim não faz sentido, e a solução para esse drama é bem forçada e piegas. Todas as soluções encontradas pelo Reed para enfrentar o Galactus também são problemáticas, o primeiro plano é muito exagerado e ignora algumas regras de física básica, o segundo plano presume uma burrice do vilão o que deixa seu fracasso como plano muito óbvio, e por fim a forma com que o vilão é finalmente vencido tem sentido e encerra o filme com a tensão e emoção suficientes pra engrandecer o final, mas exige uma boa nerfada do Galactus pra funcionar.
No geral é um experiência visual e sonora marcante e belíssima que merece a tela grande e o melhor som possível, mas que nas minúcias da trama tem algumas falhas que podem ser incômodas.

Superman (2025)
R
Raphael Nunes | Disnéfilos19 de agosto de 2025
Raphael Nunes | Disnéfilos19 de agosto de 2025Uma das minhas maiores preocupações quando tive contato pela primeira vez com o trailer de “Superman” era de que eles pudessem estar cometendo os mesmos erros de novo: começar o universo já com pressa de estabelecer um monte de regras e personagens na ânsia de ter seus próprios filmes-evento, em vez de estabelecer com calma um personagem de cada vez e depois ir ampliando os horizontes. Esse medo existia pela presença de tantos personagens no trailer de um filme com o título “Superman”... Mas, ainda bem que eu estava redondamente enganado! James Gunn nos entrega aqui um dos filmes de super-heróis mais redondinhos e bem escritos dos últimos anos, com consciência do peso que carrega pelo legado que o personagem tem estabelecido em tantas adaptações cinematográficas anteriores, consciência de suas obrigações ao se propor como o estabelecimento de um novo começo para este universo cinematográfico, e, principalmente, força para conseguir lidar com tais responsabilidades ao mesmo tempo que conta uma excelente história!
Os principais personagens, no caso o próprio Superman, a Lois e o vilão Lex Luthor, são muito bem desenvolvidos, e seus intérpretes vivem com a paixão e intensidade necessária, a ponto de se tornarem as versões definitivas destes personagens no cinema (com exceção apenas do David Corenswet que jamais atingiria o nível de Christopher Reeve vivendo este personagem), fora que quando o assunto é química, há de sobra aqui: seja romântica entre o casal principal, ou antagônica entre o herói e o vilão! Enquanto isso, os demais personagens nunca são desperdiçados, com participações na medida exata para contribuir com o desenrolar da narrativa. Se um personagem foi apresentado, pode ter certeza que ele vai ter alguma função na história, por mínima que seja. A mesma entrega vista no trio principal é encontrada nas demais performances do elenco, e essa união de personagens bem escritos com performances apaixonadas de atores carismáticos resulta em pessoas sempre interessantes de se acompanhar.
Gunn também teve o cuidado de não somente focar no bom desenvolvimento dos personagens e em amarrar todas as pontas, ele preenche seu filme com substância, abordando mensagens relevantes e atuais que vão desde o tratamento com os imigrantes em nações como os Estados Unidos, até críticas a governos que se beneficiam de guerras lucrando enquanto o povo sofre e morre. Mas apesar dos temas sensíveis serem tratados com a seriedade que pedem, a atmosfera do filme é regada de otimismo e esperança o que embeleza as mensagens propostas.
Porém, estamos falando de um filme de super-heróis, todos esses acertos acabam sendo o que enriquece a experiência, mas o principal desse tipo de filme sempre foi a ação, os poderes e como eles são usados! E nesse aspecto, temos mais um grande acerto do filme! Não temos nenhuma grande cena de ação que vai se tornar memorável com o tempo, mas é tudo feito com primor e apuro técnico, por quem sabe o que está fazendo! Visualmente o filme é agradável, com efeitos visuais bem caprichados, e talvez a grande falha seja a trilha sonora que tem pouca personalidade e presença!
“Superman” é a base sólida que esse universo precisava pra se tornar promissor, mal posso esperar pelos próximos capítulos!
Os principais personagens, no caso o próprio Superman, a Lois e o vilão Lex Luthor, são muito bem desenvolvidos, e seus intérpretes vivem com a paixão e intensidade necessária, a ponto de se tornarem as versões definitivas destes personagens no cinema (com exceção apenas do David Corenswet que jamais atingiria o nível de Christopher Reeve vivendo este personagem), fora que quando o assunto é química, há de sobra aqui: seja romântica entre o casal principal, ou antagônica entre o herói e o vilão! Enquanto isso, os demais personagens nunca são desperdiçados, com participações na medida exata para contribuir com o desenrolar da narrativa. Se um personagem foi apresentado, pode ter certeza que ele vai ter alguma função na história, por mínima que seja. A mesma entrega vista no trio principal é encontrada nas demais performances do elenco, e essa união de personagens bem escritos com performances apaixonadas de atores carismáticos resulta em pessoas sempre interessantes de se acompanhar.
Gunn também teve o cuidado de não somente focar no bom desenvolvimento dos personagens e em amarrar todas as pontas, ele preenche seu filme com substância, abordando mensagens relevantes e atuais que vão desde o tratamento com os imigrantes em nações como os Estados Unidos, até críticas a governos que se beneficiam de guerras lucrando enquanto o povo sofre e morre. Mas apesar dos temas sensíveis serem tratados com a seriedade que pedem, a atmosfera do filme é regada de otimismo e esperança o que embeleza as mensagens propostas.
Porém, estamos falando de um filme de super-heróis, todos esses acertos acabam sendo o que enriquece a experiência, mas o principal desse tipo de filme sempre foi a ação, os poderes e como eles são usados! E nesse aspecto, temos mais um grande acerto do filme! Não temos nenhuma grande cena de ação que vai se tornar memorável com o tempo, mas é tudo feito com primor e apuro técnico, por quem sabe o que está fazendo! Visualmente o filme é agradável, com efeitos visuais bem caprichados, e talvez a grande falha seja a trilha sonora que tem pouca personalidade e presença!
“Superman” é a base sólida que esse universo precisava pra se tornar promissor, mal posso esperar pelos próximos capítulos!

Jurassic World: Recomeço (2025)
R
Raphael Nunes | Disnéfilos19 de agosto de 2025
Raphael Nunes | Disnéfilos19 de agosto de 2025A Franquia Jurassic World já não vinha muito bem das pernas quando o assunto era a qualidade de seus filmes, “Reino Ameaçado” foi bem fraquinho e “Domínio” beirou o desastre, mesmo assim, dada a promessa de praticamente rebootar a franquia voltando às origens da época de Jurassic Park, a proposta de “Jurassic World: Recomeço” até animava… creio que foi isso que fez a minha decepção com o filme ser ainda maior.
Acertos? Tem alguns! Dá pra se dizer que pelo menos duas ou três cenas são realmente tensas ou no mínimo visualmente belas. Mas fora esses breves acertos, quando o filme não falha ele erra miseravelmente!
Até em pontos que costumavam ser positivos mesmo nas entradas menos inspiradas da franquia, eles erram aqui. A trilha sonora é genérica e copiona, quando não tá tentando desesperadamente forçar o tom de alguma cena, ela tá reciclando os temas clássicos de John Williams pra tentar aguçar a nostalgia do público sem sucesso. Outro exemplo é todo o trabalho visual e gráfico: o filme é mal iluminado, parece ter sido gravado todo em estúdio e os efeitos visuais são bem precários; algumas cenas chegam a ser vergonhosas, em especial uma sequência que envolve dinossauros voadores e um desfiladeiro, e outra que tenta recriar de forma ridícula a clássica cena do primeiro vislumbre nos braquiossauros em Jurassic Park.
Mas isso tudo é fichinha perto dos erros mais graves do filme. Estamos falando de dois filmes absolutamente diferentes que foram colados de forma cuspida em um só: um era sobre mercenários contratados por uma indústria farmacêutica pra tentar conseguir amostras de DNA de dinossauros gigantes, e o outro era sobre uma família idiota que naufraga no único lugar do planeta lotado de dinossauros e precisa sobreviver… o núcleo da família é o mais incômodo do filme, o pai é um imbecil bunda mole, a filha mais velha é antipática, o namorado dela é irritantemente burro e inconveniente, e a filha mais nova só serve pra ser inserido um dinossauro pet no filme que vai vender mais bonecos depois. O núcleo dos mercenários é o mais previsível e incoerente. Você já sabe quem serão os personagens que vão morrer, quem vai virar vilão e quem vai mudar de discurso no meio do filme só pra forçar uma nobreza que justifique o fato deles serem os mocinhos do filme.
Porém, o pior de tudo é o que fazem com os dinossauros! Eu já tenho dificuldade de comprar a conversinha de que o público estaria enjoado de ver dinossauros dentro desse universo… a pessoa que escreveu isso nunca viu o tamanho da fila que fazem pra ver macacos em zoológico, por exemplo… mas fora isso, nada justifica esse tesão da franquia Jurassic em criar dinossauros geneticamente modificados. Os dinossauros de verdade não são suficientes? Na verdade, talvez a única coisa que justifique é que, quem comanda a franquia simplesmente não gosta de dinossauros, aí precisam recorrer pra essas aberrações como o “velociraptor voador” e o “alien-pintossauro” que se tornou a grande ameaça do filme no final. E piora, porque os dinossauros que realmente eram irados, como o T-Rex e o Espinossauro, são tratados como lixo pelo filme em cenas de perseguição vergonhosas…
Acertos? Tem alguns! Dá pra se dizer que pelo menos duas ou três cenas são realmente tensas ou no mínimo visualmente belas. Mas fora esses breves acertos, quando o filme não falha ele erra miseravelmente!
Até em pontos que costumavam ser positivos mesmo nas entradas menos inspiradas da franquia, eles erram aqui. A trilha sonora é genérica e copiona, quando não tá tentando desesperadamente forçar o tom de alguma cena, ela tá reciclando os temas clássicos de John Williams pra tentar aguçar a nostalgia do público sem sucesso. Outro exemplo é todo o trabalho visual e gráfico: o filme é mal iluminado, parece ter sido gravado todo em estúdio e os efeitos visuais são bem precários; algumas cenas chegam a ser vergonhosas, em especial uma sequência que envolve dinossauros voadores e um desfiladeiro, e outra que tenta recriar de forma ridícula a clássica cena do primeiro vislumbre nos braquiossauros em Jurassic Park.
Mas isso tudo é fichinha perto dos erros mais graves do filme. Estamos falando de dois filmes absolutamente diferentes que foram colados de forma cuspida em um só: um era sobre mercenários contratados por uma indústria farmacêutica pra tentar conseguir amostras de DNA de dinossauros gigantes, e o outro era sobre uma família idiota que naufraga no único lugar do planeta lotado de dinossauros e precisa sobreviver… o núcleo da família é o mais incômodo do filme, o pai é um imbecil bunda mole, a filha mais velha é antipática, o namorado dela é irritantemente burro e inconveniente, e a filha mais nova só serve pra ser inserido um dinossauro pet no filme que vai vender mais bonecos depois. O núcleo dos mercenários é o mais previsível e incoerente. Você já sabe quem serão os personagens que vão morrer, quem vai virar vilão e quem vai mudar de discurso no meio do filme só pra forçar uma nobreza que justifique o fato deles serem os mocinhos do filme.
Porém, o pior de tudo é o que fazem com os dinossauros! Eu já tenho dificuldade de comprar a conversinha de que o público estaria enjoado de ver dinossauros dentro desse universo… a pessoa que escreveu isso nunca viu o tamanho da fila que fazem pra ver macacos em zoológico, por exemplo… mas fora isso, nada justifica esse tesão da franquia Jurassic em criar dinossauros geneticamente modificados. Os dinossauros de verdade não são suficientes? Na verdade, talvez a única coisa que justifique é que, quem comanda a franquia simplesmente não gosta de dinossauros, aí precisam recorrer pra essas aberrações como o “velociraptor voador” e o “alien-pintossauro” que se tornou a grande ameaça do filme no final. E piora, porque os dinossauros que realmente eram irados, como o T-Rex e o Espinossauro, são tratados como lixo pelo filme em cenas de perseguição vergonhosas…

Amadeus (1984)
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Henrique Antony19 de agosto de 2025
Henrique Antony19 de agosto de 2025O que falar desse clássico... Amadeus (1984) é um filme surpreendente que te prende do início ao fim, tenho certeza que você vai ficar de boca aberta ao assistir esse filme maravilhoso pela primeira vez. por favor que relancem esse filme no cinema numa resolução em 4k, esse clássico merece, Amadeus é um filme obrigatório.
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