
Toy Story (1995)★ 8.4/10
- Aventura
- Animação
- Comédia
- Família
- Fantasia
Direção: John Lasseter
Roteiro: John Lasseter, Pete Docter, Andrew Stanton, Joe Ranft, Joss Whedon
Woody, o amado boneco caubói de Andy, vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando Buzz Lightyear, um astronauta de brinquedo chamativo, entra em cena.
Artigos sobre isto
Ver tudo (97) ›
Amar é deixar ir
J

jasonbaroni26 de junho de 2026
0
Um texto sobre Toy Story de quem nunca ligou muito para Toy Story
D

Deivid R. Purificação25 de junho de 2026
3
Toy Story 5 | Tirando leite de uma pedra preciosa
A

Ander Cover23 de junho de 2026
0
Ao Infinito e Além… Por Que Ignoramos Lightyear?
P

Pedro H. P. Guimarães2 de maio de 2026
1
Toy Story 5 e a queda da Pixar
D

danilo gondim31 de março de 2026
0
Pixar e o seu poder de contar histórias
B

Bernardo José Monteiro Lotti16 de novembro de 2025
0Elenco e equipe
Ver tudo ›
Tom HanksWoodyvoice
Tim AllenBuzz Lightyearvoice
Don RicklesMr. Potato Headvoice
Jim VarneySlinky Dogvoice
Wallace ShawnRexvoice
John RatzenbergerHammvoice
Annie PottsBo Peepvoice
John MorrisAndyvoice
Erik von DettenSidvoice
Laurie MetcalfMrs. Davisvoice
R. Lee ErmeySergeantvoice
Penn JilletteTV AnnouncervoiceVídeos
Ver tudo ›Prêmios · 8 prêmios, 9 indicações
Ver tudo ›- IndicadoBAFTA Awards 1997BAFTA Film Award · Melhores efeitos visuais
- VencedorAnnie Awards 1996Annie · Best Individual Achievement: Music
- VencedorAnnie Awards 1996Annie · Best Individual Achievement: Writing
- VencedorAnnie Awards 1996Annie · Best Individual Achievement: Technical Achievement
- VencedorAnnie Awards 1996Annie · Best Individual Achievement: Directing
Críticas
F
Felipe G.S.4 de novembro de 2025
Felipe G.S.4 de novembro de 2025A Disney e a Pixar são as predominantes no que diz respeito a animações e, curiosamente, compartilham um início semelhante. Ambas iniciaram suas produções no formato de curta-metragem e, após certo tempo, avançaram para os longas. O primeiro longa-metragem da Disney, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), também foi o primeiro longa-metragem comercial em animação da história do cinema — “comercial”, pois houveram outros filmes independentes anteriormente, mas “Branca de Neve” foi o primeiro a ser exibido em cinemas internacionalmente. Na época, era possível enumerar facilmente as pessoas que acreditavam que a excêntrica ideia de Walt Disney tivesse sucesso. O filme, no entanto, surpreendeu e revolucionou a indústria, deixando todos abismados após a primeira sessão. No caso de “Toy Story” (1995), John Lasseter — que fora demitido da Disney por propor a utilização da computação gráfica nas produções do estúdio — queria provar que era possível unir arte com tecnologia e, assim como Disney, revolucionou a indústria cinematográfica.
É impressionante como “Toy Story” entrega um roteiro tão inovador e magistral, considerando que, ao testar técnicas inéditas, tende-se a deixar outros elementos em segundo plano. Lasseter, porém, prioriza todos os aspectos, sobretudo a história e o desenvolvimento de personagens, que até hoje poucas produções foram capazes de se sobressair.
Quanto à história, uma das razões para ela ser admirável é sua consistência de ritmo e qualidade. Não há momentos cansativos ou entediantes, somente uma história simples, divertida, cômica e extraordinária. Gosto deste momento inicial da Pixar, pois havia maior liberdade para enredos e piadas que atualmente seriam considerados “ácidos”. Uma terrível característica presente na maioria dos filmes infantis, predominantemente em animações, é a necessidade de fazer o filme ser uma longa lição de moral ou uma jornada de aprendizado para o espectador. Essa abordagem deteriora a experiência de quem assiste a partir do momento em que não há a elaboração de um roteiro e somente se busca priorizar a “linda mensagem” para as crianças. “Toy Story” mostra que não é necessário impor uma moral explícita a todo instante para poder passar uma bela mensagem ao final do filme.
As reflexões sobre substituição, companheirismo e aceitação são apresentadas estrategicamente pela Pixar por meio do desenvolvimento dos personagens. A construção que Lasseter faz para cada um dos brinquedos de Andy em pouco tempo de tela é primorosa, trazendo uma personalidade única e memorável a todos os personagens. Porém, dentre todos os brinquedos, dois se destacam: o impulsivo caubói Woody (Tom Hanks) e o desorientado patrulheiro espacial Buzz Lightyear (Tim Allen). O desenvolvimento da dupla é elaborado com precisão e tem como tema principal a aceitação individual de ambos para diferentes aspectos: enquanto Woody precisa aceitar a possível troca de preferência por parte de Andy, é necessário que Buzz compreenda sua verdadeira natureza e aceite a realidade. A mudança de pensamento dos protagonistas ocorre gradualmente e de forma coesa com as situações apresentadas, trazendo uma naturalidade essencial para o esplendor do filme.
“Toy Story” tem uma influência proeminente no cinema contemporâneo e anuncia a grandeza que a Pixar construiria a seguir. É, com certeza, o auge da criatividade da empresa e introduz o que seria uma das maiores franquias da história do cinema.
É impressionante como “Toy Story” entrega um roteiro tão inovador e magistral, considerando que, ao testar técnicas inéditas, tende-se a deixar outros elementos em segundo plano. Lasseter, porém, prioriza todos os aspectos, sobretudo a história e o desenvolvimento de personagens, que até hoje poucas produções foram capazes de se sobressair.
Quanto à história, uma das razões para ela ser admirável é sua consistência de ritmo e qualidade. Não há momentos cansativos ou entediantes, somente uma história simples, divertida, cômica e extraordinária. Gosto deste momento inicial da Pixar, pois havia maior liberdade para enredos e piadas que atualmente seriam considerados “ácidos”. Uma terrível característica presente na maioria dos filmes infantis, predominantemente em animações, é a necessidade de fazer o filme ser uma longa lição de moral ou uma jornada de aprendizado para o espectador. Essa abordagem deteriora a experiência de quem assiste a partir do momento em que não há a elaboração de um roteiro e somente se busca priorizar a “linda mensagem” para as crianças. “Toy Story” mostra que não é necessário impor uma moral explícita a todo instante para poder passar uma bela mensagem ao final do filme.
As reflexões sobre substituição, companheirismo e aceitação são apresentadas estrategicamente pela Pixar por meio do desenvolvimento dos personagens. A construção que Lasseter faz para cada um dos brinquedos de Andy em pouco tempo de tela é primorosa, trazendo uma personalidade única e memorável a todos os personagens. Porém, dentre todos os brinquedos, dois se destacam: o impulsivo caubói Woody (Tom Hanks) e o desorientado patrulheiro espacial Buzz Lightyear (Tim Allen). O desenvolvimento da dupla é elaborado com precisão e tem como tema principal a aceitação individual de ambos para diferentes aspectos: enquanto Woody precisa aceitar a possível troca de preferência por parte de Andy, é necessário que Buzz compreenda sua verdadeira natureza e aceite a realidade. A mudança de pensamento dos protagonistas ocorre gradualmente e de forma coesa com as situações apresentadas, trazendo uma naturalidade essencial para o esplendor do filme.
“Toy Story” tem uma influência proeminente no cinema contemporâneo e anuncia a grandeza que a Pixar construiria a seguir. É, com certeza, o auge da criatividade da empresa e introduz o que seria uma das maiores franquias da história do cinema.
K
Kadson Breno21 de agosto de 2025
Kadson Breno21 de agosto de 2025A parte mais genial de Toy Story é como o filme consegue mostrar as mudanças de culturais e de consumo da sociedade com uma cena de alguns minutos.
Woody representa o Western, gênero conhecido justamente pelo cowboys, além do cenário desértico. Além disso ele é um brinquedo de pano, um brinquedo mais simples e com apenas uma cordinha para puxar. Eles eram mais duráveis e sua diversão dependia da imaginação da criança. Buzz por outro lado representa a Ficção Científica, com naves espaciais, alienígenas, etc. Além disso ele é um brinquedo eletrônico e bem mais complexo, com luzes, asas retráteis e com certa movimentação própria, oferecendo uma experiência mais sensorial e imediata.
Em meados dos anos 50, 60, o Western estava saturado, sua fórmula estava cansativa e repetitiva. Na mesma época, provavelmente devido a corrida espacial, a Ficção Científica começou a ganhar força com suas histórias de exploração espacial, robôs, alienígenas, etc. E assim como no filme, Woody que antes era o favorito, agora precisa "dividir o palco" com Buzz.
A dinâmica entre Woody e Buzz representa perfeitamente essa mudança cultural na indústria do entretenimento, a rivalidade entre o velho e o novo, a tradição e a tecnologia. Woody representa um passado, que embora ainda muito querido, estava sendo ofuscado por um futuro tecnológico e focado no espaço. Buzz é o símbolo perfeito para representar esse gênero que estava em alta na época.
Acredito que essa seja a beleza de um filme, a capacidade de contar uma história, que embora pareça simples, mas que pode ser interpretada em um nível mais profundo
Woody representa o Western, gênero conhecido justamente pelo cowboys, além do cenário desértico. Além disso ele é um brinquedo de pano, um brinquedo mais simples e com apenas uma cordinha para puxar. Eles eram mais duráveis e sua diversão dependia da imaginação da criança. Buzz por outro lado representa a Ficção Científica, com naves espaciais, alienígenas, etc. Além disso ele é um brinquedo eletrônico e bem mais complexo, com luzes, asas retráteis e com certa movimentação própria, oferecendo uma experiência mais sensorial e imediata.
Em meados dos anos 50, 60, o Western estava saturado, sua fórmula estava cansativa e repetitiva. Na mesma época, provavelmente devido a corrida espacial, a Ficção Científica começou a ganhar força com suas histórias de exploração espacial, robôs, alienígenas, etc. E assim como no filme, Woody que antes era o favorito, agora precisa "dividir o palco" com Buzz.
A dinâmica entre Woody e Buzz representa perfeitamente essa mudança cultural na indústria do entretenimento, a rivalidade entre o velho e o novo, a tradição e a tecnologia. Woody representa um passado, que embora ainda muito querido, estava sendo ofuscado por um futuro tecnológico e focado no espaço. Buzz é o símbolo perfeito para representar esse gênero que estava em alta na época.
Acredito que essa seja a beleza de um filme, a capacidade de contar uma história, que embora pareça simples, mas que pode ser interpretada em um nível mais profundo
C
Cassidy_Kirby17 de setembro de 2024
Cassidy_Kirby17 de setembro de 2024Toy Story é um filme comovente que nos lembra das infinitas possibilidades e do valor até dos menores brinquedos. Assistir ao filme é como entrar no mundo dos brinquedos, vivenciando sua inocência e alegria.
H
Harold_Short17 de setembro de 2024
Harold_Short17 de setembro de 2024Lançado em 1995, Toy Story foi dirigido por John Lasseter em sua estreia na direção, e foi o primeiro longa-metragem de animação computadorizada da Pixar e seu primeiro lançamento nos cinemas. O filme foi uma primeira tentativa bem-sucedida de um novo diretor e continua sendo o favorito de muitos, inclusive o meu.
A
Adam_Norman16 de setembro de 2024
Adam_Norman16 de setembro de 2024O ápice emocional de Toy Story é a constatação de Buzz Lightyear de que ele é apenas um brinquedo, um momento que repercute profundamente no público. A dinâmica em evolução entre Woody e Buzz simboliza os relacionamentos da vida real, com a narrativa clássica de Hollywood proporcionando um final feliz e comovente. A capacidade da Pixar de dar vida aos brinquedos foi simplesmente brilhante.
P
perlei46 de setembro de 2024
perlei46 de setembro de 2024Este filme definitivamente vale a pena assistir! Traz o mesmo talento criativo e visão única da vida que fez "Monstros S.A." tão especial. Além disso, te atinge com seus belos retratos emocionais. A cena de perseguição do caminhão é de tirar o fôlego, criando um clímax incrível; e a maneira como usam a música para definir o clima é perfeita. Mas o que realmente impressiona são os momentos em que as pessoas comuns brilham intensamente. Verdadeiramente tocante.
D
Donald.w6 de setembro de 2024
Donald.w6 de setembro de 2024Sendo o primeiro longa de animação da Pixar, "Toy Story" se destaca como uma obra fascinante e extremamente imaginativa, mesmo para os padrões atuais. Não é apenas um mundo alegre dos brinquedos com consciência própria, mas também uma metáfora para a sociedade da vida real. É um conto de fadas que também se reflete nos adultos.
J
JOSUÉ_65812 de maio de 2021
JOSUÉ_65812 de maio de 2021Filme engraçado
Filme engraçado e legal, não no mesmo nível de Toy Story 2 o melhor de todos, mas ainda em um nível inatingível por outros filmes de desenho animado. Boas risadas com as incoerências e bizarrices dos brinquedos, foi o pioneiro, inovou nas técnicas de animação e tudo mais. Bom para assistir com os sobrinhos, amigos ou até sozinho. Boas gargalhadas.
H
H1POL1TO_R12 de maio de 2021
H1POL1TO_R12 de maio de 2021Nostalgia
Nostalgia. Animação. Personagens. Comédia. Trilha sonora. Clássico. História. Pixar. Excelência. Amizade. Demais.
G
GO.DO.FRE.DO12 de maio de 2021
GO.DO.FRE.DO12 de maio de 2021Incrível qualidade
É incrível a qualidade dessa animação, na minha humilde opinião, não há nenhum defeito! Cada detalhe é minuciosamente pensado, certeiro e a mensagem principal do filme é atemporal, sempre será válida e necessária! #TimeWoody rs
F
Fffábio5 de janeiro de 2021
Fffábio5 de janeiro de 2021Uma melhores animações já feitas
Perfeição. Roteiro, animação e personagem… Uma obra-prima da Pixar que acabou virando uma franquia com outras sequências.
M
Marisuri24 de julho de 2026
Marisuri24 de julho de 2026Me gustó tanto que me la veo más y más
Conversas sobre isto
G
Guiño Guiño4 de novembro de 2025
Guiño Guiño4 de novembro de 2025Versus de películas
¿Toy Story o Cómo entrenar a tu dragón?
1E
Esteban Eordogh21 de outubro de 2025
Esteban Eordogh21 de outubro de 2025Los Huevos de Pascuas del CIne más icónicos para debatir...
Para un debate acalorado, tenemos que ir a los pesos pesados. ¡Tengo unos cuantos en la cabeza que son oro puro! Los Huevos de Pascua del Cine más Icónicos para Debatir: La Alfombra de El Resplandor en Toy Story: ¿Por…
0E
Esteban Eordogh28 de maio de 2025
Esteban Eordogh28 de maio de 2025Debate sobre la vida profesional de Tom Hanks
Tom Hanks! ¿Por dónde empezar con ese hombre? Es como si cada vez que aparece en pantalla, te invitara a sentarte en el sofá y escuchar una buena historia. No sé tú, pero yo siento que lo conozco de toda la vida…
0




















