Toy Story

Toy Story (1995)★ 8.4/10

G · US · 81 min · 19 de novembro de 1995

  • Aventura
  • Animação
  • Comédia
  • Família
  • Fantasia

Direção: John Lasseter

Roteiro: John Lasseter, Pete Docter, Andrew Stanton, Joe Ranft, Joss Whedon

Woody, o amado boneco caubói de Andy, vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando Buzz Lightyear, um astronauta de brinquedo chamativo, entra em cena.

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Prêmios · 8 prêmios, 9 indicações

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Críticas

FFelipe G.S.4 de novembro de 2025
A Disney e a Pixar são as predominantes no que diz respeito a animações e, curiosamente, compartilham um início semelhante. Ambas iniciaram suas produções no formato de curta-metragem e, após certo tempo, avançaram para os longas. O primeiro longa-metragem da Disney, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), também foi o primeiro longa-metragem comercial em animação da história do cinema — “comercial”, pois houveram outros filmes independentes anteriormente, mas “Branca de Neve” foi o primeiro a ser exibido em cinemas internacionalmente. Na época, era possível enumerar facilmente as pessoas que acreditavam que a excêntrica ideia de Walt Disney tivesse sucesso. O filme, no entanto, surpreendeu e revolucionou a indústria, deixando todos abismados após a primeira sessão. No caso de “Toy Story” (1995), John Lasseter — que fora demitido da Disney por propor a utilização da computação gráfica nas produções do estúdio — queria provar que era possível unir arte com tecnologia e, assim como Disney, revolucionou a indústria cinematográfica.

É impressionante como “Toy Story” entrega um roteiro tão inovador e magistral, considerando que, ao testar técnicas inéditas, tende-se a deixar outros elementos em segundo plano. Lasseter, porém, prioriza todos os aspectos, sobretudo a história e o desenvolvimento de personagens, que até hoje poucas produções foram capazes de se sobressair.

Quanto à história, uma das razões para ela ser admirável é sua consistência de ritmo e qualidade. Não há momentos cansativos ou entediantes, somente uma história simples, divertida, cômica e extraordinária. Gosto deste momento inicial da Pixar, pois havia maior liberdade para enredos e piadas que atualmente seriam considerados “ácidos”. Uma terrível característica presente na maioria dos filmes infantis, predominantemente em animações, é a necessidade de fazer o filme ser uma longa lição de moral ou uma jornada de aprendizado para o espectador. Essa abordagem deteriora a experiência de quem assiste a partir do momento em que não há a elaboração de um roteiro e somente se busca priorizar a “linda mensagem” para as crianças. “Toy Story” mostra que não é necessário impor uma moral explícita a todo instante para poder passar uma bela mensagem ao final do filme.

As reflexões sobre substituição, companheirismo e aceitação são apresentadas estrategicamente pela Pixar por meio do desenvolvimento dos personagens. A construção que Lasseter faz para cada um dos brinquedos de Andy em pouco tempo de tela é primorosa, trazendo uma personalidade única e memorável a todos os personagens. Porém, dentre todos os brinquedos, dois se destacam: o impulsivo caubói Woody (Tom Hanks) e o desorientado patrulheiro espacial Buzz Lightyear (Tim Allen). O desenvolvimento da dupla é elaborado com precisão e tem como tema principal a aceitação individual de ambos para diferentes aspectos: enquanto Woody precisa aceitar a possível troca de preferência por parte de Andy, é necessário que Buzz compreenda sua verdadeira natureza e aceite a realidade. A mudança de pensamento dos protagonistas ocorre gradualmente e de forma coesa com as situações apresentadas, trazendo uma naturalidade essencial para o esplendor do filme.

“Toy Story” tem uma influência proeminente no cinema contemporâneo e anuncia a grandeza que a Pixar construiria a seguir. É, com certeza, o auge da criatividade da empresa e introduz o que seria uma das maiores franquias da história do cinema.
KKadson Breno21 de agosto de 2025
A parte mais genial de Toy Story é como o filme consegue mostrar as mudanças de culturais e de consumo da sociedade com uma cena de alguns minutos.

Woody representa o Western, gênero conhecido justamente pelo cowboys, além do cenário desértico. Além disso ele é um brinquedo de pano, um brinquedo mais simples e com apenas uma cordinha para puxar. Eles eram mais duráveis e sua diversão dependia da imaginação da criança. Buzz por outro lado representa a Ficção Científica, com naves espaciais, alienígenas, etc. Além disso ele é um brinquedo eletrônico e bem mais complexo, com luzes, asas retráteis e com certa movimentação própria, oferecendo uma experiência mais sensorial e imediata.

Em meados dos anos 50, 60, o Western estava saturado, sua fórmula estava cansativa e repetitiva. Na mesma época, provavelmente devido a corrida espacial, a Ficção Científica começou a ganhar força com suas histórias de exploração espacial, robôs, alienígenas, etc. E assim como no filme, Woody que antes era o favorito, agora precisa "dividir o palco" com Buzz.

A dinâmica entre Woody e Buzz representa perfeitamente essa mudança cultural na indústria do entretenimento, a rivalidade entre o velho e o novo, a tradição e a tecnologia. Woody representa um passado, que embora ainda muito querido, estava sendo ofuscado por um futuro tecnológico e focado no espaço. Buzz é o símbolo perfeito para representar esse gênero que estava em alta na época.

Acredito que essa seja a beleza de um filme, a capacidade de contar uma história, que embora pareça simples, mas que pode ser interpretada em um nível mais profundo
CCassidy_Kirby17 de setembro de 2024
Toy Story é um filme comovente que nos lembra das infinitas possibilidades e do valor até dos menores brinquedos. Assistir ao filme é como entrar no mundo dos brinquedos, vivenciando sua inocência e alegria.
HHarold_Short17 de setembro de 2024
Lançado em 1995, Toy Story foi dirigido por John Lasseter em sua estreia na direção, e foi o primeiro longa-metragem de animação computadorizada da Pixar e seu primeiro lançamento nos cinemas. O filme foi uma primeira tentativa bem-sucedida de um novo diretor e continua sendo o favorito de muitos, inclusive o meu.
AAdam_Norman16 de setembro de 2024
O ápice emocional de Toy Story é a constatação de Buzz Lightyear de que ele é apenas um brinquedo, um momento que repercute profundamente no público. A dinâmica em evolução entre Woody e Buzz simboliza os relacionamentos da vida real, com a narrativa clássica de Hollywood proporcionando um final feliz e comovente. A capacidade da Pixar de dar vida aos brinquedos foi simplesmente brilhante.
Pperlei46 de setembro de 2024
Este filme definitivamente vale a pena assistir! Traz o mesmo talento criativo e visão única da vida que fez "Monstros S.A." tão especial. Além disso, te atinge com seus belos retratos emocionais. A cena de perseguição do caminhão é de tirar o fôlego, criando um clímax incrível; e a maneira como usam a música para definir o clima é perfeita. Mas o que realmente impressiona são os momentos em que as pessoas comuns brilham intensamente. Verdadeiramente tocante.
DDonald.w6 de setembro de 2024
Sendo o primeiro longa de animação da Pixar, "Toy Story" se destaca como uma obra fascinante e extremamente imaginativa, mesmo para os padrões atuais. Não é apenas um mundo alegre dos brinquedos com consciência própria, mas também uma metáfora para a sociedade da vida real. É um conto de fadas que também se reflete nos adultos.
JJOSUÉ_65812 de maio de 2021

Filme engraçado

Filme engraçado e legal, não no mesmo nível de Toy Story 2 o melhor de todos, mas ainda em um nível inatingível por outros filmes de desenho animado. Boas risadas com as incoerências e bizarrices dos brinquedos, foi o pioneiro, inovou nas técnicas de animação e tudo mais. Bom para assistir com os sobrinhos, amigos ou até sozinho. Boas gargalhadas.
HH1POL1TO_R12 de maio de 2021

Nostalgia

Nostalgia. Animação. Personagens. Comédia. Trilha sonora. Clássico. História. Pixar. Excelência. Amizade. Demais.
GGO.DO.FRE.DO12 de maio de 2021

Incrível qualidade

É incrível a qualidade dessa animação, na minha humilde opinião, não há nenhum defeito! Cada detalhe é minuciosamente pensado, certeiro e a mensagem principal do filme é atemporal, sempre será válida e necessária! #TimeWoody rs
FFffábio5 de janeiro de 2021

Uma melhores animações já feitas

Perfeição. Roteiro, animação e personagem… Uma obra-prima da Pixar que acabou virando uma franquia com outras sequências.
MMarisuri24 de julho de 2026
Me gustó tanto que me la veo más y más

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