Críticas

Laura (1944)
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Fábio Rockenbach11 de junho de 2026
Fábio Rockenbach11 de junho de 2026Meu favorito de Preminger. Aqui tudo é superlativo pela maneira como qualquer uma das duas obras que existem dentro de um só filme circulam em torno da idealização de uma mulher que era menos ela do que, para todos os homens da sua vida, a mulher que eles idealizavam, principalmente entre o colunista e escritor que não apenas queria controlar ela como, intimamente, queria ser como ela, ou ao detetive que apaixona-se pela idealização de uma mulher assassinada, um retrato na parede que assombra e observa.
Gosto das duas metades dessa obra, a primeira pelo tom onírico, a segunda pela dubiedade que se ressalta dos diálogos deliciosos e da ótima construção de personagens. Lydecker é um dos melhores personagens do noir, um bon vivant arrogante que antecipa em muito o colunista high society que ganharia com Capote, nos anos seguintes, sua melhor representação real
Gosto das duas metades dessa obra, a primeira pelo tom onírico, a segunda pela dubiedade que se ressalta dos diálogos deliciosos e da ótima construção de personagens. Lydecker é um dos melhores personagens do noir, um bon vivant arrogante que antecipa em muito o colunista high society que ganharia com Capote, nos anos seguintes, sua melhor representação real

Backrooms: Um Não-Lugar (2026)
A
Ander Cover6 de junho de 2026
Ander Cover6 de junho de 2026Confesso que desconhecia o conceito conscientemente das ‘backrooms’. Digo isto pois ao pesquisar sobre, notei que já me deparei com alguns posts relacionados à esta cultura coletiva imaginária da internet, só não sabia que havia um nome ou uma comunidade que cultuava isso. Sinto que a sensação do conteúdo em si seja o grande mérito do filme. Dando teor misterioso ao que fica subjetivo, imaginário. Quando o filme opta por seguir em uma direção convencional da narrativa, caracterizando e dramatizando com mais “profundidade” os seus personagens, o filme perde suas forças ao expor demais suas fragilidades de roteiro.
Sinto que as melhores partes são quando tudo fica ainda na sugestão, na tensão, no incômodo. Quanto ao texto, diálogos e tentativas frustradas de explicação de uma certa mitologia, o filme me perde um pouco.
Destaque para uma boa direção do Kane Parsons, sendo um realizador muito jovem e vindo de um lugar relativamente novo, migrando para o cinema, o principal ponto do filme está ancorado justamente no seu ofício. Direção está melhor do que roteiro aqui. Existem seus méritos e seus deslizes, apesar disto é uma boa diversão. A pior parte para mim é sua conclusão mesmo.
Sinto que as melhores partes são quando tudo fica ainda na sugestão, na tensão, no incômodo. Quanto ao texto, diálogos e tentativas frustradas de explicação de uma certa mitologia, o filme me perde um pouco.
Destaque para uma boa direção do Kane Parsons, sendo um realizador muito jovem e vindo de um lugar relativamente novo, migrando para o cinema, o principal ponto do filme está ancorado justamente no seu ofício. Direção está melhor do que roteiro aqui. Existem seus méritos e seus deslizes, apesar disto é uma boa diversão. A pior parte para mim é sua conclusão mesmo.

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (2026)
C
Cinéfila Consumidora5 de junho de 2026
Cinéfila Consumidora5 de junho de 2026Um retrato sensível e comovente sobre os laços formados diante das circunstâncias improváveis e de tentar fazer enxergar a beleza e simplicidade do cotidiano.

Michael (2026)
C
Cinéfila Consumidora4 de junho de 2026
Cinéfila Consumidora4 de junho de 2026Cinebiografia com vibe de filme da sessão da tarde. Talvez por higienizar demais a história pessoal de Michael Jackson o filme não se torne tão convincente, mas a atuação de Jaafar Jackson está impecável e elementos da produção como direção de arte, cenografia e figurino são difíceis de passar batido.

Oito Mulheres e um Segredo (2018)
C
Cinéfila Consumidora4 de junho de 2026
Cinéfila Consumidora4 de junho de 2026Um spin-off que sabe inovar sem copiar a fórmula do original, enquanto traz um elenco estelar de mulheres e uma direção estilosa.

Devoradores de Estrelas (2026)
L
Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Primeiro, fiz a pior coisa que um espectador esperançoso pode fazer, ler o livro. É impossível sair livre de comparações, logo, grande parte da minha nota é devido a leitura, por tudo o que eu sabia estar por trás de alguma cena ali levemente pincelada. Tentando deixar o livro de lado: as cenas são tão belas, adorei o que tinha de verídico ali, veja bem, o filme não trabalha com chroma-key, o roteiro é simples mas não nos faz de burro, e a questão física dentro da trama é perfeitamente possível, estamos em vantagem em relação a grande maioria das produções atuais. Sandra Huller é maravilhosa, pra mim é sempre um deleite encontrar com ela em qualquer produção, Ryan Gosling é um dos melhores atores que temos quando se trata de produções blockbuster, com ele não tem erro, sendo que até os caras tem crush nele hoje em dia. Agora, para apontar falhas, eu achei as escolhas de trilha um pouco capengas onde se tenta forçar situações emocionantes, achei que o humor passou um pouquinho do ponto, esse humor millenial já é torturante o suficiente pra quem o viveu, pesar a mão não é legal, comentei em algum momento fazendo troça de mim: "esse professor é um verdadeiro manic pixie dream boy da ciência", e tomei um susto ao ouvir a mesmíssima coisa em um podcast de critica que escuto. É unânime e não tem cura: Gosling é nossa nova namoradinha. Deixando as chatices de lado, o filme tem uma lição muito bonitinha sobre união dos povos em prol de um bem maior, coisa que estamos precisando desesperadamente. Por fim, adorei o Rocky, adorei a nave dele, e outras coisas relacionadas, válido.

Andar na Pedra: A História do Raimundos (2026)
L
Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Não compartilho das crenças do Rodolfo, e tenho até um pouco de receio desse tom voltado ao testemunho da fé tomado como uma certa verdade, mas é a crença dele e a respeito, dito isso, senti muita verdade em suas palavras, não sei ao certo se o documentário tenta defende-lo de alguma forma ou se foi apenas o que aconteceu como aconteceu. O que fica claro aqui e registrado em suas próprias palavras é que o Digão nunca foi gente boa, em pelo menos 07 a cada 10 relatos dele eu revirava os olhos, envelheceu mal demais, com a mente pequena e tenta ainda arrastar essa banda de qualquer maneira. Prefiro ficar com a lembrança boa dos dois primeiros álbuns.

Uma História de Amor Americana (2020)
L
Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Meu tipinho de filme. Confesso que não sei de onde ele veio, só que estava me deparando constantemente com prints dele na minha rede social. Dinner in america é despreocupado e engraçadinho, mas possui umas questões ali no meio que são sérias, como pessoas que não se encaixam ou que possuem alguma divergência. Não se encaixar é difícil, mas quando você encontra uma conexão com alguém que te respeita e eleva seu potencial um novo horizonte se abre. E o filme é sobre isso, tratado até com certa leveza inclusive, e com bastante rebeldia punk.

Testemunha de Acusação (1957)
L
Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Não tem como um combo com Billy Wilder, Agatha Christie, Marlene Dietrich e Charles Laughton dar errado. Assistir "Testemunha de acusação" é vivenciar um dos maiores surprise motherfucker da história do cinema.

Friendship (2024)
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Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Friendship acontece quando você não espera nada e recebe nada e mais um pouquinho.

O Drama (2026)
L
Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Borgli tem boas intenções, mas precisa ainda aprender um pouco sobre sutileza. Alias, ficou evidente pra mim que os personagens nem sequer se conheciam direito pra sair por aí se casando, faltaram mais sinais de afinidade, o que surgiu aqui e ali não foi o suficiente pra me convencer. No mais, as atuações estão ótimas e o vestido de casamento da Zendaya é absurdamente lindo.

Happy Clapper (2011)
L
Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Alguém gostou muito da performance final da primeira geração de Skins hein.

Planeta do Tesouro (2002)
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Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Essa animação passou completamente batida por mim, eu sequer sabia de sua existência, e se trata daquela fase bem gostosinha da Disney, apesar das formulas e clichês.

Até os Ossos (2022)
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Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Alô sad girls e sad boys. Se você é romântico e brutal esse filme é pra você.

Ninguém Pode Saber (2022)
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Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Só topei essa minissérie por alguns motivos: 1) estava de férias e queria que meu cérebro estivesse liso liso como um peito de frango. 2) adoro Toni Collette em qualquer papel mas nos de mãe é algo realmente especial. 3) Nick Harp jovem e revolucionário culpado ou não culpado. Veredito: tive minhas pretensões atendidas? mais ou menos, mais ou menos.

The Crime of the Century (2021)
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Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Ontem em Last week tonight with john oliver, vi uma matéria sobre opiodes comprados aos montes em lojas de conveniência. É. Ninguém merece os estados unidos.

The Void (2016)
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Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Jurava que vi Aleister Crowley, porém, o Brow Cesario de Camp Rock não me deixou prestar atenção direito, que perturbação mental.

A Casa dos 1000 Corpos (2003)
L
Lee Rosal1 de junho de 2026
Lee Rosal1 de junho de 2026Rainn Wilson é o bagaceiro mais legal de nossa época, Rob Zombie é só maluco mesmo.


