
Laura (1944)★ 8.2/10
- Drama
- Mistério
- Film-Noir
Direção: Otto Preminger, Rouben Mamoulian
Roteiro: Vera Caspary, Jay Dratler, Samuel Hoffenstein, Elizabeth Reinhardt, Ring Lardner Jr.
O detetive Mark McPherson tem a missão de desvendar o misterioso assassinato de Laura Hunt. À medida que reconstrói a sua vida através dos testemunhos daqueles que a adoravam, ela fica cada vez mais obcecada.
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Ver tudo ›Prêmios · 1 prêmios, 4 indicações
Ver tudo ›- VencedorAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor fotografia – Preto e branco
- IndicadoAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor roteiro
- IndicadoAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor ator coadjuvante
- IndicadoAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor direção de arte – Decoração interna, Preto e branco
- IndicadoAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor diretor
Críticas
F
Fábio Rockenbach11 de junho de 2026
Fábio Rockenbach11 de junho de 2026Meu favorito de Preminger. Aqui tudo é superlativo pela maneira como qualquer uma das duas obras que existem dentro de um só filme circulam em torno da idealização de uma mulher que era menos ela do que, para todos os homens da sua vida, a mulher que eles idealizavam, principalmente entre o colunista e escritor que não apenas queria controlar ela como, intimamente, queria ser como ela, ou ao detetive que apaixona-se pela idealização de uma mulher assassinada, um retrato na parede que assombra e observa.
Gosto das duas metades dessa obra, a primeira pelo tom onírico, a segunda pela dubiedade que se ressalta dos diálogos deliciosos e da ótima construção de personagens. Lydecker é um dos melhores personagens do noir, um bon vivant arrogante que antecipa em muito o colunista high society que ganharia com Capote, nos anos seguintes, sua melhor representação real
Gosto das duas metades dessa obra, a primeira pelo tom onírico, a segunda pela dubiedade que se ressalta dos diálogos deliciosos e da ótima construção de personagens. Lydecker é um dos melhores personagens do noir, um bon vivant arrogante que antecipa em muito o colunista high society que ganharia com Capote, nos anos seguintes, sua melhor representação real
K
Karl5osca29 de maio de 2025
Karl5osca29 de maio de 2025Fiquei um pouco desapontada com a revelação — a inocência de Laura parece muito conveniente, e o roteiro se afasta da ambiguidade moral usual do noir para garantir um final feliz. Ainda assim, o design visual e os momentos finais do filme são impressionantes. Este se destaca como um dos melhores filmes clássicos em preto e branco.
E
Edmund_Turner27 de maio de 2025
Edmund_Turner27 de maio de 2025Outro noir que não parece um noir. É rápido, escrito com precisão e seus personagens são surpreendentemente tridimensionais. O mistério do assassinato pode parecer desanimador para os padrões atuais, mas a dinâmica entre Laura e seus três admiradores é muito mais convincente. O diretor Otto Preminger privilegia tomadas longas e cortes mínimos nas cenas de diálogo, conferindo ao filme um ritmo lânguido e hipnótico. O final ambíguo é um destaque.
B
Bertram_Tate1 de junho de 2025
Bertram_Tate1 de junho de 2025Me decepcionó un poco la revelación final: la inocencia de Laura parece demasiado conveniente, y el guion se aleja del tono amoral típico del noir para asegurar un final feliz. Aun así, el diseño visual de la película y sus momentos finales son deslumbrantes. Destaca como uno de los mejores clásicos en blanco y negro.
K
Kenneth_Weeks27 de maio de 2025
Kenneth_Weeks27 de maio de 2025Otro noir que no termina de sentirse como tal. Es ágil, de escritura aguda, y sus personajes son sorprendentemente tridimensionales. El misterio de asesinato puede resultar poco impactante hoy en día, pero la dinámica entre Laura y sus tres pretendientes es mucho más interesante. El director Otto Preminger favorece los planos largos y los cortes mínimos en las escenas de diálogo, dándole a la película un ritmo lánguido e hipnótico. El final ambiguo es uno de sus grandes aciertos.
A
Ana_Powers26 de maio de 2025
Ana_Powers26 de maio de 2025I was slightly disappointed by the reveal—Laura’s innocence feels too convenient, and the script veers away from noir’s usual fare of moral ambiguity to ensure a happy ending. Still, the film’s visual design and final moments are stunning. This stands out as one of the best classic black-and-white films.
P
P3atrícia21 de maio de 2025
P3atrícia21 de maio de 2025Another noir that doesn’t quite feel like a noir. It’s brisk, sharply written, and its characters are surprisingly three-dimensional. The murder mystery may feel underwhelming by today's standards, but the dynamic between Laura and her three admirers is far more compelling. Director Otto Preminger favors long takes and minimal cutting in dialogue scenes, giving the film a languid, hypnotic rhythm. The ambiguous ending is a highlight.


























