Críticas

O Drama (2026)
PPedro H. P. Guimarães12 de abril de 2026
The Drama não é um filme sobre segredos, é sobre o momento em que alguém decide o que fazer com eles.

Com uma direção íntima de Kristoffer Borgli, o filme desacelera a narrativa para observar algo simples, mas profundamente humano: o peso da verdade antes de um “sim”.

A edição é, pra mim, o grande destaque. Existe um respeito raro pelo silêncio, pelo tempo das emoções, e principalmente pelo que não é dito. O filme confia no espectador, e isso faz toda a diferença.

Zendaya trabalha no detalhe, na contenção, enquanto Robert Pattinson traz uma inquietação constante. Juntos, criam uma relação que parece real… e por isso mesmo, desconfortável. No fim, The Drama não entrega respostas.

Ele deixa uma pergunta: isso é drama… ou coragem?

E talvez seja justamente por não responder, que ele permanece com você depois dos créditos.
As Novas Aventuras De Flipper (1964)
CCinéfila Consumidora11 de abril de 2026
Nice sequel, though it still doesn’t differ much from its predecessor. The narrative was supposed to bring something fresh, but instead it follows almost the same rhythm, if not slower, of the original film. One of those light family films.
O Menino e o Delfim (1963)
CCinéfila Consumidora11 de abril de 2026
Enjoyable to watch if you’re looking for something more relaxed, but still the slow pacing is something that at times feels tiring. It’s a cute movie and in certain aspects brings us back to the 1960s with its atmosphere, soundtrack and cinematography.
As Pontes de Madison (1995)
PPedro H. P. Guimarães5 de abril de 2026
Contém spoilers
Há filmes que tentam nos conquistar com grandes acontecimentos, reviravoltas ou declarações intensas. Este não é um deles. Ele se constrói justamente no espaço entre essas coisas, nos silêncios, nos olhares demorados, nas palavras que quase são ditas, mas não chegam a existir. E talvez seja exatamente por isso que ele atinge tão fundo. Porque ele não grita… ele sussurra. E, ainda assim, ecoa.

Meryl Streep entrega aqui uma das performances mais impressionantes que já vi. Não é apenas atuação, é como se ela habitasse completamente aquela mulher. Existe um turbilhão emocional acontecendo dentro dela a todo instante: conflito, desejo, medo, entrega, responsabilidade. E tudo isso vive no detalhe mais sutil, no jeito de olhar, de respirar, de hesitar. É um trabalho que dispensa explicações, porque sentimos tudo antes mesmo de entender.

Clint Eastwood, por sua vez, não só acompanha com uma presença extremamente sensível em cena, como conduz o filme com uma direção de uma delicadeza rara. Ele entende que essa história não precisa ser acelerada, nem explicada demais. Ele respeita o tempo dos personagens, o tempo das decisões, o peso dos momentos. E, principalmente, ele sabe quando simplesmente deixar a cena existir, sem interferir, sem exagerar.

Mas, para além do filme em si, existe também a experiência de assisti-lo.

Eu vi essa história ao mesmo tempo que alguém importante para mim, alguém distante fisicamente, mas presente de uma forma difícil de explicar. E, de alguma maneira, o filme acabou criando uma ponte entre nós. Era como se cada cena estivesse sendo compartilhada em silêncio, como se aquilo que os personagens viviam também nos atravessasse. Não era só sobre o que estava na tela, era sobre o que aquilo despertava.

E é nesse ponto que o filme revela sua verdadeira força: ele não é, no fundo, apenas sobre romance. É sobre escolhas. Sobre a consciência de que amar alguém profundamente não significa, necessariamente, construir uma vida ao lado dessa pessoa. É sobre entender que existem encontros que mudam tudo… mas que não foram feitos para permanecer. E, mais difícil ainda, é sobre ter maturidade, ou talvez coragem, para aceitar isso.

A cena final sintetiza tudo de uma forma quase insuportável.

A chuva caindo, o carro parado, ele esperando… ela com a mão na maçaneta. Não é apenas tensão, é um momento suspenso no tempo. Ali existe uma vida inteira possível. Um outro caminho. Um outro destino. É o amor tentando romper todas as barreiras, enquanto a realidade insiste em se impor.

E o mais devastador é justamente o que não acontece. Ele não corre. Ela não abre a porta. E isso quebra completamente qualquer expectativa que o cinema nos acostumou a ter. Porque estamos condicionados a acreditar que o amor sempre insiste, que ele sempre vence, que ele ultrapassa tudo. Mas aqui… não. Aqui o amor entende. Ele respeita. Ele se cala. Ele aceita ir embora.

E talvez seja isso que mais dói: perceber que duas pessoas podem se amar de forma profunda, sincera, verdadeira… e ainda assim não terminarem juntas.

Mas existe uma beleza silenciosa nisso tudo. Porque esse amor não desaparece. Ele não se perde. Ele não é desperdiçado. Ele permanece, não na vida que foi vivida, mas dentro de quem viveu. Como algo que marcou, que transformou, que nunca deixou de existir.

Esse filme me pegou de surpresa de uma forma muito íntima. E, no fim, se revelou como um dos retratos mais honestos, e mais dolorosos, sobre o amor. Um amor que não precisa durar no mundo para ser eterno dentro da gente.
O Homem dos Sonhos (2023)
Jjonascoelhoam4 de abril de 2026
É um filme que, em alguns momentos, me perdeu justamente por não deixar tão claro, de início, o que queria discutir. A premissa é forte por si só, esse homem comum que passa a aparecer nos sonhos de outras pessoas, mas por um tempo parece que a narrativa gira em torno disso sem aprofundar muito.

Com o avanço da história, no entanto, fica mais evidente que o filme está interessado em algo maior, especialmente nessa lógica da cultura do cancelamento e na forma como a imagem de alguém pode ser completamente destruída por fatores que fogem ao seu controle. No caso aqui, o personagem não tem culpa direta do que acontece, mas passa a ser julgado por aquilo que as pessoas projetam nele, o que aproxima bastante o filme de dinâmicas muito presentes na internet.

É até clichê fazer essa comparação, mas inevitavelmente lembra um grande episódio de Black Mirror. E funciona justamente por isso, por pegar uma ideia absurda e tratar com uma base reconhecível.

O que mais me pegou, no fim das contas, foi o impacto emocional. Eu fiquei com muita pena do personagem do Nicolas Cage, um sentimento que eu particularmente não gosto de ter com protagonistas, porque é difícil sair dessa posição. E aqui isso acontece de forma forte. Terminei o filme realmente mexido, até porque, em alguns aspectos, ele me lembrou muito o meu próprio pai, o que deixou tudo ainda mais triste.
Alguém Me Vigia (1978)
Jjonascoelhoam4 de abril de 2026
Acompanhamos essa protagonista sendo constantemente observada, e o curioso é como a narrativa nos coloca em outro tempo, um mundo em que a comunicação ainda gira em torno de telefones fixos e em que nem mesmo existe a noção de “stalker” como entendemos hoje.

O roteiro é, em muitos aspectos, bastante protocolar, cheio de situações que hoje soam até como clichês do gênero. Ainda assim, o que faz o filme se destacar é a direção do Carpenter. Existe um controle de atmosfera impressionante, uma forma muito particular de conduzir a tensão que transforma uma história relativamente simples em algo muito mais envolvente.

É aquele tipo de filme que reforça como Carpenter domina a linguagem do suspense. Mesmo quando o material de base não é dos mais originais, a forma como ele constrói a experiência faz toda a diferença. Assistir a um filme dele acaba sendo sempre uma aula de direção.
Peaky Blinders: O Homem Imortal (2026)
Jjonascoelhoam4 de abril de 2026
Uma ideia interessante seria trazer esse personagem apenas para amargar o próprio passado. No início do filme, isso até acontece: Tommy Shelby surge como um fantasma de uma história que já terminou. Repetir a célebre frase “Por ordem dos Peaky Blinders” soa quase ridículo, justamente porque aquele tempo já passou.

No entanto, talvez essa abordagem não fosse considerada comercialmente atraente. Em vez disso, opta-se por inserir uma trama de fundo genérica, um figurão nazista que serve apenas como gatilho para transformar Tommy, um homem de fala mansa e olhar contido, em uma espécie de Rambo.

Para mim, essa escolha enterra qualquer possibilidade de criar algo que fuja do esperado. O filme até entrega um último frame visualmente bonito, mas que encerra uma jornada que não tem muito o que dizer.
O Morro dos Ventos Uivantes (2026)
Jjonascoelhoam3 de abril de 2026
O início é a melhor parte do filme, pois consigo sentir que esses personagens estão vivos e viverão esse amor proibido. É a velha história: amor não enche barriga. Gosto de como Emerald Fennell compõe esses personagens como seres quebrados, que amam de forma patológica, como forma de dominação, insegurança ou narcismo. Na embalagem, parece que o filme será um romance daqueles bonitinhos, mas ao assistir, percebe-se que é um filme totalmente espinhoso, nessa lógica de degradação. Claro que isso se esvazia demais quando parece que a história não tem muita síntese. E me incomoda que as personagens femininas sempre estejam em posição de sofrimento extremo. A diretora acaba pesando a mão nesse elemento do filme.
O Pentelho (1996)
Jjonascoelhoam1 de abril de 2026
Se existe um gênero que Hollywood insiste em subestimar, não é só o terror, é a comédia. E isso fica muito claro quando você pega um filme como esse aqui. Porque, na superfície, ele parece só mais uma comédia dos anos 90 estrelada pelo Jim Carrey. Mas não é.

O filme brinca com essa ideia de como o entretenimento molda comportamento. Na época, a televisão era o centro de tudo, era ali que as pessoas se reuniam, criavam referência, aprendiam como se comportar. E o personagem do Jim Carrey é praticamente um produto disso. Ele é alguém que cresceu sendo “educado” pela TV, sem filtro, sem base real. O resultado é esse cara completamente carente, invasivo e, em vários momentos, assustador.

E é aí que o filme vira quase outra coisa. Porque o que ele faz não é só comédia. Tem um desconforto constante. O personagem não é só engraçado, ele é perturbador. Se você muda o tom, isso aqui vira facilmente um filme de terror psicológico. Ele cerca o protagonista por todos os lados, manipula, invade, sufoca.

E o mais interessante é que o Jim Carrey entrega talvez uma das atuações mais completas da carreira dele. As caretas estão lá, claro, mas aqui elas não são só piada, elas ajudam a construir esse sujeito instável, imprevisível. Você ri e, ao mesmo tempo, fica meio desconfortável por estar rindo.


É um filme que fala sobre solidão, sobre a influência da mídia e sobre como a necessidade de conexão pode virar algo doentio quando não tem limite. E o mais curioso: isso tudo feito dentro de uma comédia que muita gente ainda não leva tão a sério quanto deveria.
Devoradores de Estrelas (2026)
AAnder Cover31 de março de 2026
Não estava preparado para ouvir "Two of Us', dos Beatles, aqui... Esse entrou diretamente no coração! Apesar de longa duração, não me incomodou. Acho que o tempo foi preenchido super bem, reforçando e construindo com mais carinho ainda a relação entre Grace e Rocky. É o filme mais completo até agora do ano, em termos de entretenimento. Tem comédia, drama, deslumbre visual, emoção, tem tudo aqui. Divertido e emocionante demais!
Amadeus (1984)
Jjonascoelhoam30 de março de 2026
Amadeus é, primeiramente, um filme muito renomado. São oito Oscars, super reverenciado e tudo mais. E sendo bem sincero, se não fosse por indicação, eu provavelmente deixaria ele pra depois sem pensar muito. Não é um tema que me atrai de cara, muito por uma certa distância que eu tenho com ópera. E aí entra até uma ignorância minha mesmo, porque eu sei que é uma arte incrível, mas nunca fui muito exposto a isso.

Só que aí quando eu assisti, mudou tudo. Fiquei completamente envolvido, meio hipnotizado até. A forma como o filme usa a ópera não é só estética, ela faz parte da narrativa, te puxa pra dentro. Mesmo sem ser algo que eu consumo no dia a dia, funcionou demais.

E o que mais me pegou foi como os personagens são construídos. Wolfgang Amadeus Mozart não é tratado como um gênio perfeito. Muito pelo contrário, ele é egoísta, excêntrico, às vezes até meio irritante. Tem momentos que você olha pra ele com certa aversão mesmo. E isso é ótimo, porque humaniza muito a figura dele.

Ao mesmo tempo, tem o Antonio Salieri, que é consumido pela inveja. E é curioso porque você também sente raiva dele pelas manipulações, mas entende de onde vem aquilo. É quase aquela ideia de olhar pro abismo e ele olhar de volta pra você. O cara reconhece a genialidade do Mozart, mas não consegue lidar com isso.

E mesmo sendo algo errado, é muito interessante ver até onde ele vai, como ele vai se destruindo e levando o outro junto por inveja, frustração e até um certo fanatismo.

É um filme que me surpreendeu muito. Não é só sobre música ou sobre a vida de um gênio, é sobre ego, inveja e essa dificuldade humana de aceitar que alguém pode ser extraordinário enquanto você não é.
Hush: A Morte Ouve (2016)
Jjonascoelhoam30 de março de 2026
Bom, Rush: A Morte Ouve é um filme cheio de tensão, com uma protagonista surda, e isso muda completamente a experiência. É o tipo de obra que pede um bom sistema de som, porque trabalha muito com a percepção sonora, com o que a personagem “ouve” ou deixa de ouvir, colocando você diretamente na pele dela.

Inclusive, foi um ótimo teste pro meu subwoofer, porque o filme explora silêncio e impacto de uma forma muito inteligente.

Outro ponto que me pega muito é a virada dela para o arquétipo da final girl. Quando ela escreve para a mãe que lutou até a morte, confesso que me emocionei, estava completamente imerso a história da personagem

É um filme muito competente do Mike Flanagan, daqueles que eu facilmente teria em Blu-ray e mostraria para o máximo de pessoas possível. Vale muito a experiência.
Devoradores de Estrelas (2026)
VVladimir Gufu29 de março de 2026
Magnífica
Promiscuidade, os Pivetes de Kátia (1984)
UUser-150303003328 de março de 2026
Contém spoilers
Bom demais interessante mmnsnsndsdndjdjdjsnxnxnsnsdbdjsmsdbnsmdndjdsjjdnjdnsnsndnnd na hj hjddjdjdjsdjdjdjjdnndmdmmdmdmdmmdjdkdjddjhdddjmddmsdndndjndndndnjdjdjsjdjjdjjsjdhdjsdjejjdjjdjjdjdjjdjsjjdjdjjjdjdjjdjdjjdjdjdjdjjddjksjdjdjdjjdjsjkdkekkdkdkkrkrkrkkekrkkdjkekkdjfhhwjsjdnsnbdhsjsjnxbdhehshshhrhwjjrbdjejwndjjwjdjdhhsjsndbhssjdb esse xvhsjduxbdbhvhbd no dnndbidinxhdjdjjdndhdhdhhhdhrjjdjjdjeje
Devoradores de Estrelas (2026)
PPedro H. P. Guimarães27 de março de 2026
Há alguns dias, uma ideia não saía da minha cabeça. Eu queria criar um hábito: escrever artigos sobre filmes que realmente me provocam, daqueles que continuam ecoando mesmo depois que os créditos terminam.

Minha primeira tentativa foi ambiciosa: “O que Saneamento Básico, Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto me ensinaram sobre o Cinema Brasileiro.”

Era um ótimo ponto de partida. Mas não passou do rascunho. Eu escrevia um pouco, parava, voltava… e nada parecia bom o bastante para sair dali. Talvez porque eu ainda estivesse tentando entender o que, de fato, eu queria dizer sobre cinema. Até que assisti a esse filme. E aí tudo mudou.

Não houve rascunho. Não houve preparação. Só aquela sensação estranha, quase silenciosa, de estar completamente dentro do filme. Não como espetáculo… mas como presença. Como se eu estivesse ali, vivendo cada instante com uma atenção que eu nem sabia que ainda existia em mim.

Quando terminou, não foi um choque imediato. Foi algo mais sutil. O filme ficou. Permaneceu. Como se ocupasse um espaço, pedindo para ser digerido com calma.

Foi nesse momento que eu entendi: eu precisava escrever. Não porque eu tinha algo completamente formado para dizer, mas porque eu não queria perder essa sensação. Talvez escrever sobre cinema não seja sobre alcançar o texto perfeito… mas sobre registrar o que um filme provoca enquanto isso ainda está vivo.
Super Mario Bros.: O Filme (2023)
Jjonascoelhoam25 de março de 2026
A composição desse filme é toda para celebrar o grande sucesso que é o jogo do Mário. Mas, além disso, percebo como os diretores captaram a essência de jogar em grupo se divertindo de maneira frenética. Gosto muito de como todos os personagens são descolados, e com isso, temos cenas empolgantes quando cada um tem o seu momento, em especial a Princesa Peach. Só não é uma nota 10 redondo porque parece que foi feito para o TikTok, e eu entendo o público-alvo, mas cinema sempre precisa de um respiro maior entre as cenas. Sendo justo, existem cenas que até conseguem trazer um pouco de reflexão ao caos, mas isso vai se perdendo ao longo da exibição. Se a sequência seguir nessa mesma pegada, teremos mais um ótimo filme nesse universo. Aguardaremos!
Nove Rainhas (2000)
Jjonascoelhoam25 de março de 2026
Contém spoilers
Nove Rainhas é um filme argentino que me remete diretamente ao cinema de Abel Ferrara e dos Irmãos Safdie, especialmente por esse retrato urbano caótico, cheio de vozes, gritos e tensão constante.

Acompanhamos dois trambiqueiros tentando sobreviver à base de golpes, vendendo selos falsos, as chamadas “Nova Rainhas”. E o filme cresce ao mostrar como o capitalismo molda essas figuras, pessoas sem pudor, altamente adaptáveis, quase como se tivessem um “superpoder” de enganar.

E momentos como a cena da criança tendo que escolher entre o dinheiro e um carrinho de brinquedo, ali o filme atinge um nível de síntese da crítica ao capitalismo.

O problema é que tudo isso parecia caminhar para um desfecho mais amargo, mais coerente com a proposta, como se dissesse que, no fim, nada daquilo teria valor real e que todo o esforço seria engolido por um sistema que só destrói.

Mas aí entra a reviravolta. E ela não só muda o tom, como enfraquece tudo que estávamos assistindo até ali. A sensação é de um final mais leve que não conversa com o resto do filme, quase como uma concessão. Não é nem o fato de ter furos de roteiro, isso o espectador até aceita, mas sim a quebra de coerência. O filme parecia interessado em explorar contradições duras e de repente opta por uma solução mais fácil, mais próxima de uma lógica novelesca.

Ainda assim, é um filme que vale a pena ser assistido, muito por se tratar de um cinema fora da lógica estadunidense.
Cara de Um, Focinho de Outro (2026)
AAnder Cover24 de março de 2026
Uma ótima surpresa da Pixar! Fazia tempo já que uma obra original não cativava tanto. Personagens bem trabalhados, decisões criativas divertidas que agrada todas as idades pelo exagero. Divertido demais.
It: A Coisa (2017)
CCinéfila Consumidora21 de março de 2026
Como alguém que leu a obra original antes, considero essa uma das melhores adaptações dos trabalhos de Stephen King. Com uma narrativa que mistura temas como terror, amizade e pertencimento, é uma história da qual muitos podem se identificar por terem passado por situações semelhantes às dos membros do grupo. As atuações, trilha sonora e fotografia dão ao filme sua identidade única.
It: Capítulo Dois (2019)
CCinéfila Consumidora21 de março de 2026
Uma boa sequência, mas ainda assim não supera o antecessor. Mesmo com a sua duração mais longa, o roteiro poderia ter mantido alguns elementos presentes no livro quando os personagens já são adultos. A escolha do elenco adulto para os membros do Losers Club é um dos picos altos da produção.