A Tragédia de Macbeth

A Tragédia de Macbeth (2021)★ 7.2/10

The Tragedy of Macbeth

R · US · 105 min · 24 de setembro de 2021

  • Drama
  • Mistério
  • Suspense

Direção: Joel Coen

Roteiro: Joel Coen, William Shakespeare

Um lorde escocês é convencido por um trio de bruxas de que ele se tornará o próximo rei da Escócia, e sua ambiciosa esposa o apoia em seus planos de tomar o poder.

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Críticas

Iincuraw7 de fevereiro de 2022

Muito bem trabalhado

A Tragédia de Macbeth é contido, vago e insano, tudo na medida certa, demonstrando a paixão do diretor em enfatizar os personagens, sob um novo prisma inspirado em tudo o que ele já conhece. Uma agradável surpresa para desvendar com os olhos.
Llaurinha7 de fevereiro de 2022

The Tragedy of McDormand

É visualmente lindo, mas se eu quisesse assistir a uma peça de 1600 com o inglês de 1600, era só eu viajar até 1600
Mmeangirl19 de janeiro de 2022

Excepcional

Cinematografia excepcional, o filme tem um visual verdadeiramente surpreendente!! A escolha por cenários mínimos faz com que o filme tenha uma sensação de estar em um teatro, o roteiro, a direção e a atuação são 10/10. Provavelmente, um dos melhores usos das sombras em qualquer filme!!
MMovie Pro19 de janeiro de 2022

Muito bom

Este filme é rodado em preto e branco, com cenários esparsos e sombras nítidas, fazendo com que muitas cenas sejam incríveis.. O desenho do som, mais uma vez esparso, se encaixa com este ethos. É um contraste nítido com os sucessos de bilheteria carregados de CGI.
MMaratonando19 de janeiro de 2022

Ansiosa

Ansiosa,quero muito assistir
Ccoringa19 de janeiro de 2022

Tem tudo para ser bom

Expectativa esta alta!
Nnadadecapa19 de janeiro de 2022

Versão minimalista

Depois de inumeras adaptações das quais opta por diferentes focos e abordagens, aqui numa versão mais minimalista, o diretor foca no texto poético e nas atuações intrigantes. Aparentemente com basto custo ele também utiliza de artificios na fotografia e até no fato do filme ser preto e branco, para fazer as cenas ficarem bonitas e charmosas e sem a necessidade de grandes cenas de guerra ou efeitos visuais modernos.
LLucianoAvila1 de agosto de 2024
Los primeros 20 minutos estuve luchando por entender qué decían los personajes, pero perseverando el cerebro se agiliza en la decodificación del inglés antiguo. Mientras tanto, me pregunté por qué no tradujeron los diálogos a algo más amable al espectador de hoy, pero con el pasar de la película me dí cuenta que sería muy difícil hacer una adaptación sin que perdiera la solemnidad del material original, cosa que efectivamente acaba siendo un elemento fuerte en el carácter de la película y que combina muy bien con su estética visual.


En cuanto a la narración, de a ratos se siente apurada, hay momentos en los que algunos personajes (sobre todo Macbeth) parecen tener saltos en su evolución, sucediéndose cambios considerables en los que no se termina de comprender cómo los personajes llegaron mentalmente a eso. Cosa que sí maneja mejor la versión de Kurosawa, además de añadirle un tono épico y grandilocuente del que The Tragedy of Macbeth carece, donde el pueblo no existe y la narración casi no se mueve del punto de vista de los personajes principales, lo que transmite una sensación de que todo lo que sucede lo hace a una escala más pequeña y cercana.


De todas maneras, recomendaría ver esta adaptación del amigo Coen por lo que debe ser su punto más fuerte (y que me hace darle media estrellita más): la estética. La película desborda encuadres de una belleza inusitada, de esos casos donde el arte y la fotografía se combinan maravillosamente para dar planos que parecen pinturas. Es la película más bella de la filmografia Coen, y sorprendentemente no la fotografió Deakins (!). De hecho, declaro ahora que todas las instituciones que no le concedan a esta película al menos una nominación a mejor fotografía, van a perder automáticamente mi respeto (como si lo tuvieran).
NNexus Striker30 de janeiro de 2023

Just Joel Coen

Macbeth and Lady Macbeth with the best acting skills in history, bravo to the cast. The cinematography of the movie is so good that there is nothing to say, the minimalist black and white set makes the stage play full, but the biggest feeling is-the Coen Brothers disintegrated? Why only Joel Coen? Why didn't Ethan Coen co-create the film?
Hh-Broad26 de janeiro de 2022

Speechless

Denzel Washington seems to have left every bit of his talent in this movie, and that's even before uttering a single word written by the one and only Shakespeare. On another note, my compliments to the director, Joel Coen, for doing an amazing job, he's extremely talented.

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