Críticas

Ghostbusters: Mais Além (2021)
CCinéfila Consumidora6 de novembro de 2025
Confesso que logo no começo achei o filme um pouco parado, sem se encaminhar muito para um lugar específico, mas conforme os conflitos vão acontecendo o andamento da narrativa começa a aprimorar mais. Talvez a duração pudesse ser um pouco mais curta, com uns 20 ou 30 minutos a menos, mas ainda assim para mim a melhor parte foi literalmente a cena final onde os antigos Ghostbusters se reúnem novamente diante de uma nova geração e a aparição comovente do fantasma do personagem de Harold Ramis.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito (2025)
UUser-14910884016 de novembro de 2025
Vai ser perfeito demaissss
American Pie: A Primeira Vez é Inesquecível (1999)
UUser-14908843685 de novembro de 2025
Bom
Bem-vindos a África (2019)
Eeliegis mueller5 de novembro de 2025
não abre o filme
Toy Story (1995)
FFelipe G.S.4 de novembro de 2025
A Disney e a Pixar são as predominantes no que diz respeito a animações e, curiosamente, compartilham um início semelhante. Ambas iniciaram suas produções no formato de curta-metragem e, após certo tempo, avançaram para os longas. O primeiro longa-metragem da Disney, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), também foi o primeiro longa-metragem comercial em animação da história do cinema — “comercial”, pois houveram outros filmes independentes anteriormente, mas “Branca de Neve” foi o primeiro a ser exibido em cinemas internacionalmente. Na época, era possível enumerar facilmente as pessoas que acreditavam que a excêntrica ideia de Walt Disney tivesse sucesso. O filme, no entanto, surpreendeu e revolucionou a indústria, deixando todos abismados após a primeira sessão. No caso de “Toy Story” (1995), John Lasseter — que fora demitido da Disney por propor a utilização da computação gráfica nas produções do estúdio — queria provar que era possível unir arte com tecnologia e, assim como Disney, revolucionou a indústria cinematográfica.

É impressionante como “Toy Story” entrega um roteiro tão inovador e magistral, considerando que, ao testar técnicas inéditas, tende-se a deixar outros elementos em segundo plano. Lasseter, porém, prioriza todos os aspectos, sobretudo a história e o desenvolvimento de personagens, que até hoje poucas produções foram capazes de se sobressair.

Quanto à história, uma das razões para ela ser admirável é sua consistência de ritmo e qualidade. Não há momentos cansativos ou entediantes, somente uma história simples, divertida, cômica e extraordinária. Gosto deste momento inicial da Pixar, pois havia maior liberdade para enredos e piadas que atualmente seriam considerados “ácidos”. Uma terrível característica presente na maioria dos filmes infantis, predominantemente em animações, é a necessidade de fazer o filme ser uma longa lição de moral ou uma jornada de aprendizado para o espectador. Essa abordagem deteriora a experiência de quem assiste a partir do momento em que não há a elaboração de um roteiro e somente se busca priorizar a “linda mensagem” para as crianças. “Toy Story” mostra que não é necessário impor uma moral explícita a todo instante para poder passar uma bela mensagem ao final do filme.

As reflexões sobre substituição, companheirismo e aceitação são apresentadas estrategicamente pela Pixar por meio do desenvolvimento dos personagens. A construção que Lasseter faz para cada um dos brinquedos de Andy em pouco tempo de tela é primorosa, trazendo uma personalidade única e memorável a todos os personagens. Porém, dentre todos os brinquedos, dois se destacam: o impulsivo caubói Woody (Tom Hanks) e o desorientado patrulheiro espacial Buzz Lightyear (Tim Allen). O desenvolvimento da dupla é elaborado com precisão e tem como tema principal a aceitação individual de ambos para diferentes aspectos: enquanto Woody precisa aceitar a possível troca de preferência por parte de Andy, é necessário que Buzz compreenda sua verdadeira natureza e aceite a realidade. A mudança de pensamento dos protagonistas ocorre gradualmente e de forma coesa com as situações apresentadas, trazendo uma naturalidade essencial para o esplendor do filme.

“Toy Story” tem uma influência proeminente no cinema contemporâneo e anuncia a grandeza que a Pixar construiria a seguir. É, com certeza, o auge da criatividade da empresa e introduz o que seria uma das maiores franquias da história do cinema.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito (2025)
AAghata que ama aouad ;-;4 de novembro de 2025
Fddddd
FedCon XXI (2012)
JJose luis Sequen socoy3 de novembro de 2025
Kkgjkryj
Viva: A Vida é uma Festa (2017)
WWesley Cauã2 de novembro de 2025
Filme muito bom
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito (2025)
FFtropa Rendimeaclt2 de novembro de 2025
Ok
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito (2025)
BBernardo Benício2 de novembro de 2025
perfeito
Faça Ela Voltar (2025)
AAlinne Pereira da Silva1 de novembro de 2025
Esse filme é simplesmente perfeito, do começo ao final, entregou tudo sem prometer nada!
É um filme que te deixa completamente desconfortável, agoniado, tem cenas que você não consegue nem olhar pra tela, parabéns fazia muito tempo que um filme de terror não me deixava com essa sensação.
O Corvo (1994)
KKlopper RPH1 de novembro de 2025
Contém spoilers
Infelizmente o (merecido) status de clássico cult e a infeliz tragédia que cercam O Corvo meio que eclipsam a verdadeira grandeza do filme de Alex Proyas: tanto como um belo debut na direção; como o encapsulamento de todos fetiches estéticos de uma era, entregues sob uma penumbra de criatividade fantástica; ou por seu incrível controle distinto de estilo e linguagem de gênero que ele oferece de sobras sob uma aura de desolação existencial evocativa que formam aquele raro tipo de definição “à frente de seu tempo” para o panteão de adaptação de quadrinhos.

Precedendo a era dos filmes quadrinhos casca-grossa com classificação R, estabelecida por títulos como Blade no final dos anos 90 e depois impulsionada por Sin City em meados dos anos 2000 e suas ruas sombrias banhadas pelo espírito Neo-Noir. Enquanto que Proyas parece ser uma das únicas almas criativas que já havia entendido perfeitamente o que Tim Burton fizera com seu Batman em 89, assumindo o look e tom sombrios de seu material de origem e injetando-os no design artístico, tom e palheta visual. Honrando o traço original do autor de O Corvo, James O’Barr, mesmo que agora à cores, mas filmado sob iluminação “chiaro-escuro” (claro e sombrio), ao mesmo tempo em que ecoa trabalhos semelhantes de Frank Miller ou Alex Maleev, desenhados com aquela tristeza matizada e raiva abstrata impressa em cada traço à mão.

Sendo recheado da melancolia existencial emo das páginas de O’Barr trazida à vida com uma sensibilidade emocional séria, digna de um romance de monstro gótico, inserida em uma realidade opressiva e assombrada de um mundo condenado, com essa versão videoclip de Detroit se tornando sua própria proto-Gotham City com becos sombrios, ruas molhadas, céus vermelhos e arquitetura industrial esfumaçada, banhada em sombras e uma paisagem urbana decadente. Parecendo a versão absolutamente moderna de um conto de fadas expressionista alemão digno do primeiro Batman de Burton, mas elevado a uma capa álbum de rock en roll de metal, misturado com um conto sombrio de Edgar Allan Poe incorporado à personalidade carnavalesca dos quadrinhos.

Firmando uma tradução “da página para a tela” quase perfeita e que alcança resultados muito melhores do que tentativas posteriores que até hoje se tornam vítimas de ritmos lapidados e desconjuntados vindo de produtores executivos e suas decisões “criativas” icócuas, ou apenas tentativas criativas superestilizadas e vazias. Capturando lindamente a consistência visual Neo-Noir de uma longa noite de pavor onde monstros perambulam, e onde até o ritmo flui como o virar das páginas de quadrinho, ritmado com precisão cronometrada que captura a linguagem sequencial e a câmera se porta como se fosse cada tira quadrinhesca atravessando cada beco escuro, apartamento sujo e calçada encharcada sempre que a narrativa salta de um personagem para outro e habitamos cada centímetro de tempo e espaço desse universo de maneira sempre vívida e contínua.

Que pode até ficar um pouco vago quando a narrativa não vai muito além de sua rica superfície texturizada mas que atua sob uma estrutura de clichês bem previsíveis de busca por vingança, mas com alguns momentos inesperadamente doces e de troca terna entre os adoráveis ​​​​personagens secundários de Albrecht (Ernie Hudson) e Sarah (Rochelle Davis) que novamente reafirmam a aura de luto e melancolia sincera que ronda a própria obra. Fazendo o que acaba impresso na tela forte o suficiente para gerar uma impressão duradoura, presente solamente na performance de Brandon Lee.

Sua atuação como Eric Draven é nível Heath Ledger como Coringa, devorando absolutamente cada uma de suas falas e tempo de tela com exuberante confiança e entusiasmo que irradia a frieza magnética e imponente de seu personagem. É exatamente como testemunhar uma persona de história em quadrinhos ganhando vida, transmitindo a vingança luxuriosa e espectral ambulante, a sede sádica de sangue, mas também a inocência torturada de um coração puro e bom escondido por trás de tudo. Ele é o vigilante anti-herói que você teme, mas seu lado emo sadicamente deseja ser. Mas também a figura trágica que você absolutamente se vê envolvido, que auxiliada pelas trágicas circunstâncias da vida real, a melancolia que cerca cada uma de suas cenas se torna palpável à um nível espiritual.

Inegavelmente a alma do filme, mas cada um dos rostos memoráveis ​​​​e personalidades que o cercam também brilham aqui. Michael Wincott não errava nenhuma interpretando vilões nos anos 90 e seu Top Dollar é provavelmente o mais divertido e diabolicamente malicioso do ator, acompanhado pelo próprio Candyman, Tony Todd, como seu assistente / capanga – e Todd ainda o vende de forma tão dominadora e fodão.

E sim por mais que o destaque do filme seja realmente na atmosfera penetrante linguagem visual quadrinhesca trazida à vida graças a icônica atuação central, mas também não faz nada feio quando vamos para usuais sequências de tiroteio e ação onde o imortal arauto da morte se s
O Que Houve Com a Secretária Kim? (2018)
TTaise Guedes1 de novembro de 2025
Muito bom
Feios, Sujos E Malvados (1976)
SSabina Anzuategui1 de novembro de 2025
Crítica social com ironia. Provocativo e atual.
In the Future (2010)
SSabrina Paulina1 de novembro de 2025
É um filme legal
O Terminal (2004)
BBegalliMathias1 de novembro de 2025
a cena que ele traduz o migrante para o agente migração do aeroporto, falando que o remedio para o pai dele na verdade era remédio de bode, mostrou o quanto a situação migratório pode unir pessoas mesmo nas condições mais adversas em prol do bem comum, mostrando que o mundo pode ter menos fronteiras e mais pontes.
A Meia-Irmã Feia (2025)
TTatiele Oliveira1 de novembro de 2025
Contém spoilers
Bom