Críticas

Ilsa, a Guardiã Perversa da SS (1975)
UUser-149502911718 de novembro de 2025
Contém spoilers
quero ver
com amigos,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,
Todo Mundo Odeia o Chris (2005)
CChristiano Nigro18 de novembro de 2025
One of my favorite series, it has intelligent humor and a great format to watch. The characters are excellent, but the highlights are Julius and his wife.
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004)
TThalita freitas17 de novembro de 2025
Bom
Stranger Things (2016)
MMiguel Feliciano17 de novembro de 2025
ytyftgyh
Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005)
AAnder Cover16 de novembro de 2025
É impressionante ver que a cada relançamento de Harry Potter nos últimos anos, fica mais evidente a força que a franquia tem em ainda permanecer querida por tantos fãs. Mesmo em meio à todas as polêmicas envolvendo a JK, o amor dos fãs ainda perdura, mantendo-se fiéis à obra. Dito isto, Cálice de Fogo é um dos mais divertidos da franquia. Aqui temos muito humor, ao mesmo passo que crava ainda mais o tom sombrio que a série adotaria nos próximos filmes. Muito feliz em poder ter visto esse no cinema. Agora sim posso dizer que assisti todos os filmes HP no cinema (com exceção do Câmara Secreta).
Frankenstein (2025)
TThai Settecerze15 de novembro de 2025
Amei o filme!
Diário de uma Paixão (2004)
77Hevertonpaulo Silva15 de novembro de 2025
bom
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito (2025)
AArthur_vk14 de novembro de 2025
Ótimo
Rocky II - A Revanche (1979)
GGUILHERMEWALLA😃DARES12 de novembro de 2025
Para os amantes&obsecados do PUGILISMO&dos desafios que antecedem a luta final É UMA ÓTIMA RECOMENDAÇÃO!Mas,quem deseja extrair ALÉM do PUGILISMO&dos desafios ficará decepcionado pq o resto do resto é muito ÁGUA COM AÇÚCAR 💦💧💧💧💦💦💦💦💦💦💦💦💦💦💦💦💦💦💦💦💦💧💦💦💦💦💦💦💦💦💦💧💦💦🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍬🍨🍨🍨🍨🍨🍨🍨🍨🍨🍨
The Story of Looking (2021)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
Mark Cousins é um livro aberto e sem pudor (essa vale pra aspectos amplos). Me agrada a maneira poética que ele se apega a ideia de conceber esse olhar, me agrada também suas listas e momentos dos quais avalia, como destrincha quase tudo com olhar lúdico. Aqui encontrei alguns excessos, mas ao considerar sua condição física a essa altura da vida, me pego pensando se também não ficaria tão sensibilizada, logo, tá valendo.
Kurt Vonnegut: Unstuck in Time (2021)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
Após Unstuck in time é impossível não ficar com a risada carregada e constrangida do Kurt na cabeça, seu humor sarcástico era fino assim como sua literatura. Interessante constatar que ele era assim mesmo a maioria do tempo, tão sagaz, interessante também foi a abordagem do documentário, mesmo não pedindo por nada do Bob Weide, o diretor foi além e demonstrou que biografava um amigo de fato. Tenho um pouco de receio desses documentários porque conhecemos um pouco mais do autor para além de sua escrita e com isso corremos o risco de gostar dele um pouco menos por conta de sua característica humana, logo, alguns pontos de sua vida, algumas decisões impactaram mesmo na minha visão a seu respeito. Acontece, porém, ainda o lerei e ainda o respeito.
Inimigos Pelo Destino (1987)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
Filme dos anos 80 que tem aquela cara típica de sua década, tem o som de sua década, sua visão e sua maneira de retratar gangues, separando gente "cool" de gente "careta". Tem ação, drama e musicalidade. A cena de abertura é uma delicia, um verdadeiro videoclipe e você mal pode imaginar o drama que se segue logo na sequencia, aliás, se tratando de Abel Ferrara e se tratando de uma releitura oitentista de Romeu e Julieta, você sabe exatamente o que vem por aí, mas ainda assim se surpreenderá. Filmão pra quem gosta do tipo, não decepciona.
Joyce Carol Oates: A Body in the Service of Mind (2021)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
JCO faz mais ou menos o que eu já suspeitava, usa bastante o noticiário pra trazer reflexão, o maravilhoso de sua escrita é a maneira como consegue se colocar no lugar de um outro e narrar mesmo em primeira pessoa como é ser diferente em um mundo que tenta nos catalogar o tempo todo. Imagino que o cuidado que ela precisa ter com esse gesto é o de não se repetir demais e não se limitar, embora a repetição já venha acontecendo tem um tempo. Sua origem é curiosa assim como a maneira como ela vive nos dias atuais, bastante reclusa, nota-se que é alguém muito mais da observação, conseguindo assim ser tão naturalmente empática com o próximo.

A respeito do documentário temos a situação inversa do que me ocorreu ao ver o documentário do Vonnegut (parte do mesmo festival) a pessoa de Joyce me ganhou um pouco mais, mas o documentário é muito quadrado, muito tradicional, pouco inventivo e um pouco cansativo justamente por esse motivo.

Obs: Alias, será que alguma editora vai traduzir Them ainda para o português, sua abordagem no documentário foi tão interessante, eu jurava até que a série que a Amazon produziu com o mesmo nome fosse adaptação do seu livro de alguma forma, mas parece que de fato não é.
Garotas (2014)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
Ás vezes a felicidade em assistir um filme muito fora da época de lançamento, está em não encontrar empecilho ao comparar com algo que foi lançado mais ou menos próximo e que claramente tem uma forte ligação, ou de alguma forma se torna resposta um ao outro e etc, indo direto ao ponto falo sobre Boyhood. Prometo tentar não esmiuçar tanto ou me desdobrar demais na comparação entre os filmes, mas apenas passar pelo básico: em Boyhood acompanhamos o amadurecimento de um homem norte americano, branco, de classe média e em Girlhood acompanhamos também um processo de amadurecimento só que dessa vez de uma mulher francesa, negra e periférica. Pronto, temos aqui para além do título suas semelhanças e diferenças expostas.

Vi e compreendi em Girlhood um recorte desse processo, como se espiássemos por uma fresta cinematográfica um pedaço da vida daquela garota enquanto cresce, Marieme está descobrindo o mundo e a partir do momento que se depara com diferentes pessoas suas próprias escolhas vão criando forma, ela se descobre e de fato amadurece, para o bem ou para o mal. O filme mostra de maneira muito honesta como a vida é realmente difícil para alguns de nós e que nossas opções se estreitam e muito a depender de onde socialmente nascemos ou como nascemos, e que estar em um país de 1º mundo ás vezes de nada vai ajudar, estamos a margem. Isso é facilmente compreendido tanto quanto é doloroso, mas ao mesmo tempo a diretora faz com que a alegria da juventude esteja presente, e que mesmo sem recursos para vida além da sobrevivência, encontra-se uma maneira de viver. Céline Sciamma quis abrir uma janela para um momento decisivo na vida de uma jovem em suas condições, Richard Linklater quis abraçar todo o processo de infância e amadurecimento de uma pessoa, são pessoas em condições muito diferentes. E embora eu possa afirmar de maneira bastante pessoal que o recorte de Sciamma tenha me emocionado muito mais as duas histórias são bastante válidas.
X - A Marca da Morte (2022)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
É inovador e revolucionário? hm, de certa forma não, mas sim, mas ... não! Brincadeiras a parte, tem seus momentos positivos, um exemplo, é como aborda as angústias de pessoas idosas e como elas são facilmente descartadas pela sociedade, essa pincelada é no mínimo interessante. Toda promessa de homenagem ao Slasher e principalmente ao Massacre da serra elétrica etc etc faz crescer a expectativa dos fãs do tema, só não isenta o filme de ser um tanto mais do mesmo sem grandes surpresas. Já faz um tempinho que ser um filme produzido pela famosa e idolatrada A24 não significa mais tanta coisa assim, embora isso já tenha se tornado status fortíssimo e selo de qualidade pra geral. Porém, não da pra negar que a fotografia e edição estão muito bons, fazendo inclusive confundir se o filme é mais algo novíssimo ou se faz parte dos clássicos (isso esteticamente falando) no mais, Mia Goth é lindissima, né, bisho? e é nossa (digo, parte brasileira) e Jenna Ortega está virando nova promessa do terror ou é apenas impressão?
Bom Comportamento (2017)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
Good time pra mim foi como um After hours "da vida real" onde Connie vai se enroscando cada vez mais enquanto tenta resolver uma única situação que se multiplica rapidamente em uma ramificação de tretas brabas. Quando a voz de Iggy Pop e seu the pure and the damned surge junto aos créditos e a cena final somando a conclusão da trama, é que relaxamos levemente, encontrando um respiro depois de quase 101 minutos sem piscar. Os irmãos Safdie são tão mestres da odisseia da agonia, do desespero e das situações criativas quanto nossa necessidade de thriller bom que corre nas veias almeja.
Cosmópolis (2012)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
Baixo aproveitamento. Os diálogos de Cosmópolis dispersam e muito o espectador, é verborrágico e faz pouco sentido, mesmo sabendo que sua intenção é mesmo distanciar, o ar blasé, superior e distante não agrega em nada, uma vez que eles apenas arranham pautas interessantes, uma pena pois a premissa era mesmo promissora. Erraram a mão e não tem Cronenberg, Delillo, Pattison, Giamatti, nem Binoche que conserte.
Red: Crescer é uma Fera (2022)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
Nunca fui de criar expectativa com animações da Pixar, (isso puramente por questões pessoas), apesar de assistir todos possíveis. Como "quase" sempre se trata de um filme bastante competente, mesmo recorrendo a algumas formulas que já conhecemos muito bem. Turning red pode ser especialmente gostosinho, creio eu, para pessoas que cresceram nos anos 2000. Como se passa nessa época parece que uma memória salva e esquecida da minha pré adolescência foi resgatada e com sucesso. O desdobramento a cerca das emoções da protagonista também é algo que eleva o interesse, contornando muito bem toda aquela alegoria de ritual. Alias, cuidado! " A trilha sonora fica na cabeça "
Um Jantar Entre Espiões (2022)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
Lento e previsível mas amo a Thandiwe Newton.
Possessor (2020)
LLee Rosal12 de novembro de 2025
O desenrolar desse filme é um mas poderia ser inúmeros outros, e mesmo diante de tantas possibilidades rumou bem e instigou muito. Acredito que é uma puta responsabilidade criar e conduzir algo desse nível, por fim, é realmente uma experiência ótima acompanhar o cinema vivo que faz refletir. PS: e quem diria que em uma só semana eu iria criticar Cronenberg pai (Cosmopolis) e elogiar Cronenberg filho.