Críticas

Chicago (2002)
CCinéfila Consumidora16 de maio de 2026
A produção é impecável, desde as coreografias até aspectos como direção de arte, figurino e edição. As performances são muito boas, com destaque a Catherine Zeta-Jones, mas a narrativa do filme se encaminha para um lado mais para cansativo.
Dança Comigo? (2004)
CCinéfila Consumidora16 de maio de 2026
Uma graça de filme. Deu até vontade de aprender a dançar. Uma daquelas obras que elevam o astral quando estamos precisando.
Michael (2026)
RRodTmi16 de maio de 2026
"Sessão da Tarde" Vibes - Michael é um filme "correto" e para a todas as idades que conta a história do ídolo Pop de sua infância até a consolidação da carreira solo - Digo correto, por não ser uma obra prima do cinema, mas também está longe de ser algo mal executado.
Há quem critique que o filme esconde muitos detalhes - mas é um filme feito de fã para fã... E no final, não é isso que todos nós gostaríamos de ter na própria biografia? Alguns pequenos feitos enaltecidos, momentos mais marcantes trazidos de maneira leve e bonita e alguns fatos indiscretos e desconfortáveis apagados da visão dos outros?
Por conta disso, o filme se torna o típico filme para assistir numa tarde chuvosa, trazendo um ar de "tudo pode ser, só basta acreditar".

Um fato interessante, é que na sessão que fui, haviam mães levando seus filhos para conhecer seu ídolo, namorados, casais de idosos e todo o tipo de gente - fazia muito tempo que não via um público tão diverso na sala de cinema.
A Lenda do Zorro (2005)
CCinéfila Consumidora13 de maio de 2026
Uma continuação boa, mas que carece de ambição. O humor chega a um nível algumas vezes exagerado, o que acaba criando um tom e atmosfera que não necessariamente se identificam com a identidade de Zorro. Em matéria de aspectos da produção como roteiro, fotografia e coreografia nas cenas de ação, não mantém a qualidade do primeiro, mas ainda assim consegue ser convincente.
Torturada Pelo Próprio Pai (2021)
99998202416712 de maio de 2026
Contém spoilers
Esse filme e baseados em Gatos reais! Se O filme ja e assim imagina a real Historia
Justin Bieber: Never Say Never (2011)
UUser-150328165611 de maio de 2026
quiero verla
A Noiva! (2026)
CCarlos viu esse filme9 de maio de 2026
A Noiva! talvez carregue parte de seu esquecimento justamente na ousadia. Em tempos de grandes produções cada vez mais domesticadas, o filme escolhe o caminho exagerado, verborrágico, instável e disposto a acumular referências sem qualquer preocupação em parecer elegante. Para um projeto de alto orçamento vindo de um grande estúdio, há algo quase irresponsável em sua liberdade criativa.

Maggie Gyllenhaal constrói a narrativa como a própria criatura de Frankenstein: feita de pedaços que nem sempre combinam entre si. Horror gótico, romance criminal, manifesto feminista, melodrama pop e fantasia clássica disputam espaço numa colagem amorfa que frequentemente ameaça ruir.

Nem tudo funciona, mas a cicatriz aparente entre essas partes é precisamente o que dá identidade ao filme.

Pode ter sido um fracasso, mas há algo especial em A Noiva!: ele existe como um filme de verdade. Não como produto perfeitamente calibrado, mas como uma obra que aceita o risco do ridículo, do excesso e da desordem para sustentar personalidade própria. Mesmo amorfo, continua vivo.
O Diabo Veste Prada 2 (2026)
AAnder Cover7 de maio de 2026
O primeiro é muito mais icônico e memorável pela estética e força dos personagens, mas falar bem a verdade, nunca achei essa Coca Cola toda também. Assemelha-se muito a outros filmes genéricos dos anos 2000, sem muita profundidade nas suas críticas, ficando só no superficial.

Neste segundo, sinto que a maturidade bateu (o que é ótimo), porém agora sem o mesmo charme que se tinha há 20 anos atrás. Como se o peso do tempo tivesse deixado todos fubangas querendo parecer chique, com o perdão dos trocadilhos de moda. Existem discursos um tanto protocolares, apesar das críticas serem pertinentes com o mundo atual. Entretanto, não gosto dos seus desfechos e conclusões de personagens e seus arcos.

Sem contar que a montagem é muito apressada, não deixa fluir nada, tudo é muito rápido sem respiro. Mesmo com tudo isso, suas ideias de se encaixar ao mundo de hoje são válidas, porém o que peca é seu texto. A sorte aqui é que temos excelentes atores nos papéis principais, que até disfarçam a precariedade do roteiro.
Noiva em Fuga (1999)
CCinéfila Consumidora7 de maio de 2026
Um filme leve e divertido, mesmo que não repita o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”, Richard Gere e Julia Roberts são capazes de entregar performances carismáticas.
Uma Linda Mulher (1990)
CCinéfila Consumidora7 de maio de 2026
Julia Roberts e Richard Gere brilham nessa comédia romântica clássica que continua encantando gerações após mais de 30 anos de lançamento.
Mortal Kombat II (2026)
LLucas Tinoco/ Crítico 7 de maio de 2026
Mortal Kombat II é o Suco do que um Videogame é em Tela - Crítica


Nesta quinta-feira, dia 7 de março, finalmente a continuação do, nem tão aclamado, “Mortal Kombat”, será lançada. Com diversas especulações sobre, principalmente envolvendo o quesito de produção e investimento, já é possível de se dizer que o novo filme da franquia, não tão sucedida até agora, entendeu como um jogo digital funciona.

A trama segue mais uma vez a história de Raiden e seu grupo de lutadores defensores da terra, assim como a obra de origem, precisando recrutar um novo lutador, Johnny Cage. Será que ele estará preparado para combater as forças da Exoterra ou será que Cage morrerá tentando?

É importante destacar, logo de imediato, que com a direção de Simon Mcquoid temos um filme que reconhece o que é um videogame de luta, mesmo com a primeira entrada turbulenta.

"Mortal Kombat II", mesmo obtendo tal simplória sinopse, nem ao mesmo tem fluxo narrativo. Aqui há uma história de fachada, com o intuito somente de uma série de, francamente, pancadaria, eufórica e extenuante de qualquer comportamento racional, o que é muito respeitável em uma época onde tudo que sai nas grandes telonas é algo aparentemente complexo, mesmo não sendo.


O longa, através de suas quase duas horas, que mais parecem uma com uma série de batalhas extremamente bem coreografadas, diferente de seu anterior, acaba por ser uma jornada ao maior estilo “Little Trouble in Big China”, inclusive fazendo referência ao mesmo, o mais próximo do que é possível de se fazer hoje em dia.

Johnny Cage assume, a priori, a posição de personagem principal, com seus olhares, gestos e trejeitos espalhafatosos, muito bem incorporados por Karl Urban, mas logo o longa segue outras direções. Cage some, dá espaço a Liu Kang, Sonya Blade, Kano, Baraka e todo o mini cosmo feito por essa mistura maniqueísta de bem e mal feita na configuração inicial desse hall de figuras caricatas.

Diferente do que se espera do cinema atual, inclusive, tudo se mostra cafona. O figurino quase barroco, os cenários à lá anos 80, as escolhas sonoras retrô e com elementos eletrônicos e a fotografia que coroa, com suas cores vibrantes e contrastantes, essa totalidade de breguice acabam criando a atmosfera mais nostálgica digital possível, o que, em essência, se mostram os próprios jogos da numerosa franquia. Breguice, briga e sangue é o que se denomina.

Apesar de, claramente, estar associado a grande parte das forças-matriz que geraram a concepção desse universo mortal e perigoso, o novo filme da franquia se poupa um pouco da extrema sanguinolência. Tudo é muito diluído, afinal, um filme de estúdio, atualmente, não teria como replicar os mesmos níveis de brutalidade proposto por qualquer outro segmento artístico ou até mesmo dentro da própria história cinematográfica. Isso faz com que seu estilo próprio seja minimizado, mas tudo que incorpora a sua essência ainda está contido em si.

Ao final, “Mortal Kombat II”, com uma narrativa inexistente, aplica tudo possível em estética, estilo e formato. O longa entende a configuração das brigas de videogame, suas constantes repetições de golpe e sequências rápidas e faz da estética o filme por si, sem necessitar de tanta maestria em sua história, mas em como mostrar um jogo de pancadaria constante em cinemas.
Um Senhor Estagiário (2015)
CCinéfila Consumidora5 de maio de 2026
Um filme fofo de se ver para qualquer idade. As relações improváveis, a correria do dia a dia e os altos e baixos de cada um se misturam brilhantemente nessa obra de Nancy Myers.
Idiocracia (2006)
UUser-15032419925 de maio de 2026
Contém spoilers
Mmll
Sexo, Sexo, e Sexo (1984)
Wwilton bezerra de oliveira5 de maio de 2026
AMEEEEEI
O Diabo Veste Prada 2 (2026)
CCinéfila Consumidora4 de maio de 2026
Uma sequência digna de espera após vinte anos. Mantém o estilo e espírito do original, além de inovar para um novo conceito conforme os padrões de hoje em relação a mídia e moda.
O Diabo Veste Prada (2006)
CCinéfila Consumidora4 de maio de 2026
Um filme que entretém a todos para além de apenas os amantes da moda. As atuações impecáveis, roteiro perspicaz, trilha sonora cativante e um figurino e direção de arte de tirar o fôlego tornam esta obra um dos clássicos modernos.
Em Um Piscar De Olhos (2026)
TThamy Ventura2 de maio de 2026
Particularmente fiquei emocionada. A forma como o filme, em paralelos, faz uma reflexão tão profunda sobre a vida e a existência humana me
cativou. Tornou-se um dos meus filmes favoritos. E eu, que não choro, chorei por alguns minutos. É um filme lento. Recomendo para quem quer assistir algo que tenha uma mensagem marcante no final.
Michael (2026)
AAnder Cover24 de abril de 2026
Entre o espetáculo e a simplificação, "Michael" acaba caindo nas mesmas armadilhas dessas biopics musicais mais recentes. Seu teor chapa branca endeusando a figura/marca de Michael Jackson acaba nos distanciando ainda mais do ser humano Michael. Em termos de entretenimento isso é ótimo, pois ficamos 2 horas enfeitiçados pela sua música e performances. Porém isso é mais mérito da obra do Michael em si, do que o filme propriamente dito.

Gostaria de ter gostado mais...
Um Sonho de Liberdade (1994)
GGUILHERMEWALLA😃DARES22 de abril de 2026
📌Muuuuitooooooooo boooooom
Devoradores de Estrelas (2026)
PPaulo Bacana17 de abril de 2026
assisti recentemente no cinema e a experiência como um todo traz um ar diferente para o filme. Além de ser completamente adorável, ele quebra uma expectativa de ser um novo "interestelar" para jovem pseudo-inteligente. A criação de mundo, ambientação e tudo ali é muito adorável e consegue abraçar o espectador trazendo emoções fortíssimas.
N sou muito de falar da parte técnica, mas fiquei gag com todos os efeitos. Assisti o filme de forma muito crua e genuína, como todos q eu assisto, e posso dizer q é um filme q surpreende de forma extremamente positiva

quanto aos núcleos da história, acho q n sou a melhor pessoa pra desenvolver isso
é um filme que começa numa solidão avassaladora e toma um ar divertido inesperado, fazendo com q qualquer tensão q tente se criar vire uma angústia e um medo daquele terror inicial acontecer dnv
acho q boa parte deste pensamento vem pelo trauma de ter assistido 2001, nunca me senti tão apavorado pelo silêncio
o positivismo q a narrativa do filme traz bateu de frente com meu ceticismo de acreditar q filmes assim tem final feliz, pq ele inicialmente utiliza de uma fórmula para os "cults" e logo dps mastiga tudo isso pra te trazer um belo bolinho de chocolate com cobertura
eu chorei por antecipação e chorei mais ainda de alívio. Foi um filme muito especial e eu realmente recomendo a todos