Ainda Estou Aqui

Ainda Estou Aqui (2024)★ 8.3/10

PG-13 · BR,FR · 135 min · 1 de setembro de 2024

  • Drama
  • História
  • Biografia

Direção: Walter Salles

Roteiro: Murilo Hauser, Heitor Lorega, Marcelo Rubens Paiva

Brasil, 1971: Durante a ditadura militar do Brasil, uma mãe tenta reconstruir a vida de sua família depois que seu marido é sequestrado pelo governo.

Artigos sobre isto

Ver tudo (93) ›

Elenco e equipe

Ver tudo ›

Prêmios · 23 prêmios, 9 indicações

Ver tudo ›

Críticas

Eepilsocram13 de janeiro de 2026
Importantíssimo.
LLee Rosal3 de julho de 2025
Todo o debate tentando desmerecer Walter Salles meio que caiu por terra, pois é inegável a competência do seu cinema. Filme importantíssimo e atual, infelizmente atual até demais: é preciso dar um jeito, meu amigo.
CCinéfila Consumidora5 de junho de 2025
Ainda Estou Aqui. Acho que nada descreve melhor tudo que a família Paiva foi obrigada a enfrentar depois do "desaparecimento" de Rubens. Eu não esperava que depois de tanto tempo sem assistir a filmes brasileiros, eu ficasse tão impressionada com todo o trabalho demonstrado em um filme digno de ser visto na tela do cinema. Fernanda Torres carrega o filme. Selton Mello nos dá uma performance profunda e delicada mesmo que em menos tempo na tela. Walter Salles nos entrega uma obra responsável fazer história e dar ao Brasil algo que nos deviam há tempos: O Oscar.
Mmaria luiza de nigris26 de maio de 2025
Filme tocante, inspirador e necessário! Conta a história já conhecida por todos, mas por outro ponto de vista.
LLeticia Benzi13 de abril de 2025
Necessário para a história
BBenjamin_Delgado31 de março de 2025
Ao retratar a resistência e o renascimento de uma família comum sob opressão política, o filme destaca tanto a resiliência do espírito humano quanto o poder dos laços familiares. Embora a narrativa em si possa não ser particularmente inovadora, às vezes até beirando o convencional, seu impacto emocional faz com que seja um filme comovente e significativo.
CCharity_Gross28 de março de 2025
Ainda Estou Aqui não apenas examina a perseguição política durante a ditadura militar no Brasil, mas também conta a história da resiliência de uma mulher sob dificuldades inimagináveis. Embora o filme não se detenha nos detalhes específicos do sofrimento de Eunice, pequenos detalhes — como seu filho paralítico confinado a uma cadeira de rodas — sugerem a profundidade de suas lutas. Apesar de tudo, ela se recusa a ceder. Ela sobrevive, não apenas por si mesma, mas por todos aqueles que sofreram a mesma escuridão, lutando por justiça nas ruínas de seu passado.
Rrafaelsrodrigues10 de setembro de 2025
CINEMA! Brazilian cinema peaks once again. Beautifully shot and executed through a perfect sense of pacing, which avoids falling into the Hollywood ideals of keeping the drama up there at all moments by underestimating an audience. Sometimes all a strong scene needs is an emotional but subtle gaze, worth of a thousand words. The first half an hour of wholesome familiar moments are crucial for the downfall of following events. It is given the same importance as the heartbreaking story ahead, with a rare patience often disregarded in cinema. Such pace also beautifully portrays how democracy is killed through baby steps, little by little, barely unnoticed until it is too late. Similarly, an enraging mix of emotions grows subtly in our hearts as we follow Eunice through her journey, and, without realizing, such distress takes the form of non-stopping tears. A terrifying but meaningful story too close to us, specially for those who grew up in Brazil with the horror stories from the dictatorship age. It does hit much harder with the historical context and understanding of Brazilian politics and culture. Not just an important film, but also a huge lesson, for History to not be forgotten or repeated. Smile!!
LLas Críticas de Daniel19 de agosto de 2025
El premiado film de Walter Salles nos evita mayormente los ribetes burocráticos del recorrido de Eunice Paiva, centrándose en los desafíos personales que le impuso la desaparición de su marido que puso patas para arriba su vida y la de sus hijos, teniendo que asumir el comando de esa numerosa familia en paralelo con su búsqueda.

Eunice, es una mujer que debe reinventarse y mantenerse relativamente entera frente a sus hijos, ocultándoles información y dosificando la esperanza, en una gran interpretación de Fernanda Torres.

Cuando uno ve películas sobre dictaduras militares latinoamericanas, siempre vuelve a resaltar la excepcionalidad del caso argentino y su política de DD.HH de verdad y justicia. Es el único país donde su poder judicial ha sido y es capaz de juzgar y encarcelar a los genocidas, más allá de los avances y retrocesos en la promoción de los juicios por parte de los gobiernos.

Es un logro que se debe preservar frente a los embates negacionistas provenientes actualmente del poder y que buscan socavar ese paradigma.
RRosemary Flores7 de maio de 2025
Genial.
FFederico De Candia5 de abril de 2025
La cuenta pendiente para decir “vi todas las nominadas a mejor peli en los Oscar”, la representante de Latinoamérica, la peli que nos recuerdas “Memoria, Verdad y Justicia”.

Increíblemente bien contada y estructurada, nos cuenta la felicidad de una familia, cómo se le fue arrebatada no en un momento, sino en varios, y, finalmente, la paulatina reconstrucción de cada individuo.

El primer segmento, donde conocemos a los personajes, es grandioso. Cada actor y actriz logra un nivel de presencia y de calidez humana que, luego del gran hecho, se pierde por completo y te destruye verlos.

El segundo segmento, la captura e interrogación, me hizo acordar a “La Noche de los Lápices”. La vi hace años, pero el recuerdo sigue vigente y me golpea y desespera.

El tercer segmento, cargado de lucha durante y después de la dictadura, cada personaje se va reconstruyendo, menos uno que no logra dejar el pasado atrás, sino que lucha por mantenerlo vivo y que no vuelva a suceder. Fernanda Torres interpreta una heroína.

Excelente y aterrador relato.
SSamuel_Gamble31 de março de 2025
Al retratar la resistencia y el renacimiento de una familia común bajo la opresión política, la película resalta tanto la resiliencia del espíritu humano como el poder de los lazos familiares. Aunque la narrativa en sí misma no sea particularmente innovadora—en algunos momentos rozando lo convencional—su impacto emocional hace que sea una experiencia conmovedora y significativa.

Conversas sobre isto

Nestas seleções