
Incêndios (2010)★ 8.4/10
Incendies
- Drama
- Mistério
- Guerra
Direção: Denis Villeneuve
Roteiro: Wajdi Mouawad, Denis Villeneuve, Valérie Beaugrand-Champagne
Os gêmeos Jeanne e Simon viajam para o Líbano para realizar o último desejo de sua mãe, descobrindo segredos de família ocultos e um passado cheio de guerra e amor.
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Lubna AzabalNawal Marwan
Mélissa Désormeaux-PoulinJeanne Marwan
Maxim GaudetteSimon Marwan
Mustafa KamelBarbier de la Milice
Hussein SamiNihad (5 Ans)
Rémy GirardNotaire Jean Lebel
Dominique BriandProfesseur Niv Cohen
Frédéric PaquetMédecin a l'urgence
Hamed NajemWahab
Ahmad MassadBassem Marwan
Bader AlamiNicolas Marwan
Majida HusseinGrand-mére de NawalVídeos
Ver tudo ›Prêmios · 2 prêmios, 2 indicações
Ver tudo ›- IndicadoBAFTA Awards 2012BAFTA Film Award · Melhor filme de língua não-inglesa
- IndicadoAcademy Awards, USA 2011Oscar · Melhor filme estrangeiro
- VencedorVancouver International Film Festival 2010Best Canadian Feature Film · Best Canadian Feature Film
- VencedorToronto International Film Festival 2010Best Canadian Feature Film · Best Canadian Feature Film
Críticas
D
Dick_Rice4 de setembro de 2024
Dick_Rice4 de setembro de 2024Não gosto muito dessa forma rápida e direta de contar histórias. As cenas individuais são criativas, mas não se aprofundam o suficiente nas emoções dos personagens. A jornada dos irmãos para desvendar mistérios parece mais uma preparação para um final dramático, e todo o processo parece um pouco mundano. Porém, felizmente, ainda podemos admirar o estilo visual distinto do diretor que se destaca nessa história.
A
Alia_Reyes4 de setembro de 2024
Alia_Reyes4 de setembro de 2024A forma como esse filme conta duas histórias de períodos diferentes, mas entrelaçadas, é bem elaborada. Além disso, não é exagero tentar mostrar a brutalidade da guerra e tentar manipular nossos sentimentos. O diretor tem um ótimo controle para expressar emoções da maneira certa. O final é motivo de reflexão: embora a guerra destrua os lares, os laços de amor e família permanecem inquebráveis. Ele nos diz que só passando pelas provações da história poderemos encontrar o caminho para a reconstrução. No geral, a intensidade do filme deixa a desejar em comparação com "Valsa com Bashir". Eu daria uma nota 9 de 10.
A
Arthur_Harding4 de setembro de 2024
Arthur_Harding4 de setembro de 2024Um único tiro destruiu uma família outrora feliz e a guerra devastou uma cidade inocente. É como assistir ao desenrolar da tragédia de Édipo dos tempos modernos, na qual cada pessoa tem que aceitar seus conflitos internos e suas consequências. O filme termina com as cartas, minimizando a imensa tragédia, mas deixando uma marca inesquecível na alma do público. Eu gostei desse filme de guerra. Mesmo sabendo o final, ainda me impactou muito. Parecia que uma força colossal me guiou em direção à verdade que eu procurava, mas ter a coragem de descobri-la provou ser a parte mais desafiadora.
A
Alice_Farrell4 de setembro de 2024
Alice_Farrell4 de setembro de 2024Eu amo esse filme. Ele conta a história com uma estrutura narrativa dupla de uma forma muito gentil, construindo lentamente as emoções até chegar a esse final deslumbrante. Embora aborde temas pesados como religião, política, forças armadas e terrorismo, tudo gira em torno de uma pessoa: uma mãe que levou uma vida normal. A narrativa é controlada e discreta, mas há um núcleo emocional intenso que explode no último momento. Isso deixa o público maravilhado e completamente envolvido nessa montanha-russa de emoções.
A
Antonio_Wilcox24 de julho de 2024
Antonio_Wilcox24 de julho de 2024Em termos de conteúdo, Incêndios pode ser classificado como um filme contra a guerra. Em termos de narrativa, é um filme de detetive ou de mistério. Para que seja realmente um mistério, o filme evita uma narrativa direta e, em vez disso, tece três histórias juntas. A jornada de Jeanne e Simon para descobrir a verdade contrasta com a história de Nawal, que a revela. O filme faz uma transição perfeita entre essas histórias interconectadas, o que o torna envolvente e coeso.
A
Amber_McCormick24 de julho de 2024
Amber_McCormick24 de julho de 2024Esse é um filme que deve ser apreciado sem companhia, na calada da noite. No meio do caminho, parece ser um filme sobre religião e guerra. Mas, no final, a revelação foi bastante chocante para mim — mais do que religião e guerra, ele conta a história de vida absurdamente trágica de uma mulher em um cenário de guerra.
V
Vanderlei Junior29 de outubro de 2021
Vanderlei Junior29 de outubro de 2021Impactante!
Falar sobre a maneira da qual Dennis Villeneuve conta suas histórias através da sua filmografia é chover no molhado.
O primeiro filme dele que assisti foi já na era hollywoodiana da qual ele fez excelentes filmes também, mas assistindo esse percebo que independente de status, ele sabe contar boas histórias e faz isso de um jeito maroto que vai tendo uma crescente no decorrer do filme e consegue ir impactando a quem assiste.
Devo dizer que a atuação da protagonista é sensacional, além de nua a crua nos aspectos mais pesados do filme, o elenco também colabora com isso e faz com que engrandeça o roteiro e a excelente fotografia que nos faz querer conhecer os locais em que passa.
É um filme com uma história dura, pesada e que trata sobre um tema que nós brasileiros conhecemos pouquíssimo que é a guerra civil e espero que nunca tenhamos que vivenciar algo do tipo.
Recomendo!
O primeiro filme dele que assisti foi já na era hollywoodiana da qual ele fez excelentes filmes também, mas assistindo esse percebo que independente de status, ele sabe contar boas histórias e faz isso de um jeito maroto que vai tendo uma crescente no decorrer do filme e consegue ir impactando a quem assiste.
Devo dizer que a atuação da protagonista é sensacional, além de nua a crua nos aspectos mais pesados do filme, o elenco também colabora com isso e faz com que engrandeça o roteiro e a excelente fotografia que nos faz querer conhecer os locais em que passa.
É um filme com uma história dura, pesada e que trata sobre um tema que nós brasileiros conhecemos pouquíssimo que é a guerra civil e espero que nunca tenhamos que vivenciar algo do tipo.
Recomendo!
T
TommyJerry17 de março de 2026
TommyJerry17 de março de 2026La película Incendies, conocida en español como La mujer que cantaba, es una obra profundamente conmovedora que demuestra el poder del cine para explorar la memoria, el dolor y las heridas que dejan las guerras. Dirigida por Denis Villeneuve, la historia avanza como un rompecabezas emocional que se arma lentamente, obligando al espectador a enfrentarse a verdades incómodas sobre la violencia, la identidad y el destino.
La trama comienza con la muerte de una mujer que deja a sus hijos gemelos una misión desconcertante: encontrar a un padre que creían muerto y a un hermano cuya existencia desconocían. A partir de ahí, la película se transforma en una investigación que cruza continentes y décadas, reconstruyendo la vida de su madre en medio de un conflicto civil brutal en Medio Oriente. Lo que inicialmente parece una búsqueda familiar se convierte poco a poco en una revelación devastadora.
Uno de los mayores aciertos de la película es su estructura narrativa. Villeneuve alterna entre pasado y presente con una precisión casi quirúrgica, permitiendo que cada descubrimiento tenga un peso emocional creciente. No es una historia que busque impresionar con giros gratuitos; cada revelación está cuidadosamente construida y golpea con una fuerza que deja al espectador en silencio.
La actuación también es clave para sostener el impacto de la película. La interpretación de la madre es intensa y llena de matices, transmitiendo la resistencia de una mujer atrapada en una realidad marcada por la guerra, el fanatismo y la pérdida. Su historia no es heroica en el sentido tradicional, pero sí profundamente humana. La película muestra cómo una persona puede seguir adelante incluso cuando el mundo parece empeñado en destruirla.
Visualmente, La mujer que cantaba es sobria pero poderosa. No recurre a excesos dramáticos; por el contrario, muchas escenas impactan por su crudeza y su silencio. Villeneuve demuestra aquí la sensibilidad narrativa que más tarde consolidaría en películas de gran escala, pero en esta obra mantiene una intimidad que la hace especialmente desgarradora.
Quizá el mayor mérito del filme sea su capacidad para hablar sobre el ciclo del odio y la violencia sin caer en discursos simplistas. La película no ofrece consuelo fácil ni moralejas evidentes. En cambio, plantea preguntas difíciles sobre la herencia del dolor y las consecuencias de la guerra en la vida de las personas.
El final, famoso por su intensidad, es uno de esos momentos cinematográficos que permanecen en la memoria mucho después de que aparecen los créditos. No solo cierra la historia: obliga a reinterpretar todo lo que se ha visto.
En conjunto, La mujer que cantaba es una película poderosa, dolorosa y profundamente reflexiva, que confirma el talento narrativo de Villeneuve y demuestra cómo el cine puede ser una herramienta para explorar las zonas más oscuras de la condición humana.
La trama comienza con la muerte de una mujer que deja a sus hijos gemelos una misión desconcertante: encontrar a un padre que creían muerto y a un hermano cuya existencia desconocían. A partir de ahí, la película se transforma en una investigación que cruza continentes y décadas, reconstruyendo la vida de su madre en medio de un conflicto civil brutal en Medio Oriente. Lo que inicialmente parece una búsqueda familiar se convierte poco a poco en una revelación devastadora.
Uno de los mayores aciertos de la película es su estructura narrativa. Villeneuve alterna entre pasado y presente con una precisión casi quirúrgica, permitiendo que cada descubrimiento tenga un peso emocional creciente. No es una historia que busque impresionar con giros gratuitos; cada revelación está cuidadosamente construida y golpea con una fuerza que deja al espectador en silencio.
La actuación también es clave para sostener el impacto de la película. La interpretación de la madre es intensa y llena de matices, transmitiendo la resistencia de una mujer atrapada en una realidad marcada por la guerra, el fanatismo y la pérdida. Su historia no es heroica en el sentido tradicional, pero sí profundamente humana. La película muestra cómo una persona puede seguir adelante incluso cuando el mundo parece empeñado en destruirla.
Visualmente, La mujer que cantaba es sobria pero poderosa. No recurre a excesos dramáticos; por el contrario, muchas escenas impactan por su crudeza y su silencio. Villeneuve demuestra aquí la sensibilidad narrativa que más tarde consolidaría en películas de gran escala, pero en esta obra mantiene una intimidad que la hace especialmente desgarradora.
Quizá el mayor mérito del filme sea su capacidad para hablar sobre el ciclo del odio y la violencia sin caer en discursos simplistas. La película no ofrece consuelo fácil ni moralejas evidentes. En cambio, plantea preguntas difíciles sobre la herencia del dolor y las consecuencias de la guerra en la vida de las personas.
El final, famoso por su intensidad, es uno de esos momentos cinematográficos que permanecen en la memoria mucho después de que aparecen los créditos. No solo cierra la historia: obliga a reinterpretar todo lo que se ha visto.
En conjunto, La mujer que cantaba es una película poderosa, dolorosa y profundamente reflexiva, que confirma el talento narrativo de Villeneuve y demuestra cómo el cine puede ser una herramienta para explorar las zonas más oscuras de la condición humana.
L
Liam_Walker3 de setembro de 2024
Liam_Walker3 de setembro de 2024Realmente no me gusta esta forma narrativa directa y rápida. Las escenas individuales son creativas, pero no profundizan mucho en las emociones de los personajes. El camino de los hermanos para revelar misterios parece más una construcción para un final dramático, y todo el proceso se siente un poco mundano. Sin embargo, por suerte, todavía podemos admirar el estilo visual característico del director que se destaca en esta historia.
P
Polskis673 de setembro de 2024
Polskis673 de setembro de 2024La forma en la que esta película une dos historias de diferentes periodos de tiempo es muy buena. Además, no exagera al intentar mostrar la brutalidad de la guerra e intentar manipular nuestros sentimientos. El director maneja muy bien cómo expresar emociones de forma perfecta. El final te deja reflexionando: aunque la guerra destroza hogares, los vínculos del amor y la familia permanecen inquebrantables. Nos dice que solo al visitar los caminos de la historia podemos encontrar el camino para reconstruirnos. En general, la intensidad de la película se queda un poco atrás en comparación a "Vals con Bashir". Le doy un 9 de 10.
H
Harry_Wiggins3 de setembro de 2024
Harry_Wiggins3 de setembro de 2024Un simple disparo destruyó una familia que fue feliz y la guerra devastó una ciudad desprevenida. Es como ver el desarrollo de una tragedia de Edipo moderna, donde cada persona debe aceptar su torbellino interno y las consecuencias. La película termina con las cartas, minimiza la tragedia inmensa, pero deja una marca indeleble en el alma de cada espectador. Realmente me gustó esta película de guerra. Aunque un poco sabía el final, realmente me afectó mucho. Me impactó profundamente, aunque predije el final. Se sintió como que esta fuerza colosal me guio hasta la verdad que estaba buscando, pero tener el coraje para revelarla demostró ser la parte más desafiante.
U
User-11171640943 de setembro de 2024
User-11171640943 de setembro de 2024Amo esta película. Cuenta la historia con una estructura narrativa doble de una forma gentil, construye lentamente las emociones hasta que te golpea con un final asombroso. Aunque aborda temas fuertes como la religión, la política, el ejército y el terrorismo, todo está centrado en una persona, una madre que vivió una vida ordinaria. La narrativa es controlada y subestimada, pero existe este núcleo emocional intenso que simplemente explota a último momento. Realmente deja a la audiencia asombrada y completamente enganchada en esta montaña rusa de emociones.





















