Críticas

Pretendente Surpresa (2022)
TTamara Rodrigues23 de setembro de 2025
Contém spoilers
Muito bom
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito (2025)
CCacau Matsuno21 de setembro de 2025
Amei
Honey, Não! (2025)
Aalanalveseu20 de setembro de 2025
Gostei bem, porém, por ser uma história intermediária, aparentemente, parece que o que vimos acontecer foi em função de algo que está por vir, sem consequências. Até a violência que é estilizada, divertida e bem estilo Coen, fica restrita ao impacto e surpresa pela forma que aparece. Ainda são pedaços interessantes de uma refeição servida pela metade.
A Hora do Mal (2025)
Aalanalveseu20 de setembro de 2025
É legal, tem sua graça, mas honestamente não achei esse grande sucesso todo não. Me senti envolvido na maior parte do tempo em função das boas ideias da direção. Contudo, sinto que o final, embora termine diferente do esperado, algo que parece um tipo de criança zumbi (eu amei!), a antecedência desse desfecho acaba por ser meio conveniente. A separação por capítulos fica fora do tom e deslocada, fazendo sentido apenas para a protagonista e para a criança. Os demais personagens poderiam ter sido introduzidos de forma menos importante devido a seu papel altamente funcional.
5 vs 1 Chess (2022)
UUser-146810207520 de setembro de 2025
Eu quero ver
A Paixão de Cristo (2004)
EEsteban Michel20 de setembro de 2025
Buenas
Sexo com Amor (2003)
UUser-146800304620 de setembro de 2025
Sss
Fareb (2019)
KKrishnajith B20 de setembro de 2025
Superrrrr🙄🙄🙄🙄🙄🙄🙄🙄🙄😞😞😞😞😞😞😞😞😞😞😞😞😞😞😞😞❤😌☹️😟🥰🙂😭🙂💄😟🫂🙏🥰👋😮‍💨🙌🙏😀🙏😮‍💨🙌👋😮‍💨😀😦🙂😭🥺🙌👋🤩☺📉👋🙌👋🥺🙌👋🦣☺👂🐈‍⬛😉👂👋🙂🙌😘☺🤗☺😙😖😍🤗😌🤗😍🤑😍☺😍😝😍🤑😍🤗😍🤗☺🤗☺🤗😍🤗☺🤗☺🤗☺🤗🥰🤩🥰🤗🥰🤩😍🤩🥰🤩😍🤩☺🤩☺🤩😍🤩🥰🤩😍🤩😍🤩😍🤩😍😛😍🤩😍😛😍🤩😍😎😍🤩🥰😛😜🤩😍🥸🤓😍🤩😍😛😍🥰😍🤑😍🤑😍🥸🥸😍😛😍🤗😍🤩😍🤩🥰😎😝🤩😍😛😍😝😍🥸🤑☺🤑🥲🥰🥲🤑☺🤩😍🤩😍🤩😍🤩😘😜😜😜🤓🤓😝🥰😌🪀⛳🪂🥌🏏🏑🏂⛷️🏑🏂🏑🏂🎱🛹🥍🤼‍♀️🥍🏂🎱🏂🎱🪂🎱🛹🎱🛼🎱🏏🎱🏏🎱🛼🎱🪁
The Love-Making of 'All About Anna' (2005)
SSousa Guilheŕme19 de setembro de 2025
Boa
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (2025)
KKeuly Silva martins cardoso19 de setembro de 2025
Vou assistir agora
Blue Lock (2022)
IIzabelly Iza19 de setembro de 2025
Contém spoilers
Todos os personagens falando em português
365 Dias (2020)
HHudson Miguel19 de setembro de 2025
Contém spoilers
Muito bom
Corra que a Polícia Vem Aí! (2025)
AA Krítica | Kauã Petean18 de setembro de 2025
Quando anunciaram a volta da franquia “Corra que a Polícia Vem Aí”, a sensação imediata foi de aflição. Afinal, como retomar uma saga tão marcada pela genialidade de Leslie Nielsen, que praticamente se confundia com o espírito do humor escrachado, sarcástico e inconfundível dos filmes originais? A ausência dele parecia ser um fardo pesado demais para qualquer tentativa de revival. Mas, surpreendentemente, o novo longa consegue encontrar seu próprio espaço, entregando uma comédia divertida e atualizada para os tempos de hoje.

Grande parte desse mérito vem do elenco. Liam Neeson, que parecia improvável dentro do registro da sátira, se sai muito bem, equilibrando sua persona de astro de ação com um timing cômico inesperado. Ao lado dele, Pamela Anderson surge carismática e espirituosa, funcionando como contraponto e parceira perfeita para o humor contemporâneo que o filme propõe. O resultado é uma química agradável que ajuda a sustentar a narrativa.

Minha experiência foi ainda mais peculiar porque assisti ao filme dublado. Aqui na minha cidade, as sessões legendadas são raras, e isso trouxe um tempero especial: muitas das piadas foram adaptadas para o público brasileiro, inclusive com menções a futebol, como a clássica provocação “palmeiras sem mundial”. Esse tipo de adaptação mostra como a dublagem pode ser criativa, ainda que, em alguns momentos, as piadas se estendam mais do que deveriam. Em certos casos, o efeito cômico se perde quando é prolongado, quando uma punchline única teria sido mais eficaz.

O longa também aposta pesado em referências à cultura pop, algo que, para quem acompanha de perto esse universo, como eu, é um prato cheio. Foi hilário, por exemplo, assistir a uma cena de ação embalada por Fergie ou uma discussão surreal sobre o Black Eyed Peas. As piadas sobre séries e filmes também funcionam, mas nem sempre de maneira universal. Houve um momento específico em que o filme fez uma piada sobre “Sex and the City” e, na sala lotada, apenas eu ri.

“Corra Que a Polícia Vem Aí” é, no geral, uma grata surpresa. É divertido, irreverente e prova que ainda há espaço para comédias de sátira no cinema, um gênero que há muito tempo não recebe a mesma visibilidade.
Juntos (2025)
AA Krítica | Kauã Petean18 de setembro de 2025
Contém spoilers
“Juntos” se apresenta como uma experiência cinematográfica que remete, em muitos aspectos, a “Império dos Sentidos” (1976), sobretudo na forma como retrata o amor em sua vertente mais carnal. Aqui, o amor não é apenas sentimento, ele invade, corrói e se instala como um corpo estranho dentro de nós, modificando tudo ao redor. O filme se dedica a explorar essa intensidade, construindo um horror que nasce da intimidade, e não de sustos fáceis.

O mérito inicial da obra está em como o terror é arquitetado. Não há pressa em chocar nem em recorrer a jumpscares previsíveis. O medo é instaurado lentamente, a partir da atmosfera e da relação entre os personagens, permitindo que o espectador mergulhe na sensação de desconforto e na potência destrutiva de uma paixão que consome. Essa proposta poderia levar o filme a territórios mais ousados, explorando o amor como doença, mas essa linha acaba não sendo plenamente sustentada.

Quando os mistérios começam a se revelar, o longa perde parte de sua singularidade e cede a uma estrutura já conhecida do terror contemporâneo: o desfecho envolvendo um culto. Ao optar por esse caminho, o longa se afasta da questão central do amor como força avassaladora, dissolvendo parte da complexidade que vinha construindo. O que poderia ser uma reflexão sobre como amar pode ser tão destrutivo quanto fascinante, acaba se transformando em mais uma narrativa que recorre a fórmulas familiares.

Ainda assim, há elementos que tornam “Juntos” especialmente interessante. A relação do casal protagonista, vivido por Dave Franco e Alison Brie, que também são parceiros na vida real, traz uma veracidade ao casal. A química deles não apenas sustenta a trama, como potencializa a sensação de autenticidade do amor mostrado em tela. Esse aspecto confere ao filme um peso emocional que o diferencia, mesmo quando a narrativa se encaminha para soluções mais convencionais.

Em resumo, o filme que começa de maneira instigante, apostando na construção de um horror íntimo, nascido do amor carnal e de suas consequências. Porém, ao escolher o caminho do culto no desfecho, perde parte da força que poderia ter atingido, sacrificando sua ousadia inicial em troca de uma saída de roteiro previsível. O resultado é uma obra que flerta com a originalidade, mas termina presa às convenções do gênero.
Luta de Classes (2025)
AA Krítica | Kauã Petean18 de setembro de 2025
Spike Lee parte de um desafio ousado: revisitar High and Low (1963), clássico de Akira Kurosawa, e transportá-lo para os dias de hoje. A missão já carrega em si um peso imenso, afinal, adaptar uma obra tão genial de um diretor igualmente genial não é tarefa simples. Mesmo com toda a força criativa e a relevância política de Spike Lee, a comparação inevitável nunca joga a seu favor. Ainda assim, há algo de muito interessante em como ele procura imprimir sua visão.

A principal virada de Lee está em trazer para o centro a questão racial nos Estados Unidos, e mais especificamente a relação entre poder, dinheiro e identidade. O filme explora a ideia provocativa de que, quando uma pessoa negra ascende socialmente a ponto de se tornar extremamente rica e poderosa, a sociedade branca passa a enxergá-la como se fosse uma pessoa branca. É o caso do personagem interpretado por Denzel Washington, um magnata de Nova York. Aos olhos da polícia, dos brancos ao seu redor e até mesmo da elite que o cerca, ele é visto como alguém que transcende sua própria identidade.

Esse contraste ganha força quando colocado lado a lado com o personagem vivido por Jeffrey Wright, um homem pobre, constantemente tratado com racismo explícito, representando a realidade dura e cotidiana de muitos negros nos Estados Unidos. Essa contraposição é potente e gera um subtexto instigante. O poder econômico como forma de camuflagem racial, e a pobreza como marca que expõe e escancara a violência estrutural.

No entanto, o filme encontra seus tropeços. O arco de Jeffrey Wright, que poderia ser um dos mais importantes da trama, acaba perdendo espaço. Sua trajetória, encerrada com um tiro e uma espécie de desaparecimento narrativo, é menos aprofundada do que poderia. No final, deixa a sensação de que sua importância dentro do discurso não foi totalmente aproveitada.

Spike Lee até ensaia uma subversão desse destino, principalmente quando surge o personagem interpretado por A$AP Rocky, que poderia trazer uma nova camada para a discussão. Mas o impacto esperado não se concretiza. O longa não se arrisca tanto quanto promete no início. O resultado é um filme que parte de uma premissa instigante e para por aí mesmo.

Em resumo, Highest 2 Lowest é um exercício de risco, mas não de radicalidade. Spike Lee ousa ao tocar em feridas históricas e atualizar Kurosawa sob uma lente afro-americana, mas hesita no momento de levar essa ousadia às últimas consequências.
Sua Culpa (2024)
UUser-146620649517 de setembro de 2025
Contém spoilers
🥰
O Retorno de Mary Poppins (2018)
CCinéfila Consumidora17 de setembro de 2025
Quando eu soube que mais uma história da carismática babá mágica estava para acontecer, confesso que tive minhas dúvidas se o resultado seria satisfatório. No final, do meu ponto de vista, foi satisfatório o suficiente. Mesmo com Emily Blunt assumido um papel que marcou tanto através da performance anterior de Julie Andrews, esta consegue trazer a essência de Mary Poppins de volta junto de um novo vigor para a personagem. Blunt se destaca, mas as demais atuações se desempenham tão bem quanto e a trilha sonora é a cereja do bolo.
Se Minha Cama Voasse (1971)
CCinéfila Consumidora17 de setembro de 2025
Assim como Mary Poppins, este filme tentou mesclar a técnica do estilo live-action com animação e, mesmo que não tenha atingido tanto sucesso, o filme seja como um todo é um dos que mais assistia quando criança e foi o suficiente para me cativar. Seja pelas performances, com destaque de Angela Lansbury, as músicas alegres e leves, cenografia e um enredo que entretém um público de diferentes idades.
Ela Disse (2022)
BBeatriz Calado16 de setembro de 2025
o filme é daqueles que te faz lembrar o porque o jornalismo é tão necessário.
ele é bem extenso, mas todas suas cenas são importantes e mostram a força da investigação e da coragem de mulheres que decidiram falar.
Ela Disse (2022)
MMariana P Garcia16 de setembro de 2025
Um filme com uma temática sensível que carrega respeito e sensibilidade tanto com as vítimas como com a trajetória das repórteres envolvidas. A humanidade presente em “Ela disse” me fez em muitos momentos ficar tensa e esperançosa, mas a todo instante aguardando a certeza do momento em que a matéria finalmente seria publicada e todas aquelas mulheres seriam ouvidas. Uma excelente denúncia de uma triste realidade, mas que precisa ser assistida de novo e de novo!