Jogada de Risco

Jogada de Risco (1996)★ 7.1/10

Hard Eight

R · US · 102 min · 20 de janeiro de 1996

  • Crime
  • Drama

Direção: Paul Thomas Anderson

Roteiro: Paul Thomas Anderson

John, um pobre morador de rua, conhece Sydney, que o ajuda a apostar com inteligência em Reno. John prospera até se apaixonar por Clementine, uma garçonete com um passado arriscado.

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Críticas

RRufino.Rui21 de março de 2025
A história se desenrola em um ritmo deliberado, mas sua simplicidade não se traduz em banalidade. Este filme sugere o estilo visual dos trabalhos posteriores de Anderson. O final parece satisfatório e a dinâmica entre pai e filho adotivo é comovente. Temas de expiação e redenção seriam recorrentes nos futuros filmes de Anderson.
Rrhymesssh7 de março de 2025
Esta é a estreia de Paul Thomas Anderson na direção, com um elenco que colaboraria frequentemente com ele no futuro. A história é simples — sobre uma mulher em busca de redenção pelo assassinato de seu pai — mas o filme é inconfundivelmente de Anderson, especialmente em sua mise-en-scène. Embora o enredo possa parecer artificial, o talento do diretor brilha.
VVanderlei Junior28 de outubro de 2021

Filme interessante

A maioria dos filmes de Paul Thomas Anderson traz como principal referência o comportamento humano e como ele influencia todo o roteiro e principalmente as atuações do elenco, assistindo agora o seu primeiro longa metragem percebo que desde lá isso é latente e faz com que quem assista faça reflexões sobre tudo isso.
Mesmo sendo de baixo orçamento conta com atores importantes e que estão muito bem em seus personagens o que ajuda muito a contar a história que mescla drama com toques de suspense que o filme traz.
Como assisti alguns filmes dele antes deste fiquei sempre com a dúvida se o que tinha percebido era somente referência naqueles filmes ou se já era algo que desde o primeiro filme ele trazia na bagagem. Já me foi respondido com sua costumeira sagacidade.
Recomendo!
XXana8tactics21 de março de 2025
La historia se desarrolla a un ritmo pausado, pero su sencillez no se traduce en banalidad. Esta película deja entrever el estilo visual de las obras posteriores de Anderson. El final es satisfactorio y la dinámica padre-hija es conmovedora. Los temas de la expiación y la redención serán recurrentes en las futuras películas de Anderson.
SSuperhéroe Del Celuloide6 de março de 2025
Debut en el largometraje de Paul Thomas Anderson, con un reparto que colaboraría frecuentemente con él en el futuro. La historia es sencilla, sobre una mujer que busca redención por el asesinato de su padre, pero la película tiene el inconfundible estilo Anderson, especialmente en su puesta en escena. Aunque la trama pueda parecer muy orquestada, el talento de Anderson como director brilla con luz propia.
Tthinkmiller28 de fevereiro de 2025
The story unfolds at a deliberate pace, but its simplicity doesn’t translate to banality. This film hints at the visual style of Anderson’s later works. The ending feels satisfying, and the surrogate father-son dynamic is moving. Themes of atonement and redemption would recur in Anderson’s future films.
RRemigio327 de fevereiro de 2025
Paul Thomas Anderson’s feature debut, with a cast that would frequently collaborate with him in the future. The story is simple—about a woman seeking redemption for her father’s murder—but the film is unmistakably Anderson, especially in its mise-en-scène. While the plot may feel contrived, Anderson’s directorial talent shines through.
LLucianoAvila1 de agosto de 2024
Si bien el guión no tiene el nivel de solidez o profundidad que el escritor/director alcanzaría en sus próximas producciones, logra sostenerse y dar una versión un poco light de lo que sería su venidera filmografía.

Es interesante ver que a sus 26 años (quién pudiera) Paul Thomas Anderdios ya tenía definidos bastantes de los elementos que se volverían conocidos en sus obras, como algunos actores (John C. Reilly, Philip Baker Hall, o el gran Philip Seymour Hoffman), con personajes complejos y una preocupación por explorar sus relaciones, e incluso ciertos movimientos de cámara, como las tomas largas con steadycam o los travelling in fuertes al rostro de un personaje.

Sabés que estás frente a un gran director cuando incluso una de sus ficciones más flojas (todavía no vi Inherent Vice) sigue siendo una película relativamente buena que vale la pena ver.

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