
Agora Seremos Felizes (1944)★ 7.7/10
Meet Me in St. Louis
- Comédia
- Drama
- Musical
Direção: Vincente Minnelli
Roteiro: Irving Brecher, Fred F. Finklehoffe, Sally Benson, Victor Heerman, William Ludwig
Louis, em 1903, a vida idílica da família Smith é perturbada quando o Sr. Smith anuncia uma mudança para Nova York, forçando Esther a lidar com seu novo romance e a perda iminente de sua querida casa antes da Feira Mundial.
Artigos sobre isto
Elenco e equipe
Ver tudo ›
Judy GarlandEsther Smith
Margaret O'Brien'Tootie' Smith
Mary AstorMrs. Anna Smith
Lucille BremerRose Smith
Leon AmesMr. Alonzo Smith
Tom DrakeJohn Truett
Marjorie MainKatie (Maid)
Harry DavenportGrandpa
June LockhartLucille Ballard
Henry H. Daniels Jr.Lon Smith Jr.
Joan CarrollAgnes Smith
Hugh MarloweCol. DarlyVídeos
Ver tudo ›Prêmios · 0 prêmios, 4 indicações
Ver tudo ›- IndicadoAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor fotografia – Colorido
- IndicadoAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor roteiro
- IndicadoAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor canção original
- IndicadoAcademy Awards, USA 1945Oscar · Melhor trilha sonora de um filme musical
Críticas
G
Gilbert_Pruitt9 de julho de 2025
Gilbert_Pruitt9 de julho de 2025Uma obra atemporal que deve ser apreciada por todos, de todas as idades. Não há nada para não gostar em Agora Seremos Felizes, e um musical como esse é algo que raramente vemos na indústria cinematográfica atual. O enredo e os personagens são todos tão sinceros e simples, mas é devido a essa simplicidade que podemos nos conectar tão facilmente com o filme. Esse continua sendo e provavelmente será para sempre considerado o musical mais clássico da história norte-americana, pois ajudou a definir todo um gênero.
C
Carla_Tate8 de julho de 2025
Carla_Tate8 de julho de 2025Muitos diretores se destacam ao retratar a classe média, mas com muita frequência essas histórias são tingidas de melancolia. Talvez pelo fato de esse estrato social convidar a um exame minucioso, seus fardos tendem a ser ampliados na tela. Vincente Minnelli adota uma abordagem diferente — ele conta uma história de alegria e abundância da classe média. Um bom filme não precisa ser repleto de metáforas ou de peso filosófico; às vezes, uma história comovente é simplesmente suficiente.
J
Jim_Rice9 de julho de 2025
Jim_Rice9 de julho de 2025Una joya atemporal que cualquiera, de cualquier edad, debería ver. “La Rueda de la Fortuna” no tiene nada que no te pueda gustar: es de esos musicales que ya casi no se hacen. La historia y los personajes son tan sinceros y simples que, justamente por eso, es muy fácil conectar con la película. Sigue siendo, y probablemente siempre será, uno de los musicales más clásicos del cine estadounidense. No solo marcó una época, sino que ayudó a definir todo un género.
H
Harold_Romero8 de julho de 2025
Harold_Romero8 de julho de 2025Muchos directores sobresalen en retratar a la clase media, pero a menudo estas historias están teñidas de melancolía. Quizás porque este estrato social invita al escrutinio minucioso, sus cargas suelen amplificarse en la pantalla. Vincente Minnelli adopta otro enfoque: cuenta una historia de alegría y abundancia de la clase media. Una buena película no necesita estar repleta de metáforas ni de peso filosófico; a veces, una historia conmovedora basta.
A
Andria_Zamora4 de julho de 2025
Andria_Zamora4 de julho de 2025A timeless piece of work that should be embraced by everyone of all ages. There is really nothing not to like about “Meet Me in St. Louis”, and a musical like this is something that we rarely see in the film industry today. The storyline and characters are all so sincere and simple, but it is due to this simplicity that we can so easily connect with the film. Meet Me in St. Louis remains and probably will forever be regarded as the most classic Musical in American history, as it helped define an entire genre.
L
Logan_Foster1 de julho de 2025
Logan_Foster1 de julho de 2025Many directors excel at portraying the middle class, but too often those stories are tinged with melancholy. Perhaps because this social stratum invites close scrutiny, its burdens tend to be magnified onscreen. Vincente Minnelli takes a different approach—he tells a story of middle-class joy and abundance. A good film doesn’t need to be riddled with metaphor or philosophical heft; sometimes, a moving story is simply enough.

























