
Juha (1999)★ 6.6/10
- Comédia
- Drama
- Romance
Direção: Aki Kaurismäki
Roteiro: Juhani Aho, Aki Kaurismäki
Uma esposa de fazendeiro é seduzida e acaba escravizada em um bordel.
Elenco e equipe
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Sakari KuosmanenJuha
Kati OutinenMarja
André WilmsShemeikka
Markku PeltolaDriver
Elina SaloShemeikka's Sister
Ona KamuShemeikka's Woman
Outi MäenpääShemeikka's Woman
Tuire TuomistoShemeikka's Woman
Tatjana SolovjovaDancer
Esko NikkariRural Police Chief
Jaakko TalaskiviBodyguard
Safka PekkonenTango Orchestra MemberPrêmios · 0 prêmios, 1 indicações
Ver tudo ›- IndicadoToronto International Film Festival 1999People's Choice Award · Masters
Críticas
A
Angelica_Harper27 de abril de 2025
Angelica_Harper27 de abril de 2025Como o último filme mudo do século XX, Juha adota uma abordagem altamente estilizada para reinterpretar uma história clássica. Kaurismäki se baseia em uma iluminação expressiva e em performances físicas exageradas para transmitir emoção, enquanto a trilha sonora divertida do filme contrasta fortemente com sua história profundamente trágica. Sua marca registrada de empatia pelas lutas da classe trabalhadora é evidente, já que o filme enquadra a pureza rural contra as forças corruptoras do consumismo urbano, prevendo a inevitável invasão da decadência moderna.
D
Dallas_Sawyer22 de abril de 2025
Dallas_Sawyer22 de abril de 2025O passo em falso de Aki Kaurismäki no cinema mudo. O roteiro do filme pede um romance entre maio e dezembro, mas o elenco inverte as expectativas — o protagonista é jovem demais, enquanto a protagonista é velha demais —, resultando em problemas de credibilidade que tornam a narrativa, que já é fraca, ainda mais fraca. A atuação é exagerada, sem capturar a essência das performances do cinema mudo, e os principais pontos da trama — como a fuga da heroína ou como o herói a encontra — são encobertos com poucas explicações. O uso esporádico e abrupto de efeitos sonoros atrapalha ainda mais o ritmo do filme.
A
Aleshia_Hardin27 de abril de 2025
Aleshia_Hardin27 de abril de 2025El tropiezo de Aki Kaurismäki en el cine mudo. El guion de la película pide un romance mayo-diciembre, pero el casting invierte las expectativas—el protagonista masculino es demasiado joven, mientras que la protagonista femenina es demasiado vieja—lo que resulta en problemas de credibilidad que hacen que la narrativa ya de por sí débil sea aún más floja. La actuación es exagerada sin capturar la esencia de las interpretaciones del cine mudo, y puntos clave de la trama—como la forma en que la heroína escapa o cómo el héroe la encuentra—se pasan por alto con poca explicación. El uso esporádico y abrupto de efectos de sonido interrumpe aún más el ritmo de la película.
A
Alana_Small22 de abril de 2025
Alana_Small22 de abril de 2025Como el último filme mudo del siglo XX, Juha toma un enfoque altamente estilizado al reinterpretar una historia clásica. Kaurismäki se apoya en la iluminación expresiva y las actuaciones físicas exageradas para transmitir emoción, mientras que la banda sonora juguetona del filme contrasta bruscamente con su historia profundamente trágica. Su característico empatía por las luchas de la clase trabajadora es evidente, ya que la película presenta la pureza rural frente a las fuerzas corruptoras del consumismo urbano, presagiando la inevitable invasión de la decadencia moderna.
A
Aaron_Mcmahon14 de abril de 2025
Aaron_Mcmahon14 de abril de 2025As the last silent film of the 20th century, "Juha" takes a highly stylized approach to reinterpreting a classic story. Kaurismäki relies on expressive lighting and exaggerated physical performances to convey emotion, while the film’s playful score contrasts sharply with its deeply tragic story. His trademark empathy for the struggles of the working class is evident, as the film frames rural purity against the corrupting forces of urban consumerism, forewarning the inevitable encroachment of modern decay.
B
Brandy_Goodman10 de abril de 2025
Brandy_Goodman10 de abril de 2025Aki Kaurismäki’s misstep in silent cinema. The film's script calls for a May-December romance, yet the casting flips expectations—the male lead is too young, while the female lead is too old—resulting in credibility problems that makes the already thin narrative even weaker. The acting is exaggerated without capturing the essence of silent film performances, and key plot points—such as how the heroine escapes or how the hero finds her—are glossed over with little explanation. The sporadic and abrupt use of sound effects further disrupts the film’s rhythm.








