
Brüno (2009)★ 6.7/10
- Comédia
Direção: Larry Charles
Roteiro: Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Mazer, Jeff Schaffer, Peter Baynham
Brüno tenta se reinventar em Los Angeles após o fracasso na Europa, buscando fama com entrevistas provocativas e atos públicos controversos.
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Críticas
C
Cathy_Foster24 de julho de 2025
Cathy_Foster24 de julho de 2025Eu não diria que este é um filme profundamente profundo — seu absurdo implacável desanima muitos espectadores, e parece que nem mesmo os cineastas o levaram tão a sério. Mas Brüno, como um estereótipo exagerado, ainda reflete a maneira como muitas pessoas percebem os homens gays. Se quisermos melhorar a qualidade de vida das comunidades queer, primeiro precisamos confrontar e desafiar essas caricaturas. Alguém precisa começar essa conversa, não é?
A
Alfonzo_Oliver22 de julho de 2025
Alfonzo_Oliver22 de julho de 2025O momento mais contundente do filme acontece quando Brüno percebe que a chave para o sucesso é se passar por hétero, porque a sociedade recompensa a conformidade heterossexual com validação e oportunidade. Mas essa negação do verdadeiro eu logo se torna insuportável, explodindo na absurda cena final ao som de "My Heart Will Go On". É a sátira em sua forma mais dolorosa e reveladora.
B
Bradley_Henderson24 de julho de 2025
Bradley_Henderson24 de julho de 2025No diría que esta película es muy profunda; su absurdidad incesante aleja a muchos espectadores, y no parece que ni los cineastas se la tomaran tan en serio. Pero Brüno, como un estereotipo exagerado, sigue reflejando la forma en la que muchas personas perciben a los hombres gais. Si queremos mejorar la calidad de vida de las comunidades queer, primero necesitamos enfrentar y desafiar a estas caricaturas. Alguien debe comenzar esa conversación, ¿no?
L
Lauren_Mcbride22 de julho de 2025
Lauren_Mcbride22 de julho de 2025El momento más tenso de la película ocurre cuando Brüno se da cuenta de que la llave del éxito es hacerse pasar por heterosexual, porque la sociedad premia la conformidad heterosexual con validación y oportunidad. Pero esa negación del verdadero ser de uno se vuelve insoportable y estalla en la escena final absurda musicalizada con "My Heart Will Go On". Es el tipo más doloroso y revelador de sátira.
B
Brendan_Zavala21 de julho de 2025
Brendan_Zavala21 de julho de 2025I wouldn’t call this a deeply profound film—its relentless absurdity turns off a lot of viewers, and it doesn’t seem like even the filmmakers took it all that seriously. But Brüno, as an exaggerated stereotype, still reflects the way many people perceive gay men. If we want to improve the quality of life for queer communities, we first need to confront and challenge these caricatures. Somebody has to start that conversation, don’t they?
B
Barry_Dunlap18 de julho de 2025
Barry_Dunlap18 de julho de 2025The film’s most biting moment comes when Brüno realizes the key to success is passing as straight, because society rewards heterosexual conformity with validation and opportunity. But that denial of one’s true self soon becomes unbearable, erupting into the absurd final scene set to “My Heart Will Go On.” It’s satire at its most painful and revealing.































