Castro

Castro (2009)★ 6.7/10

AR · 85 min · 1 de março de 2009

  • Drama
  • Mistério

Direção: Alejo Moguillansky

Roteiro: Alejo Moguillansky

Castro se esconde numa cidade pequena. Quatro pessoas o procuram. Sua solidão muda com Celia, jovem e por vezes cruel.

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Prêmios · 2 prêmios, 0 indicações

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Críticas

JJosé -Susu7 de setembro de 2024
Eu daria 8,6 de 10. É como um jogo de espionagem no estilo Jacques Rivette, zombando do chamado estilo “blockbuster”. Justamente quando o público pensa que Alejo Moguillansky está tentando encontrar algum significado no caos, a história de repente muda para a próxima possibilidade, mergulhando até mesmo em uma tristeza imprevisível.
FFilm guy7 de setembro de 2024
85 de 100. O personagem de Castro não é tão envolvente, o que parece um afastamento premeditado do retrato habitual. Parece que o roteiro evita grandes eventos dramáticos, especialmente depois que Castro consegue um emprego. Sinto que Alejo Moguillansky pretende criar um filme sem fim – quase como um drama beckettiano pós-moderno, indutor de ansiedade, com toques da Nova Onda francesa. Também há um senso de humor não convencional e enigmático em jogo.
Bbioila7 de setembro de 2024
Le doy un 8.6 de 10. Es como un juego de espías al estilo de Jacques Rivette, que se burla del llamado estilo de "superproducción". Justo cuando la audiencia piensa que Alejo Moguillansky está intentando encontrarle algún significado a este caos aparentemente sin sentido, la historia repentinamente gira hacia la siguiente posibilidad, incluso profundizando en la tristeza imprevisible.
MMALI_Eugen7 de setembro de 2024
85 de 100. El personaje de Castro no es tan atractivo, lo que parece una desviación deliberada de su interpretación usual. Parece que el guion intencionalmente deja de lado los eventos dramáticos grandes, en especial luego de que Castro obtiene un empleo. Se siente como que Alejo Moguillansky intenta crear una fotografía en movimiento sin final, casi como un drama de Beckett posmoderno que produce ansiedad con sugerencias de la Nueva Ola francesa. También hay en juego un sentido del humor poco convencional y enigmático.
NNewAnonymous30 de janeiro de 2024
I’d give it 8.6 out of 10. It’s like a Jacques Rivette-style spy game, poking fun at the so-called "blockbuster" style. Right when the audience thinks Alejo Moguillansky is attempting to find some meaning in this seemingly senseless chaos, the story suddenly veers into the next possibility, even delving into unforeseeable sadness.
Oobjectionregulation30 de janeiro de 2024
85 out of 100. Castro’s character isn't all that engaging, which seems like a deliberate departure from the usual portrayal. It looks like the script deliberately steers clear of big dramatic events, especially after Castro lands a job. It feels like Alejo Moguillansky is aiming to create a never-ending moving picture—almost like a modern anxiety-inducing, post-modern Beckettian drama with hints of the French New Wave. There's also an unconventional and enigmatic sense of humor at play.

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