Waves

Waves (2019)★ 7.8/10

R · US · 135 min · 30 de agosto de 2019

  • Drama
  • Romance
  • Esportes

Direção: Trey Edward Shults

Roteiro: Trey Edward Shults

Uma família suburbana, liderada por um pai bem-intencionado, mas dominante navega por amor, perdão e união após uma perda.

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Críticas

RReed_Elliott30 de julho de 2025
Esse filme é um banquete visual — o design do cenário, a iluminação e os movimentos de câmera merecem elogios. Mas a maioria dos truques chamativos, como as frequentes mudanças de proporção de aspecto, estão ali mais para parecer “legal” do que para realmente servir à história, e é discutível se eles alcançam o efeito pretendido. Ainda assim, a estética psicodélica do neon está ultrapassando os limites do gênero e se misturando à linguagem cinematográfica tradicional de diversas maneiras.
NNeil_Gross30 de julho de 2025
O drama familiar norte-americano está de volta. Desde a tensão da cena de abertura até a rica paleta de cores, as escolhas da trilha sonora e sua abordagem do “colapso da classe média”, Trey Edward Shults ressuscita com maestria o espírito de Douglas Sirk para o público de hoje.
AAaaron26 de outubro de 2025
At first it is very chaotic but you understand the reason. Lucas Hedges is a being of light
AAllyson_Ramirez30 de julho de 2025
American family drama is back. From the tension of the opening shot to the rich color palette, soundtrack choices, and its take on “middle-class meltdown,” Trey Edward Shults masterfully resurrects the spirit of Douglas Sirk for today’s audiences.
AAlphonse_Moses30 de julho de 2025
This movie is a visual feast—the set design, lighting, and camera moves deserve praise. But most flashy tricks like the frequent aspect-ratio shifts seem more about looking “cool” than actually serving the story, and whether they achieve the intended effect is debatable. Still, the psychedelic neon aesthetic is pushing genre boundaries and blending with traditional cinematic language in diverse ways.
RRicardo-bebe26 de junho de 2025
El drama familiar estadounidense ha vuelto. Desde la tensión del primer plano hasta la rica paleta de colores, la selección musical y su retrato del “colapso de la clase media”, Trey Edward Shults resucita con maestría el espíritu de Douglas Sirk para el público actual.
Vviolinha26 de junho de 2025
Esta película es un festín visual: el diseño de producción, la iluminación y los movimientos de cámara merecen aplauso. Pero muchos trucos visuales, como los frecuentes cambios de relación de aspecto, parecen más una pose “cool” que algo al servicio de la historia, y su efecto real es debatible. Aun así, la estética psicodélica y neón empuja los límites del género y se mezcla con el lenguaje cinematográfico clásico de formas interesantes.

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