Zelig(1983)

Críticas Gerais

Zelig, nosso Zé dia-a-dia que sofre de uma estranha síndrome, cômico e emocionado, original na forma como nos é apresentado, mas tão comum na tv quase todos os dias que o indivíduo tenta muitas vezes simular no seu meio social /inteligente em sua abordagem, não por acaso, desconhecido, esquecido e preterido entre outras obras do pica-pau. O falso documentário de Leonard Zelig, em contato com outros indivíduos, copia para si características físicas e psicológicas. Na psicanálise instagram, é alvo de curiosidade científica e logo atração circense, logo famoso, o homem camaleão.

A obra de 83. 42 anos com os atuais é perceber que nada mudou para nós indivíduos necessitados de atenção? “Por que se transformar em outras pessoas?” “Por que é seguro, é seguro ser como os outros” é a resposta. Ao ser questionado sobre a primeira vez que havia se transformado, revela que tudo começou no purgatório da escola, quando lhe indagaram se já havia lido Moby Dick e ele com vergonha, finge já ter lido. A eterna busca por aceitação, alçada à figura de celebridade, o assunto/ Livros, brinquedos e músicas / centro das atenções/ torna-o garoto-propaganda de todo um país ( jogador de futebol) que explora, deposita na figura suas alegrias e frustrações. Ser diferente é bom ( tá bom) e original / é ruim, é perigoso e desconhecido em todos, sem sua própria identidade. celebridades que vemos ( costumes não sabemos) se são verdadeiras ou seus papéis como artistas? O caminho de menor resistência para ser socialmente aceito, fingir ser. Zelig se tornou uma pessoa doente/ a doença lhe salva ao final do filme. copiar e se adaptar ao meio faz com que sobreviva/ um pouco camaleônicos.

Comentários 0

Ainda não há comentários.

Deste autor