Levados Pelas Marés

Levados Pelas Marés (2024)★ 6.7/10

Caught by the Tides

CN,FR,JP · 111 min · 18 de maio de 2024

  • Drama

Direção: Jia Zhang-ke

Roteiro: Jia Zhang-ke, Jiahuan Wan

Uma mulher chinesa vive uma vida reclusa, celebrando a próspera Belle Epoque com músicas e danças.

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Prêmios · 0 prêmios, 1 indicações

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Críticas

LLee Rosal1 de junho de 2026
Fiquei encantada. Jia Zhang-Ke é um dos meus favoritos tem um tempo mas nossa, eu havia me esquecido do porquê, pra revisitar sempre que possível, assim como outras peças de sua filmografia.
CCandace_Rogers18 de julho de 2025
Dito isso, este é um dos trabalhos menos bem-sucedidos de Jia Zhangke, visualmente desconexo e emocionalmente vazio. Seus personagens, antes celebrados por refletirem as marés da história, agora parecem recipientes vazios, reduzidos a ferramentas passivas em vez de pessoas reais.
WWade_Caldwell15 de julho de 2025
Esse filme enfatiza extraordinariamente o poder da edição — não apenas para unir cenas, mas para reestruturar a narrativa, remodelar o ritmo e redefinir a expressão temática. A edição não é ditada pela filmagem bruta, mas pela intenção do diretor por trás dessa filmagem. Em muitos momentos, você pode realmente sentir a magia da montagem em ação, e é aí que o filme encontra sua maior força.
OOlavo18 de julho de 2025
Dicho esto, esta es una de las obras menos logradas de Jia Zhangke: visualmente desarticulada y emocionalmente vacía. Sus personajes, antes aclamados por reflejar los vaivenes de la historia, ahora parecen recipientes vacíos, reducidos a meras herramientas pasivas en lugar de personas reales.
JJoshua_Merritt15 de julho de 2025
Esta película otorga una importancia extraordinaria al poder del montaje: no solo para unir escenas, sino para reestructurar la narrativa, reformular el ritmo y redefinir la expresión temática. El montaje no está dictado por el metraje en bruto, sino por la intención del director detrás de esas imágenes. En muchos momentos, se siente verdaderamente la magia del montaje en acción, y ahí es donde la película encuentra su mayor fortaleza.
DDallas_Burke12 de julho de 2025
That said, this is one of Jia Zhangke’s least accomplished works—visually disjointed and emotionally hollow. His characters, once celebrated for reflecting the tides of history, now feel like empty vessels, reduced to passive tools rather than real people.
GGalaucio_GIL9 de julho de 2025
This film places an extraordinary emphasis on the power of editing—not just to stitch scenes together, but to restructure narrative, reshape rhythm, and redefine thematic expression. The edit isn’t dictated by raw footage, but by the director’s intent behind that footage. In many moments, you can truly feel the magic of montage at work—and that’s where the film finds its greatest strength.
Mmatsuhara_puru23 de janeiro de 2025
It's been too long since I've seen Jia Zhangke's film, so much so that I've already wanted to cry sitting in the theater for the first hour, summoning up the memory of the city at the beginning of the millennium through the reorganization of footage, in which Qiaoqiao is the embodiment of “haunted”. The contrast between the present and the past is “all gone”, a sigh of old age.

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