
Faces da Morte (2026)★ 4.9/10
Faces of Death
- Horror
Direção: Daniel Goldhaber
Roteiro: Isa Mazzei, Daniel Goldhaber
Uma mulher, moderadora de conteúdo para um site, se depara com uma série de vídeos violentos que reproduzem cenas de morte de um filme.
Elenco e equipe
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L
Lucas Cine26 de junho de 2026
Lucas Cine26 de junho de 2026Que o cinema passou por várias destruições e reconstruções de mortes concretas da linguagem sejam na maneira de consumir (vhs/dvd/streaming) ou de mercantilismo da arte (cinema vs pirataria), isso é evidente e utilizado como narrativa em várias produções; Faces da morte busca um tal lugar nesse debate utilizando o filme original como matéria prima da metalinguagem mas falha retumbantemente quando não consegue nem criar o básico do gênero do horror e seus signos.
Um protótipo de Slasher que nunca chega em seus ápices imagéticos, narrativos e tampouco de estrutura de linguagem para comunicar algo nesse filme que se aproxima muito de filme denuncia (leia-se como um episódio ruim de black Mirror que parece propaganda governamental para conscientizar algum problema social). Lembrei bastante de Rede Tóxica (2025) e como lá é a mesma história que apesar de corroborar com esse olhar até meio conservador sob o mercado de trabalho de pessoas lidando com o digital e suas personalidades, consegue ter o mínimo de tensão.
Todos os tropos são encontrados aqui desde ações , construções de personagens , retratação da internet e a maneira que lida com o legado -mesmo que turvo- do filme original no seu assassino cruel; estabelece uma investigação barata para uma resolução corrida que por sua vez não alcança de maneira alguma a brutalidade que tanto ensaiou durante a outra metade. A insinuação do que a personagem de Barbie Ferrera (Margot) vê enquanto moderadora de conteúdo é bem mais brutal e indigesto do que toda a sequência final.
Um filme com checklist:
Personagens com tomadas de ação telegrafadas✅
Planos no rosto de personagens gritando✅
Uso insolente -e infantil- da internet como ferramenta do mal✅
Descrença de todos ao redor da protagonista de toda a investigação dela✅
Dedinhos rápidos e barulhinhos de computador com planos intragáveis de olhares para a tela✅
Diálogo sobre remake, releitura, e que as pessoas querem ver✅
E por aí vai…
Um protótipo de Slasher que nunca chega em seus ápices imagéticos, narrativos e tampouco de estrutura de linguagem para comunicar algo nesse filme que se aproxima muito de filme denuncia (leia-se como um episódio ruim de black Mirror que parece propaganda governamental para conscientizar algum problema social). Lembrei bastante de Rede Tóxica (2025) e como lá é a mesma história que apesar de corroborar com esse olhar até meio conservador sob o mercado de trabalho de pessoas lidando com o digital e suas personalidades, consegue ter o mínimo de tensão.
Todos os tropos são encontrados aqui desde ações , construções de personagens , retratação da internet e a maneira que lida com o legado -mesmo que turvo- do filme original no seu assassino cruel; estabelece uma investigação barata para uma resolução corrida que por sua vez não alcança de maneira alguma a brutalidade que tanto ensaiou durante a outra metade. A insinuação do que a personagem de Barbie Ferrera (Margot) vê enquanto moderadora de conteúdo é bem mais brutal e indigesto do que toda a sequência final.
Um filme com checklist:
Personagens com tomadas de ação telegrafadas✅
Planos no rosto de personagens gritando✅
Uso insolente -e infantil- da internet como ferramenta do mal✅
Descrença de todos ao redor da protagonista de toda a investigação dela✅
Dedinhos rápidos e barulhinhos de computador com planos intragáveis de olhares para a tela✅
Diálogo sobre remake, releitura, e que as pessoas querem ver✅
E por aí vai…
J
Jenn The Editor23 de abril de 2026
Jenn The Editor23 de abril de 2026okay but why is this my literal job at peliplat. am i next?
L
Lucas.23 de abril de 2026
Lucas.23 de abril de 2026"Give the people what they want," and it ain't this!





















