Mickey 17

Mickey 17 (2025)★ 6.9/10

R · KR,US · 137 min · 13 de fevereiro de 2025

  • Aventura
  • Comédia
  • Fantasia
  • Ficção Científica

Direção: Bong Joon Ho

Roteiro: Bong Joon Ho, Edward Ashton

Mickey 17, também conhecido como "dispensável", parte em uma viagem arriscada para colonizar um planeta gelado.

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Críticas

LLee Rosal28 de junho de 2025
Exceto pelo final que ficou um tanto ali perdido entre a lição de moral e a conclusão de sessão da tarde, Mickel 17 é ótimo! Um sci fi nem tão sci fi assim que equilibra humor, uma certa comédia pastelão (no melhor dos sentidos) com critica ácida a respeito do nosso contexto atual social e politico. Que deleite de elenco, meu primeiro gritinho de surpresa foi em ver Thomas Turgoose no elenco, há quanto tempo não vejo esse cara? Me marcou muito sua atuação em This is England, além de toda sua história de vida e etc. Bom, ainda sobre os atores, todos estão magnificos, Steven Yeun, Toni Collette, Mark Ruffalo jamais decepcionam, mas realmente gostaria de ressaltar como Robert Pattison só cresce aos meus olhos, a cada papel o admiro mais, e não nego, sou uma fã relativamente recente de seu trabalho. A forma como ele representou duas facetas opostas, sua maneira de brincar com os trejeitos com sutileza suficiente para convencer totalmente é algo notável, e a química inegável com Naomi Ackie, como Nasha, me fez curtir ainda mais toda a trama, um real deleite. Um ponto muito positivo de Mickey 17 é que sua leveza e seu tom bem humorado talvez carregue pela mão um publico especifico e adicione um pouco de senso critico a essa galera cabeça de vento que por bem ou mal vai acabar reconhecendo aqui e ali alguma figura politica/pública que muitos estão idolatrando atualmente e erroneamente, e caso não faça o espectador lembrar "alguéns" ou pensar um pouquinho, vai irritar com certeza, e de cutucadas assim eu sou completamente a favor.

Mickey 17 pode ser um dos filmes mais fraquinhos do Bong Joon-ho, mas ainda assim é maravilhoso. Manja muito e é um querido.
PPedro Mel Bardini29 de maio de 2025
Mickey 17 explora os limites da humanidade num futuro de exploração extraterrestre. Uma ficção-científica que retrata com sátira as transformações tecnológicas, econômicas e sociais que uma equipe de tripulantes passa para colonizar um planeta hostil, habitados por seres alienígenas que aparentemente são hostis. O filme conta a história de Mickey, que passa a ser usado como "rato de laboratório" pelo governo, para testar formas de habitar o planeta. Mickey acaba infligindo uma das normas, e convivendo com uma réplica sua. Juntos, eles lutam contra o sistema do governo, imposto na nave, e impedem que a espécie extraterrestre seja dizimada. No subtexto, o filme fala sobre o que é essencialmente humano, sobre o peso do trabalho, sobre o imperialismo e o governo autoritário. Também discute a exploração de outras espécies pelos seres humanos, que, por muito tempo, vivem de forma antropocêntrica.
AAlycia_Hahn30 de abril de 2025
Por meio da dinâmica entre Mickey 17 e Mickey 18, o filme explora temas de identidade e humanidade no contexto da clonagem. O humor ácido permeia a narrativa enquanto os personagens lutam para manter sua individualidade em uma distopia absurda. Embora Bong procure examinar a exploração corporativa, a desigualdade social e a ética da tecnologia, o ritmo do filme é desigual, a sua profundidade temática permanece um tanto superficial e a construção do mundo da ficção científica parece subdesenvolvida. Mesmo assim, Mickey 17 continua sendo uma obra intrigante e que vale a pena.
AAlthea_Lemon26 de abril de 2025
Bong toma liberdades significativas com o material de origem, amplificando sua sátira e humor ácido com um efeito impressionante. O filme se alinha estilisticamente com Snowpiercer e Okja, priorizando a narrativa dirigida pelo autor em vez das fórmulas convencionais de sucesso de bilheteria. Embora o domínio da comédia de Bong seja muitas vezes esquecido, seu roteiro meticulosamente elaborado prova que o riso pode ser uma ferramenta poderosa para expor falhas sociais.
MMelvin_Adams24 de abril de 2025
Mickey é, ao mesmo tempo, uma ferramenta de colonização corporativa e um trabalhador descartável da era espacial. Os seus renascimentos nada mais são do que o capitalismo redefinindo o seu valor para zero, tal como os trabalhadores do mundo real cujos objetivos são infinitamente recalibrados por métricas de desempenho — a identidade de Mickey é reduzida a um número estéril. Sob as lentes de Bong Joon-ho, a colonização interestelar deixa de ser uma grande aventura e torna-se uma trágica crônica de exploração laboral, onde a nave espacial não é um navio de descoberta, mas uma prisão de alta tecnologia.
UUser-149755182529 de novembro de 2025
Buena
AAaaron5 de novembro de 2025
Another bong joo ho's banger
FFilmArte11 de outubro de 2025
Mickey 17 es una película que se hizo esperar bastante y que llegó con bastantes obstáculos, de hecho se esperaba que llegara a los cines para el año 2024, pero finalmente ha arribado lo nuevo de Bong Joon-ho, y claro que si estamos hablando del director coreano creador de Parasite, tales retrasos que aumentaban la ansiedad y tal nombre al frente de este proyecto, iba a esperarse algo que estuviera a la altura de esas mismas expectativas, lo cierto es que dichas ilusiones quizás solo hacen al final de la cuenta un pequeño aporte para que termine tropezando esa necesidad de algo demasiado bueno como aquel film que lo llevó al cineasta coreano a ganar dos Oscar en su momento.

En principio Mickey 17 es un interesante cóctel cargado de pestañas que nos invita a reflexionar sobre distintos temas sociales y políticos, quizás, como le gusta a Bong Joon-ho, en ella podemos encontrar principalmente una crítica hacia la explotación laboral en esas relaciones de poder que se dan en relaciones de dependencia, la búsqueda de la identidad a través del vivir, morir y nacer de nuevo, y sobre todo, el para qué vivir, aprovechando además para capturar casi caricaturescamente la visión política de lo absurdo que se ven en sus actos televisivos y propagandísticos, aunque todas sus ópticas se pueden dilucidar, no tarda demasiado en encontrar algunos conflictos a la hora de desarrollar su historia.

El primer bache que encuentro es el manejo de sus tiempos, cuestionamiento que me surge a partir de que por determinados momentos pasaba demasiado, casi de forma agobiante, sin ir más lejos durante sus primeros minutos donde nos demostrará la dinámica en la que está encajada su historia y que a la vez nos hará introducir en la propia dinámica de sus personajes para solo luego, hacernos saber que ese es apenas el inicio siendo que a mi gusto ya pasa bastante en ese período de tiempo, para después ir intercalando mayormente en altibajos constantes de tal asunto, muchos momentos de relleno y por otros algunas cosas más interesantes que aportaban bastante más, incluso su última media hora me parece bastante de más, quizás para ese relato una duración de 2 horas y 17 minutos termina siendo bastante y no puede ocuparlo con eficiencia.

Robert Pattinson como protagonista está muy correcto, ya que si nos referimos a él en amplias palabras le toca el esfuerzo de interpretar a dos personajes distintos entre si y que además los tenga que hacer convivir en escena, le resulta demasiado correcta dicha tarea, por lo que nos hace saber cómodamente cual es el semblante y la composición personal de cada uno de sus personajes sin demasiadas complicaciones, detrás de él un basto grupo de secundarios que corren con suertes distintas, algunos aportando de buena manera a la trama como Naomi Ackie, mientras que otros se escapan de tema o se quedan cortos, como en el caso de Mark Ruffalo que, ya se vio en una película como Poor Things que le queda bastante cómodo en sus limitaciones la sobreactuación, esta vez para estar un poco más desmedido respecto a ese rango actoral y a gusto personal un poco pierde el equilibrio de lo exacto.

Haciendo la cuenta final, Mickey 17 fue mucho ruido y pocas nueces, se hizo rogar bastante y nos ha dejado con las ganas, sería absurdo por parte de nosotros como espectadores esperar algo al nivel de Parasite del mismo director, si, pero quizás tanto retraso por una cosa u otra, fue ampliando las necesidades de ver algo de mucho mayor calibre cercano a esa magnitud, me ha dejado unos sabores agridulce por sus virtudes y sus varios defectos que tal vez, terminan por inclinar un poco más la balanza para el lado de lo que se queda corto, de lo que falta cocinarse, de aquello que se esperaba mucho y quedó en deuda.

6.3
SSebastian F. Esparza26 de setembro de 2025
Una adaptación poco fiel de una novela que, aunque funcional, no es particularmente compleja. Mickey 17 es una víctima más de “HollyWoke” y, aunque la premisa es interesante, su guion es desprolijo, se contradice en varios aspectos narrativos fundamentales y convierte a la historia en una mera excusa para promover una agenda política para nada sutil. Desde el hecho de presentar a un antagonista tiránico y racista que es una parodia grotesca intencional de Donald Trump, que sus seguidores sean representados como tontos que “casualmente” usan gorras rojas, hasta el hecho de presentar personajes del colectivo LGB que no aportan absolutamente NADA a la trama. Su protagonista varón es un pelele y la heroína femenina no solo es fuerte, si no que está en una posición de poder (físico y jerárquico), es ella quien tiene el discurso heroico final, es abierta sexualmente, consume drogas sin culpas, reniega de la religión y… “sorpresa, sorpresa”: es afrodescendiente. Por si la propaganda no había quedado clara. Realmente decepcionante.
TTinta en las rocas23 de setembro de 2025
Acabo de ver Mickey 17 en MAX y no esperaba que me conmoviera tanto. Tal vez, y aunque se expresen desde la literatura, sólo dos historias de ciencia ficción me habían sacudido así: Fahrenheit 451 y Veinte mil leguas de viaje submarino. Con Ray Bradbury aprendí que el asombro y la angustia pueden convivir en una página encendida, como dos personas frente a una fogata. Con Julio Verne que, como lectores, a veces somos náufragos que buscan sentido en lo profundo.

Tal vez sea porque la película está basada en la novela Mickey 7, del escritor y científico estadounidense Edward Ashton, dedicado a la investigación oncológica y a la enseñanza de física cuántica. O tal vez, porque quien la llevó al cine fue Bong Joon-ho, el director surcoreano que ya nos había estremecido con obras como Parasite. Su cine siempre ha sido una mezcla de crítica social, humor incómodo y una sensibilidad que convierte lo absurdo en revelación. Mickey 17 no escapa a esa fórmula. Bong Joon-ho transforma la historia de Ashton en una meditación visual sobre el yo, la rutina, las aspiraciones humanas y el valor de existir cuando todo parece reemplazable.

Mickey 17 y Mickey 18, ambos interpretados por Robert Pattinson, no son simples copias —son alter egos enfrentados — El primero, tímido y reflexivo, representa el ego racional; el segundo, impulsivo y temerario, encarna la parte más instintiva y rebelde del ser. Juntos no encajan como piezas complementarias: más bien, se tensionan y se cuestionan cual motor.

Robert Pattinson ofrece una actuación magnética y profundamente versátil que ha sido celebrada por la crítica en festivales como la Berlinale.

Si bien alter ego puede entenderse como una forma de resistencia, su significado varía según el enfoque. la película la plantea esta fricción como amor propio. El cual no nace del equilibrio perfecto, sino, de aceptar que somos contradicción y resistencia.
Kkgsman22 de setembro de 2025
Colonialism and shit. We got ruffalo and Pattinson. Very funny and mindfull.
AAngelAlmada22 de agosto de 2025
Si no fuera por Okja, esta sería la peor película de
Bong Joon-ho. La buena actuación de Robert Patinson no salva la película.

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