A Favorita

A Favorita (2018)★ 7.6/10

The Favourite

R · GB · 119 min · 30 de agosto de 2018

  • Comédia
  • Drama
  • História
  • Biografia

Direção: Yorgos Lanthimos

Roteiro: Deborah Davis, Tony McNamara

Na Inglaterra do século XVIII, a ambição e a rivalidade explodem quando a confidente da rainha Anne, Sarah, e a astuta recém-chegada Abigail lutam pelo poder e pelo favor da rainha.

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Prêmios · 9 prêmios, 19 indicações

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Críticas

KKaimei PT23 de setembro de 2024
Depois de Roma, A Favorita surge como outra obra-prima imperdível da 91ª edição do Oscar, que se destaca pelo uso quase exclusivo de iluminação natural e do ambiente. O estilo excêntrico do filme, as técnicas narrativas lúdicas, as inovações na linguagem audiovisual e a trilhas sonora são cativantes, enriquecendo a experiência de assistir com intriga e prazer.
HHayden_Rice24 de julho de 2024
O figurino e a cenografia de “A Favorita” são excepcionais. O estilo luxuoso e excêntrico do filme evoca de forma brilhante a atmosfera única da época.
AAndy_Gibson24 de julho de 2024
A solidão da rainha decorre de sua dependência de Sarah, que, apesar do seu amor pela rainha, também a manipula e controla. Quando a rainha tenta afirmar sua dignidade, ela não tem forças sem Sarah, deixando-a incapaz de governar a si mesma ou sua nação. O amor da rainha é puro, mas tal pureza a impede de se expor por completo.
PPlantão Cinéfilo24 de novembro de 2021

Yorgos Lanthimos meu pastor, nada me faltará

Sou suspeita pra falar porque sou uma grandessíssima fã tanto do Lanthimos, quanto da Olivia Colman, e combinar os dois, mais a Emma Stone e a Rachel Weisz em um só filme... O que dizer? Apenas assistir e sentir. Uma trama bem bolada, com a medida certa de bizarrice (menor até do que o normal na escala Yorgos Lanthimos) e história e em que cada performance brilhou exatamente como deveria, fora o design de produção, figurino e maquiagem, que são apenas impecáveis.
AAfonso_95 de janeiro de 2021

Intrigas palacianas

A corte do século XVIII da rainha Anne fornece o cenário para o absurdo humor ácido de Yorgos Lanthimos sobre lutas pelo poder e intrigas no palácio. Rachel Weisz e Emma Stone estão deliciosas como as duas cruéis favoritas da monarca, que tentam superar uma a outra a todo custo.
CChandler_Capricornus5 de janeiro de 2021

Um script maravilhoso

A história se passa no início do século XVIII, durante a Guerra da Sucessão Espanhola. Enquanto isso, duas mulheres são capazes de fazer tudo para ocupar o posto de "a favorita" ao lado da rainha Ana. Das 9 indicações ao Oscar, "A Favorita" venceu na categoria Melhor Atriz, premiando Olivia Colman.
JJacinta_5 de janeiro de 2021

Interessante

Um dos trabalhos mais humanos do diretor Yorgos Lanthimos, o filme pode não parecer tão impressionante para os que não prestam muita atenção em detalhes. Menção honrosa para os trabalhos excelentes de figurino e direção de arte.
Uuncuervohuerfano15 de janeiro de 2026
La teatralidad de este juego monarquico. Una pasión desenfrenada por ganar, por ser más, a pesar de estar siempre sometida a algo que no se puede conseguir.
TTed_McCormick23 de setembro de 2024
Luego de Roma, La favorita es otra obra maestra imperdible de la 91.ª edición de los Óscar, distinguida por su uso casi exclusivo de luz natural y ambiental. El estilo excéntrico, las técnicas narrativas juguetonas, las innovaciones en el lenguaje audiovisual y la banda sonora de la película son cautivantes y enriquecen la experiencia visual con intriga y disfrute.
Eedcastello@101028 de julho de 2024
El vestuario y la escenografía de La Favorita son excepcionales. El estilo lujoso y excéntrico de la película evoca brillantemente la atmósfera única de la época.
RRory_Zhang28 de julho de 2024
La soledad de la reina surge de su dependencia de Sarah, quien, a pesar de su amor por la reina, también la manipula y controla. Cuando la reina intenta afirmar su dignidad, se siente impotente sin Sarah, lo que la deja incapaz de gobernarse a sí misma o a su nación. El amor de la reina es puro, pero esa pureza le impide exponerse por completo.
JJohn_Cabrera21 de julho de 2024
The Queen’s loneliness stems from her dependence on Sarah, who, despite her love for the Queen, also manipulates and controls her. When the Queen tries to assert her dignity, she lacks the strength to do so without Sarah, leaving her unable to govern herself or her nation. The Queen’s love is pure, but such purity prevents her from exposing her entire self.

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