Eu, Daniel Blake

Eu, Daniel Blake (2016)★ 7.8/10

I, Daniel Blake

R · GB,FR,BE · 100 min · 13 de maio de 2016

  • Drama

Direção: Ken Loach

Roteiro: Paul Laverty

Daniel Blake teve seus benefícios negados após um ataque cardíaco e luta contra um sistema cruel enquanto ajuda uma mãe solteira e seus filhos a sobreviver à pobreza com dignidade.

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Prêmios · 4 prêmios, 5 indicações

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Críticas

Wwall@pile28 de agosto de 2025
O filme não tem cenas exageradas nem técnicas de filmagem complicadas. O diretor não estava tentando ser sutil de maneira alguma; ele está apenas apontando diretamente para a corrupção e a desumanidade do sistema social do país. A mensagem é simples e discreta, mas clara e profunda.
MMago do Filme28 de agosto de 2025
Autoestima esmagada pela assistência social, pessoas marginalizadas descartadas pela sociedade, humanidade degradada por regras institucionais e indivíduos comuns vitimados pelo capitalismo — o desamparo embutido nessa voz passiva contrasta fortemente com a declaração forte e ativa do título do filme, Eu, Daniel Blake. Ele destaca a impotência vivida pelas pessoas presas em um sistema que as marginaliza.
Ddolores Atencio25 de outubro de 2025
La película entera es un descenso a este absurdo kafkiano. Pero la escena que para mí define el alma de Ken Loach, la que te agarra por dentro y te obliga a no mirar para otro lado, no tiene que ver con Daniel. Tiene que ver con Katie, una madre soltera a la que Daniel conoce en la oficina de empleo y a la que intenta ayudar.
RRicardo-bebe28 de agosto de 2025
La autoestima aplastada por la asistencia social, las personas marginadas descartadas por la sociedad, la humanidad degradada por las reglas institucionales y los individuos comunes y corrientes víctimas del capitalismo: la impotencia contenida en esta voz pasiva contrasta marcadamente con la declaración fuerte y activa en el título de la película, Yo, Daniel Blake. Destaca la impotencia que experimentan las personas atrapadas en un sistema que las margina.
Wwslaughter28 de agosto de 2025
Esta película es definitivamente una de mis preferidas. Critica el sistema social de una manera aguda, impactante y divertida. Sin embargo, lo mejor es que el director, a medida que madura, muestra un sentido de compasión, similar a las películas dirigidas por Aki Kaurismäki.
TTWILIGHT199928 de agosto de 2025
La película retrata la culpa típica de la clase media, que pretende preocuparse por las luchas de las clases bajas.
BBelinda_Connor29 de novembro de 2024
Self-esteem crushed by social assistance, marginalized people discarded by society, humanity degraded by institutional rules, and ordinary individuals victimized by capitalism—the helplessness embedded in this passive voice sharply contrasts with the strong, active declaration in the film's title, I, Daniel Blake. It highlights the powerlessness experienced by people caught in a system that marginalizes them.
AAmber_Gillespie28 de novembro de 2024
The film doesn't have any over-the-top scenes or complicated filmmaking techniques. The director wasn’t trying to be subtle at all; He is just pointing straight at the corruption and the inhumanity of the country's social system. The message is simple and low-key, but clear and profound.
BBrett_Harmon28 de novembro de 2024
This movie is definitely one of my top ten of the year. It critiques the social system in a sharp,impactful, and humorous way. However, the best part is that the director, as he grows older, shows a sense of compassion, similar to the films directed by Aki Kaurismäki.
GGeoffrey_Waters28 de novembro de 2024
It is a typical display of middle-class guilt, pretending to care about the struggles of the lower classes.

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