Era Uma Vez em... Hollywood

Era Uma Vez em... Hollywood (2019)★ 7.6/10

Once Upon a Time in... Hollywood

R · US · 161 min · 21 de maio de 2019

  • Comédia
  • Drama

Direção: Quentin Tarantino

Roteiro: Quentin Tarantino

Em Los Angeles, em 1969, o astro em declínio Rick Dalton e seu dublê Cliff enfrentam problemas de carreira, vizinhos glamurosos e um encontro fatídico com a Família Manson.

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Prêmios · 9 prêmios, 25 indicações

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Críticas

IIngrid de Rios21 de novembro de 2025
Não tem como explicar como é empolgante os últimos 10 minutos de filme.
Creio eu um filme de Tarantino para seus fãs.
TThiago Lucarelli26 de maio de 2025
Produção ótima, filme muito agradável de se assistir e história cativante!
BBlu7 de fevereiro de 2022

Melhor filme da vida inteira

Tarantino é um gênio e só vem pra provar isso mais uma vez. Leo DiCaprio e Brad Pitt são simplesmente lendários: esse trio é incomparável.
Llaurinha7 de fevereiro de 2022

Bastardos Livre em Hollywood

O mais fraco dessa onda tarantinesca de História alternativa, mas ainda assim, engraçado e emocionante.
VVanderlei Junior28 de outubro de 2021

Estilo Tarantino de criar histórias

Gosto bastante do trabalho de Quentin Tarantino desde que vi, mesmo sem ter idade pra isso, Um Drink no Inferno em uma sessão noturna do SBT e que solidificou quando assisti À Prova de Morte (preciso rever) há um tempo atrás e emendei Pulp Fiction, Django Livre e Bastardos Inglórios.
Sua maneira de contar histórias é singular e os filmes acima são provas de seu imenso talento em trazer tramas cheias de ação, comédia, aventura e muita criatividade no jeito em que seus personagens vão interagindo para criar a história que está sendo contada naquele filme.
Nesse caso ele foi além porque conseguiu imaginar fora da caixa e fazer uma história real e triste se transformar em algo que somente Quentin Tarantino poderia realizar, com personagens interessantes e cheios de interação somados à um roteiro ágil e afiado cheio de grandes referências de uma época que revolucionou o cinema e trouxe excelentes diretores para colaborar ainda mais para o seleto grupo de obras imprescindíveis para essa nobre arte.
Para contar essa história reuniu um elenco talentoso que engrandece o filme a cada cena com suas atuações intensificando a experiência de quem assiste, mesmo com mais de duas horas, o filme é interessante ao ponto de não conseguir perceber o tempo passar. Com tantas referências e homenagens pode ser complicado entender ao assistir pela primeira vez, mas é um filme que merece esse destaque.
O desfecho é brilhante e bem ao estilo Tarantinesco de ser e vai agradar aos fãs e surpreender a quem ainda não conhece os trabalhos do diretor.
Recomendo!
Llorenzaccioo5 de janeiro de 2021

Um flme fantástico

Esse é um filme que conversa mais com os cinéfilos, porque ele faz muitas referências ao cinema hollywoodiano. É um filme nostálgico que traz uma homenagem à sua grande paixão.
AABRAHAn@305 de janeiro de 2021

Tudo de bom que um filme possa ter

No filme, podemos apreciar Brad Pitt fazendo um pouco de tudo que ele faz de melhor, seja aquela sua atuação mais contida e séria, como também aquela mais exagerada e imprevisível.
SSergio Manuel González12 de abril de 2026
No es de mis gustos. Alguna cosita del personaje de Brad, alguna idea de los súbditos de Manson. Los vehículos, increíbles.
AAsiento 6512 de fevereiro de 2026
Una obra que brilla por dónde la veas
NNise Gaiatoli16 de novembro de 2025
Me encanta el cine, pero no entiendo nada de gusto. La película está llena de detalles, con actuaciones impecables y un guion cautivador de principio a fin, algo que, por cierto, era de esperar. Enhorabuena a Tarantino, y ser crítico debe ser una profesión para quienes no supieron actuar ni dirigir.
MMaycon Parque13 de novembro de 2025
Es imposible explicar lo emocionantes que son los últimos 10 minutos de la película.

Creo que es una película de Tarantino para sus fans.

Sin palabras. La volveré a ver cuando mi novia.
RRocco AVENA7 de agosto de 2025
Contém spoilers
ÉRASE UNA VEZ EN EL CINE

Once Upon a Time in Hollywood es la representación perfecta del crepúsculo de los sesenta enlos Estados Unidos. Es el cierre de una época, pero también de una forma de hacer cine. Nadie mejor para contar esto que el mismo Quentin Tarantino, que creció con la guerra de Vietnam,
que sufrió con la caída de los estudios cinematográficos y sus actores; y que se conmovió con la muerte de Sharon Tate.

En la película, el espectador sigue a Rick Dalton (Leonardo Di Caprio), una exestrella de televisión en decadencia, con dificultad para conseguir nuevos papeles que lo relancen al éxito, junto a su doble de riesgo, Cliff Booth (Brad Pitt) que también es su mejor amigo y su chofer. Cuando vuelven de una entrevista laboral, se descubre que Rick es vecino de Sharon Tate (Margot Robbie), la actriz del momento, aunque apenas se conocerán, pues es un film de historias entrelazadas.

Tarantino en Once Upon… hace una declaración de amor a Sharon Tate. Es un sol, reafirmado cuando escuchamos “Son of a Lovin´ Man”, son que suena a sun (sol), mientras ella baila vestida de amarillo y la luz inunda su cuerpo. Ella ríe, disfruta de sus amigos, va al cine a ver una película que protagonizó y apoya sus pies sucios en el asiento de adelante. Las demás
estrellas no están a su altura, tanto que los personajes de la fiesta en la casa playboy solamente pueden limitarse a mirar, no pueden bailar cerca de ella, porque no la merecen.

Mientras tanto, Rick y Cliff van a Italia a intentar repuntar su carrera. Al igual que Michael Corleone, por eso suena la música de “El Padrino”, deberán reconstruirse en Europa para poder volver a América; y al igual que el cine hollywoodense, deberán aceptar el Spaghetti Western para seguir existiendo.

Y una vez más, Quentin modifica la historia. Pero a diferencia de sus anteriores films, se escapa de sus largos monólogos y su omnipresencia como un personaje, para volverse invisible y que California sea una figura más en la película. Se escapa para darle vida a Sharon, para darle un
lugar como espectadora. Y así lo muestra en el plano final de la película: la cámara en el cielo y una cruz sobre ella. Porque Sharon Tate no murió, no sí en el cine puede vivir para siempre.

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