
Laranja Mecânica (1971)★ 8.3/10
A Clockwork Orange
- Crime
- Ficção Científica
Direção: Stanley Kubrick
Roteiro: Stanley Kubrick, Anthony Burgess
Em uma Grã-Bretanha distópica, o ultraviolento Alex é preso e depois "curado" da violência por meio de terapia de aversão, mas o mundo exterior é tão brutal quanto ele.
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Críticas
R
Raphael_Hobbs10 de setembro de 2024
Raphael_Hobbs10 de setembro de 2024A narrativa de Kubrick desconstrói a relação entre a sociedade e a violência individual. Embora seu valor de choque tenha diminuído ao longo do tempo, o frescor permanece. O ciclo de violência em que um indivíduo é considerado violento pela sociedade e depois "curado" através da violência social é profundo. A contribuição de Kubrick para o cinema reside no uso magistral da linguagem da câmera e da composição de cenas.
M
Mason_Cervantes10 de setembro de 2024
Mason_Cervantes10 de setembro de 2024Em muitos aspectos, "Laranja Mecânica" é mais inquietante que "O Iluminado". O uso da "Sinfonia Fantástica" de Berlioz na abertura de "O Iluminado" ecoa o valor recorrente e ambíguo da produção de "Laranja Mecânica". O uso das tomadas e dos enquadramentos característicos de Kubrick em espaços confinados faz com que alguém hesite em se aprofundar. Essa técnica de referenciar seus poderosos trabalhos anteriores em filmes posteriores é bastante instigante.
I
Ines_Ines35 de janeiro de 2021
Ines_Ines35 de janeiro de 2021Um filme para refletir
Alocado em um futuro desalentador, o filme mostra a jornada errática de um jovem e sua gangue naquela sociedade, destruindo tudo por onde passam. Ganharemos a substância da história quando esse jovem é preso por um assassinato, recebendo a oportunidade de atenuar a sua pena se aceitar participar de um experimento científico. Obra-prima de Stanley Kubrick, "Laranja Mecânica" exacerba os caminhos patológicos que uma sociedade apresenta, contando uma história potente e com diversas ponderações sobre o cerne humano no mundo.
A
Alexandre-W5 de janeiro de 2021
Alexandre-W5 de janeiro de 2021Cenas muito fortes e marcantes
O enredo gira entorno de Alex, o personagem principal que é sociopata e um amante da violência. Carregado de cenas impactantes como estupros, espancamentos e tortura psicológica, o filme chegou a ser muito criticado pela sociedade religiosa e conservadora.
R
Richard.G.Teague5 de janeiro de 2021
Richard.G.Teague5 de janeiro de 2021Para os cults de plantão…
O que o filme está querendo mostrar é que no fundo todos nós somos laranjas mecânicas, estamos sendo submetidos a lavagens cerebrais continuas que nos condicionam e governam, às vezes, de forma subliminar.
M
Mago do Filme5 de janeiro de 2021
Mago do Filme5 de janeiro de 2021Um clássico
Um dos principais nomes dos filmes "cults". Kubrick sabe usar a violência ao seu favor e criou um dos seus melhores filmes.
G
Guzmán López Asiel Tadeo27 de setembro de 2026
Guzmán López Asiel Tadeo27 de setembro de 2026dsadsasdaaasdasdasdasdas
K
keylaListener rojo Calderon14 de junho de 2026
keylaListener rojo Calderon14 de junho de 2026Contém spoilers
es muy buena
H
Hasbulla2 de junho de 2026
Hasbulla2 de junho de 2026Porvor pero que peliculon del gordo, hay que hacerle un monumento
K
K August12 de março de 2026
K August12 de março de 2026Even though I am not a fanatical lover of this film... And even though I understand the criticisms that Pauline Kael and others have levelled at this film... And even though the cult of personality around it and Kubrick bother me... I cannot shake this film. I am someone who does not note the dates when I watch films, but I remember finally watching this one on my twentieth birthday after many years of experience with the book, posters, and the merch that seemed to be a necessity for certain groups in my hometown (I'll be kind and not call them gangs). And it is a film that you cannot remain neutral about. Is Kubrick the critic or exploiter of violence on film and in society? Are we all clockwork oranges if we keep accepting such movies without understanding what they say about us (Pauline Kael's main critique of the film)? Or is it simply the worst masterpiece ever committed to celluloid (a line I once read in a magazine in a reassessement of the film)?
In any case, the film is still loved, and I am still writing about it. I can remember the tribute in Tokyo when Kubrick died and all the films were aired...in public (it was very strange to see monitors in a store displaying scenes from this and the rest of his oeuvre with not a single raised eyebrow among anyone...except me).
Maybe we have accepted the vision of a future we don't want to face.
Maybe we are all now clockwork oranges.
In any case, the film is still loved, and I am still writing about it. I can remember the tribute in Tokyo when Kubrick died and all the films were aired...in public (it was very strange to see monitors in a store displaying scenes from this and the rest of his oeuvre with not a single raised eyebrow among anyone...except me).
Maybe we have accepted the vision of a future we don't want to face.
Maybe we are all now clockwork oranges.
E
Esteban Eordogh4 de novembro de 2025
Esteban Eordogh4 de novembro de 2025Otra de esas películas que Kubrick nos dejó como un puñetazo disfrazado de obra de arte. La naranja mecánica no se queda en la retina: se te mete en la cabeza, te revuelve las ideas y no te suelta ni después de los créditos. Con sus colores saturados, sus escenarios casi de circo distópico y esa música clásica —tan bella, tan fuera de lugar— sonando mientras ocurre lo peor, logra algo incómodo: hacerte disfrutar lo que deberías rechazar.
Y luego está Alex. Carismático, inteligente, seductor… y profundamente monstruoso. No es un villano de manual; es un espejo deformante de lo que puede pasar cuando la libertad se vuelve caos, y el Estado responde con más violencia disfrazada de orden.
En nuestras reuniones después de verla —esas noches en el campamento, con café frío y cigarrillos a medio fumar—, la discusión nunca terminaba. ¿Era Alex víctima o verdugo? ¿El sistema que lo “cura” era peor que el crimen que cometía? Nadie salía igual. Algunos defendían su rebeldía; otros temblaban ante la idea de un mundo así. Pero todos coincidíamos en una cosa: esa película no te dejaba indiferente. Te obligaba a tomar partido. Y eso, precisamente, era su mayor peligro… y su mayor genialidad.
Y luego está Alex. Carismático, inteligente, seductor… y profundamente monstruoso. No es un villano de manual; es un espejo deformante de lo que puede pasar cuando la libertad se vuelve caos, y el Estado responde con más violencia disfrazada de orden.
En nuestras reuniones después de verla —esas noches en el campamento, con café frío y cigarrillos a medio fumar—, la discusión nunca terminaba. ¿Era Alex víctima o verdugo? ¿El sistema que lo “cura” era peor que el crimen que cometía? Nadie salía igual. Algunos defendían su rebeldía; otros temblaban ante la idea de un mundo así. Pero todos coincidíamos en una cosa: esa película no te dejaba indiferente. Te obligaba a tomar partido. Y eso, precisamente, era su mayor peligro… y su mayor genialidad.
J
Juan9312 de junho de 2025
Juan9312 de junho de 2025Clásico del cine, una joya más del universo de Kubrick. Me interesó mucho cómo está hecha: cada plano, cada decisión estética, todo está pensado. La música clásica combinada con escenas de violencia crea un contraste que incomoda y fascina al mismo tiempo.
Ese mundo que presenta está completamente arruinado, donde a nadie le interesa nada. Es frío, vacío, exagerado… pero no tan lejano. Me hizo pensar mucho, incluso después de que terminó.
Muy recomendable para cualquiera que disfrute este tipo de cine: provocador, incómodo y cargado de crítica social. No es una peli fácil, pero si conectás con ella, te deja algo adentro.
🎬💥🧠
Ese mundo que presenta está completamente arruinado, donde a nadie le interesa nada. Es frío, vacío, exagerado… pero no tan lejano. Me hizo pensar mucho, incluso después de que terminó.
Muy recomendable para cualquiera que disfrute este tipo de cine: provocador, incómodo y cargado de crítica social. No es una peli fácil, pero si conectás con ella, te deja algo adentro.
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