
Vampire Hunter D (1985)★ 7.2/10
バンパイアハンターD
- Ação
- Animação
- Fantasia
- Horror
- Ficção Científica
Direção: Toyoo Ashida
Roteiro: Hideyuki Kikuchi, Yasushi Hirano
Em um futuro dominado pelo sobrenatural, uma garota procura a ajuda de um caçador de vampiros para matar o vampiro que a mordeu, impedindo sua transformação em um.
Elenco e equipe
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Kaneto ShiozawaD (voice)
Michie TomizawaDoris (voice)
Seizô KatôLee (voice)
Satoko KifujiLamika (voice)
Kazuyuki SogabeRei Ginsei (voice)
Motomu KiyokawaFeringo (voice)
Yûsaku YaraGreco (voice)
Kazuko YanagaOlder Snake Sister (voice)
Yoshiko SakakibaraYounger Snake Sister (voice)
Keiko TodaDan (voice)
Yasuo MuramatsuRoman (voice)
Kan TokumaruDanton (voice)Vídeos
Ver tudo ›Críticas
L
Lee Rosal11 de outubro de 2025
Lee Rosal11 de outubro de 2025Uma das animações sombrias japonesas mais bonitas que vi, mas sou suspeita com os traços dos anos 80, logo minha opinião não é a mais considerável da Terra. Uma pena que a história não se permite aprofundar e se prende em questões estéticas, tenho a impressão que mal arranharam a superfície, ler me interessa.
B
Brionna_Bridges14 de abril de 2025
Brionna_Bridges14 de abril de 2025Esse estilo de animação de 1985 tem uma forte semelhança com a primeira adaptação para a TV de Hokuto no Ken: O Filme, o que faz com que pareça rudimentar e incompleto para os padrões atuais. Embora algumas cenas icônicas sejam bem executadas, grande parte da animação parece apressada e simplista. O ritmo do filme é inconsistente, e as sequências de ação não têm o polimento esperado de um OVA (animação de vídeo original). No entanto, sua exploração de linhagens sanguíneas, sejam elas humanas ou de vampiros, ressalta com eficácia a natureza inescapável da ganância e do desejo.
A
Alessandra_Schultz10 de abril de 2025
Alessandra_Schultz10 de abril de 2025Em comparação com a versão de Yoshiaki Kawajiri, esse filme adota uma estética mais surrealista e grotesca. Embora não tenha a grandiosidade visual da adaptação de 2000, ele se destaca no desenvolvimento dos personagens. Essa versão de D parece mais humana do que apenas um guerreiro enigmático, e até mesmo os personagens coadjuvantes ganham profundidade e personalidade.
B
brandon Pugliese14 de julho de 2025
brandon Pugliese14 de julho de 2025increíble película, me encantó!
A
Alyce_Flynn14 de abril de 2025
Alyce_Flynn14 de abril de 2025El estilo de animación de 1985 guarda un gran parecido con la primera adaptación televisiva de Fist of the North Star, lo que hace que hoy en día se perciba como tosco y esquemático. Si bien algunas escenas icónicas están bien logradas, gran parte de la animación parece apresurada y simplista. El ritmo de la película es irregular, y las secuencias de acción carecen del refinamiento esperado en una OVA. Sin embargo, su exploración de las líneas de sangre—ya sean humanas o vampíricas—subraya de manera efectiva la naturaleza ineludible de la avaricia y el deseo.
M
Mike_Haynes11 de abril de 2025
Mike_Haynes11 de abril de 2025This 1985 animation style bears a strong resemblance to the first TV adaptation of "Fist of the North Star," making it feel rough and sketchy by today’s standards. While certain iconic scenes are well-executed, much of the animation appears rushed and simplistic. The film’s pacing is inconsistent, and the action sequences lack the polish expected from an OVA. However, its exploration of bloodlines—whether human or vampire—effectively underscores the inescapable nature of greed and desire.
C
Calvin_Lang10 de abril de 2025
Calvin_Lang10 de abril de 2025En comparación con la versión de Yoshiaki Kawajiri, esta película adopta una estética más surrealista y grotesca. Aunque carece de la grandeza visual de la adaptación del 2000, sobresale en el desarrollo de personajes. Esta versión de D se siente más humana en lugar de ser simplemente un enigmático guerrero, y hasta los personajes secundarios tienen profundidad y personalidad.
H
Heath_Jackson7 de abril de 2025
Heath_Jackson7 de abril de 2025Compared to Yoshiaki Kawajiri’s version, this film embraces a more surreal and grotesque aesthetic. While it lacks the visual grandeur of the 2001 adaptation, it excels in character development. This iteration of D feels more human rather than just an enigmatic warrior, and even the supporting characters are given depth and personality.










