Mississippi em Chamas

Mississippi em Chamas (1988)★ 7.9/10

Mississippi Burning

R · US · 128 min · 2 de dezembro de 1988

  • Crime
  • Drama
  • Mistério
  • Suspense

Direção: Alan Parker

Roteiro: Chris Gerolmo

Em 1964, no Mississippi, dois agentes do FBI, interpretados por Gene Hackman e Willem Dafoe, são enviados para investigar o desaparecimento de três ativistas dos direitos civis. À medida que se aprofundam, descobrem uma teia de racismo, violência e conluio entre a polícia local e a Ku Klux Klan, levando a uma missão perigosa e arriscada para levar os culpados à justiça.

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Prêmios · 4 prêmios, 13 indicações

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Críticas

LLee Rosal11 de outubro de 2025
A magia esta mesmo no contraste dos personagens Dafoe e Hackman aqui estão fabulosos, alias, que falta Hackman faz. No mais a história não é lá tudo isso e a falta de um protagonismo negro foi sentida. Não sei se comprei muito o drama da personagem de Frances McDormand, não por culpa dela, é claro, mas pelo seu envolvimento com um dos agentes.
VVanderlei Junior28 de outubro de 2021

Grandes diálogos e um drama bem realizado

Enquanto rolam os créditos no inicio do filme, o diretor já dá uma visão da maneira que irá abordar uma obscura parte da história norte americana e que ainda hoje permeia em nossa sociedade ao redor do mundo. E essa abordagem é sem sutilezas, vem dura, sem floreios e dá uma pancada desde o começo a quem assiste.E com a chegada dos protagonistas à cidade título do filme, as coisas não mudam de figura, na realidade só desmascara ainda mais a opressão e viril preconceito que existe em cada pessoa ali que com olhares e expressões faciais demonstram qual é o sentimento que impera em suas atitudes e em seu jeito de ser.E um diálogo quando o filme está nos seus 20 minutos das mais de duas horas de duração é simples, mas brilhante para entender como estão as coisas nos EUA na gestão Hoover. Ele começa quando o personagem de William Dafoe questiona, mais para si mesmo:- De onde ele vem, esse ódio todo?O personagem de Gene Hackman, então conta uma história sobre quando ele era criança e seu pai teve uma atitude que deixou uma lição que ficou enraizada em seu subconsciente e ele finaliza com essa frase:- Meu pai tinha tanto ódio, que não via que ser pobre era o problema verdadeiro.Simples, mas brilhante e que mostra o tamanho do que está acontecendo naquele país naqueles tempos.O roteiro é sagaz, mas é a atuação do elenco que o eleva a cada situação que vai ocorrendo no decorrer do filme. Posso comparar esse roteiro a uma batalha de rima onde cada lado está afiado mandando bem em cada punchline e quem assiste fica boquiaberto ao presenciar isso.Para finalizar o diretor demonstra que a justiça depende muito das pessoas que estão no poder e que isso influencia cada decisão que as autoridades devem tomar, mas que as pessoas ao redor tem influência nisso e devem fazer seu papel como cidadão, mesmo quando tudo não esteja a favor delas.
Recomendo!
PP3atrícia5 de janeiro de 2021

Devastou o meu coração

É incrível como, mesmo nos dias de hoje, o tema sobre preconceito ainda está mais atual do que nunca. "Mississippi em Chamas" coloca o dedo na ferida do assunto. Um filme corajoso.
AAngie_Gray5 de agosto de 2025
The director’s control over the film’s rising tension is masterful. The final half hour is executed with precision and intensity, and it’s one of the key reasons this film earns a perfect score. That last image lingers in your mind—it’s thoughtful, unsettling, and deeply affecting.
BBRANCA-CARME70731 de julho de 2025
The film’s power lies in its drama and the strength of its cast, especially Gene Hackman, who is quietly commanding as Anderson. He brings a stoic integrity to the role, and the confrontations with Klan members, often carried by a mere glance or gesture, are simply riveting.

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