Marcas da Violência

Marcas da Violência (2005)★ 7.5/10

A History of Violence

R · US · 96 min · 16 de maio de 2005

  • Ação
  • Crime
  • Drama
  • Suspense

Direção: David Cronenberg

Roteiro: John Wagner, Vince Locke, Josh Olson

Depois que o dono de uma lanchonete mata rapidamente dois assaltantes, seu ato heroico atrai uma atenção indesejada que revela seu histórico de violência cuidadosamente escondido, forçando-o a confrontar seu passado e a proteger sua família das repercussões.

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Críticas

FFábio Rockenbach11 de junho de 2026
A violência, em seus diferentes tipos, nunca escondida, sempre cobrando seu preço, mais cedo ou mais tarde. É impossível fugir dela.

Cronenberg inicia seu filme em uma sequência fabulosa, que nunca se preocupa em ser óbvia. Antes, seduz o espectador pela curiosidade e o respeita ao permitir que ele não apenas coloque as peças no seu lugar como antecipe o potencial da história que virá. Mas como estamos falando de Cronenberg, nem é o prenúncio do mal maior que virá atrás do protagonista - é uma espécie de ferramenta do destino mostrando que o universo sempre conspira a expor nossas feridas.

A construção dessa história, a partir dos elementos que irão dar o start no pesadelo do protagonista, só mostra o quanto certos diretores precisam ser mais conhecidos do grande público. Enquanto a teoria narrativa diz que toda história precisa de um personagem buscando algo e agindo para aquilo, aqui tudo se baseia, sobretudo, em um personagem antes de tudo sofrendo as consequências.

Cronenberg, falando de violência, também faz questão de expô-la ao espectador a todo momento, sem virar a câmera para o lado, abusando dos closes, mas encenando-a de maneira a fazer inveja a quase todos os grandes "diretores de ação" contemporâneos. E, se esse pequeno conto fílmico começa de uma maneira envolvente em termos técnicos, consegue terminar com um silêncio tão violento quanto as cenas do qual é composto.
Ssuperfousa2 de abril de 2025
O brilhantismo de Cronenberg está em sua recusa em fazer julgamentos morais sobre a violência ou condenar sua existência. Em vez disso, ele a apresenta como um dilema humano intrínseco. A racionalidade e os instintos primitivos coexistem, mas quando o último é acionado, a razão pode desaparecer em um instante, como se vê na transformação do protagonista.
Oo-OLAVO28 de março de 2025
David Cronenberg tece camadas de simbolismo em sua exploração das raízes psicológicas mais profundas da violência humana. Os pesadelos da filha e a anedota do funcionário da loja sobre os sonhos da namorada ecoam as teorias de Freud sobre o subconsciente. O filme sugere que a violência está à espreita na mente humana, sempre esperando para ser despertada.
SsomethingJúlio2 de abril de 2025
La genialidad de Cronenberg radica en su negativa a emitir juicios morales sobre la violencia o a condenar su existencia. En lugar de eso, la presenta como un dilema humano intrínseco. La racionalidad y los instintos primitivos coexisten, pero cuando estos últimos se activan, la razón puede desaparecer en un instante, como se ve en la transformación del protagonista.
Vv_plin28 de março de 2025
David Cronenberg entrelaza capas de simbolismo en su exploración de las raíces psicológicas más profundas de la violencia humana. Las pesadillas de la hija y la anécdota del empleado de la tienda sobre los sueños de su novia evocan las teorías de Freud sobre el subconsciente. La violencia, sugiere la película, acecha en la mente humana, siempre esperando ser despertada.
Ttheohoratio20 de março de 2025
Cronenberg’s brilliance lies in his refusal to pass moral judgment on violence or condemn its existence. Instead, he presents it as an intrinsic human dilemma. Rationality and primal instincts coexist, but when the latter is triggered, reason can vanish in an instant—as seen in the protagonist’s transformation.
SSuperDCM+18 de março de 2025
David Cronenberg weaves in layers of symbolism in his exploration of human violence’s deeper psychological roots. The daughter’s nightmares and the store clerk’s anecdote about his girlfriend’s dreams echo Freud’s theories on the subconscious. Violence, the film suggests, lurks in the human mind, always waiting to be awakened.
LLucianoAvila1 de agosto de 2024
Bueno, sí, qué sé yo... Para ver a Viggo metido en un lío de identidad y crimen, mejor ponía Todos tenemos un plan

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