
Speed Racer (2008)★ 6.6/10
- Ação
- Aventura
- Comédia
- Drama
- Família
- Ficção Científica
- Esportes
Direção: Lana Wachowski, Lilly Wachowski
Roteiro: Lilly Wachowski, Lana Wachowski, Tatsuo Yoshida
Um piloto, Speed Racer, aspira a ser campeão mundial de corridas com a ajuda de sua família e seu carro Mach 5 de alta tecnologia.
Artigos sobre isto
Ver tudo (10) ›
Meu Manifesto Cinematográfico
S

StarFlunky11 de setembro de 2026
0
Mestres do Universo e o cansaço da metalinguagem no cinema Blockbuster
G

Gabriel Lefinski24 de junho de 2026
0
Todo aniversário, o mesmo céu
L

Lucas Cine23 de julho de 2025
0
Meteoro: la película que se atrevió.
A

Axel Pepen12 de setembro de 2025
2
¿Por qué METEORO fue el primer gran fracaso de las hermanas Wachowski?
M

Martín Imer24 de agosto de 2025
3
Speed Racer: Why this controversial film has a perfect ending
L

Lautaro3077 de julho de 2025
9Elenco e equipe
Ver tudo ›
Emile HirschSpeed
Nicholas EliaYoung Speed Racer
Susan SarandonMom
Ariel WinterYoung Trixie
Scott PorterRex Racer
Giancarlo GanzianoEveryman Announcer
Peter FernandezLocal Announcer
Harvey FriedmanHarold Ledermann Announcer
Sadao UedaJapanese Announcer
Valery TscheplanowaRussian Announcer
Kick GurrySparky
Christian OliverSnake OilerVídeos
Ver tudo ›Prêmios · 0 prêmios, 3 indicações
Ver tudo ›- IndicadoTeen Choice Awards 2008Teen Choice Award · Filme: Ação e aventura
- IndicadoTeen Choice Awards 2008Teen Choice Award · Filme: Ator de ação e aventura
- IndicadoTeen Choice Awards 2008Teen Choice Award · Filme: Atriz de ação e aventura
Críticas
L
Lucas Cine26 de junho de 2026
Lucas Cine26 de junho de 2026Assisti esse filme muito novinho na escola em um a cópia gravada do cinema, e aquilo me encantou de uma maneira, que sempre vinham cenas desse filme e com o tempo acabei escutando sobre o quão esse filme era ruim e feio esteticamente (tudo ao contrario), e ontem, antes de dormir assisti essa belezinha depois de tantos anos.
Muita coisa. As irmãs Wachowski pensam o digital como parte da narrativa e extrapolam a estética em prol da aproximação de linguagem da forma de quadrinhos, de mangá. É lindo de se ver como cada composição tem um tom pomposo e que vai cada vez mais tomando forma. Cada corrida tem sua identidade, cada corrida tem uma trama fora da corrida, e no final nem é sobre a corrida.
Existem aqui uma dominação de narrativa e texto que é singular e singelo o sentimento, o quanto ele é materializado naquele família, a falta dela e os espaços vazios que ela deixa quando não em tela. E as cores brilhantes exaltando a relação deles, o coração do carro é o amor e a disponibilidade de todos para fazerem aquele motor viver.
A metalinguagem que transborda todos os momentos sublimes de diálogo fazendo daquele universo vivo, colorido, esbelto, crível e fantástico ao mesmo tempo. São frames pensados quase como um sonho, sem amarras, que te envolve do começo ao fim em enérgicos e imparáveis estímulos visuais, dialéticos que só crescem durante a trama.
Speed Racer toma um lugar depois dessa revisita de muito carinho e amor de um tipo cinema que faz falta hoje em dia, de um tipo de cineastas fazem falta e em como pensar filmes como universos vivos que transbordam personalidade com tanto para se falar desde o vilão corporativo, até o amor da família e você querer viver o sonho sem ser engolido por ele. Lindo!
Muita coisa. As irmãs Wachowski pensam o digital como parte da narrativa e extrapolam a estética em prol da aproximação de linguagem da forma de quadrinhos, de mangá. É lindo de se ver como cada composição tem um tom pomposo e que vai cada vez mais tomando forma. Cada corrida tem sua identidade, cada corrida tem uma trama fora da corrida, e no final nem é sobre a corrida.
Existem aqui uma dominação de narrativa e texto que é singular e singelo o sentimento, o quanto ele é materializado naquele família, a falta dela e os espaços vazios que ela deixa quando não em tela. E as cores brilhantes exaltando a relação deles, o coração do carro é o amor e a disponibilidade de todos para fazerem aquele motor viver.
A metalinguagem que transborda todos os momentos sublimes de diálogo fazendo daquele universo vivo, colorido, esbelto, crível e fantástico ao mesmo tempo. São frames pensados quase como um sonho, sem amarras, que te envolve do começo ao fim em enérgicos e imparáveis estímulos visuais, dialéticos que só crescem durante a trama.
Speed Racer toma um lugar depois dessa revisita de muito carinho e amor de um tipo cinema que faz falta hoje em dia, de um tipo de cineastas fazem falta e em como pensar filmes como universos vivos que transbordam personalidade com tanto para se falar desde o vilão corporativo, até o amor da família e você querer viver o sonho sem ser engolido por ele. Lindo!
L
LucianoAvila30 de novembro de 2025
LucianoAvila30 de novembro de 2025Los primeros minutos de la película son un shock por su estética tan estridente y colorida, con entornos en un añejo 3D que recuerdan a la saga Mini Espías. Pero esta estética chocante en sus escenas cotidianas, se justifica con las carreras, que son una demencia, un estallido de luces y colores (incluyendo transiciones con cabezas flotantes que barren la imagen), donde los autos hacen movimientos imposibles pero totalmente espectaculares.
Incluso el guion, con algunas cuestiones que no se terminan de articular y diálogos toscos, de alguna extraña forma refuerzan un poco la dinámica heredada del viejo anime (el nene y el mono funcionan bárbaro como alivio cómico).
Se nota que la película tiene un trabajo muy minucioso, extremada e inusualmente apoyado en la postproducción para esa época. El resultado es un asalto a los sentidos que creo se ajustaría muy bien a la reducida capacidad de atención actual, un delirio creativo que solo se le podría haber permitido a alguien después de haber hecho algo como Matrix.
Ojalá más películas se permitieran una libertad tan lúdica y desprejuiciada como la de esta adaptación.
Incluso el guion, con algunas cuestiones que no se terminan de articular y diálogos toscos, de alguna extraña forma refuerzan un poco la dinámica heredada del viejo anime (el nene y el mono funcionan bárbaro como alivio cómico).
Se nota que la película tiene un trabajo muy minucioso, extremada e inusualmente apoyado en la postproducción para esa época. El resultado es un asalto a los sentidos que creo se ajustaría muy bien a la reducida capacidad de atención actual, un delirio creativo que solo se le podría haber permitido a alguien después de haber hecho algo como Matrix.
Ojalá más películas se permitieran una libertad tan lúdica y desprejuiciada como la de esta adaptación.
T
tadeogoldstein13 de abril de 2025
tadeogoldstein13 de abril de 2025QUE PUTO PELICULON ABSOLUTAMENTE MENOSPRECIADO






















