
Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)★ 7.4/10
Dungeons & Dragons: Honor Among Thieves
- Ação
- Aventura
- Comédia
- Fantasia
Direção: John Francis Daley, Jonathan Goldstein
Roteiro: Michael Gilio, John Francis Daley, Chris McKay, Jonathan Goldstein
Um grupo de aventureiros embarca em uma jornada para recuperar uma relíquia perdida, mas sua busca épica é cheia de todos os tipos de perigos e pessoas erradas para tornar sua vida muito mais difícil.
Artigos sobre isto
Ver tudo (21) ›
2023: vitórias reais e perdas fictícias para os anticapitalistas
M

minharainha8 de dezembro de 2023
0
A maldição da comercialidade em Dungeons & Dragons
M

minharainha21 de julho de 2023
0
Dungeons & Dragons: Um mundo grande + personagens pequenos + histórias pequenas = uma adaptação de jogo de sucesso
N

Notas de Sherry6 de maio de 2023
0
🦸🏻♀️ 🦸♂️ DnD: Reservándonos para la mejor película de aventura y fantasías del 2023
I

Ic_Lucia24 de março de 2023
0
🦸🏻♀️ 🦸♂️ DnD: Reservado o lugar de melhor filme de aventura e fantasia de 2023
B

bluepapaya24 de março de 2023
0
CCXP22: Tudo sobre o painel de “Dungeons & Dragons”
M

Maratonando28 de dezembro de 2022
0Elenco e equipe
Ver tudo ›Vídeos
Ver tudo ›Prêmios · 0 prêmios, 1 indicações
Ver tudo ›- IndicadoAcademy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, USA 2024Saturn Award · Best Fantasy Film
Críticas
L
Lee Rosal14 de outubro de 2025
Lee Rosal14 de outubro de 2025Divertidíssimo, um sessão da tarde que eu adoraria ver quando criança e como adulta que sou, agradei a criança que ainda há em mim. Chocada que o Sam Weir (freaks and geeks) mandou essa e mandou muito que bem.
D
Dennis_Martin29 de outubro de 2024
Dennis_Martin29 de outubro de 2024O roteirista entende claramente como apresentar a história, pegando apenas a construção do mundo, os atributos dos personagens e os elementos clássicos do jogo de mesa, enquanto cria personagens e enredos originais. A abordagem do pacote de missões destaca as diferentes habilidades dos membros do grupo de ladrões e o aspecto do trabalho em equipe em seu combate. O humor ao estilo inglês está sempre presente e lembra a comédia absurda de Monty Python. Existe um núcleo familiar, mas ainda respeita a essência do jogo. É claro que os criadores adoram o jogo. Além de adaptá-lo, eles também estão desenvolvendo novas narrativas.
S
Seu_Poli26 de outubro de 2024
Seu_Poli26 de outubro de 2024Não seguiu o caminho de um blockbuster de fantasia. Em vez disso, dentro do vasto mundo do jogo, escolheu uma pequena parte de maneira leve e divertida. A escrita do roteiro é habilidosa, nos fazendo sentir o encanto de contar uma boa história. Os designs dos personagens e o enredo não são convencionais, e os comentários espirituosos da protagonista aumentam o humor.
B
Brendon_Parks24 de outubro de 2024
Brendon_Parks24 de outubro de 2024É um filme com lógica narrativa eficaz, ritmo razoável, humor, técnicas visuais e auditivas suaves e boas cenas de espetáculo. Isso prova que as fórmulas tradicionais do gênero ainda são relevantes. Se você for assistir sem grandes expectativas, terá pelo menos duas horas de diversão. Hoje em dia, não existem muitos sucessos de bilheteria de Hollywood que possam fazer o público rir alto, então diretores como esse precisam ser valorizados.
A
Alysha_Burns22 de outubro de 2024
Alysha_Burns22 de outubro de 2024Superou minhas expectativas! Trouxe de volta a alegria de assistir a "Piratas do Caribe" pela primeira vez! Estou de olho nesse jogo desde que era fã de "Stranger Things". Como figura influente na comunidade de jogos de mesa, o diretor pegou os elementos centrais e deu-lhes uma história completamente nova. O ritmo é excelente e é confortável e divertido de assistir. A cada mudança de cena, vários monstros interessantes sobem ao palco, um após o outro, oferecendo muitas surpresas para os fãs do original. O humor de Chris Pine adiciona charme aos personagens, e há muitas cenas que farão você sorrir. O espírito aventureiro do grupo de personagens principais transparece. Se você está cansado das sequências de Hollywood nos últimos anos, com certeza deveria assistir a esse filme; é um excelente exemplo de adaptação de um jogo para o cinema.
A
Amalia_Sheffield21 de outubro de 2024
Amalia_Sheffield21 de outubro de 2024Como jogador de RPG de mesa e fã de histórias de fantasia, inicialmente não tinha expectativas para esse filme, mas foi uma surpresa agradável assisti-lo. A equipe de produção parece ter um profundo conhecimento do mundo de "Dungeons & Dragons" e do formato dos RPGs de mesa. O filme inteiro parece uma aventura de jogo envolvente. Como espectadores, viajamos com o grupo de personagens principais, que não é o típico trio "guerreiro-mago-sacerdote", enquanto exploram as diversas raças do continente Phandalin, enfrentam inúmeros desafios, procuram item mágicos poderosos, frustram as forças das trevas que tentam governar o mundo e as testemunham superar armadilhas elaboradas, escapam por pouco da boca dos dragões e resolvem dilemas. Tudo isso enquanto salva o mundo e ganha família, amizade, amor, riqueza, honra e respeito. Resumindo, tem todos os elementos que deveria!
A
Andrea_Simmons30 de setembro de 2024
Andrea_Simmons30 de setembro de 2024Absolutamente fantástico! Superou minhas expectativas. Traz de volta a alegria de assistir a Piratas do Caribe pela primeira vez! Tenho acompanhado Dungeons & Dragons desde que me viciei em Stranger Things. Como carro-chefe do mundo dos jogos de RPG, o diretor criou uma nova história, mantendo a essência central do jogo. O ritmo é excelente, tornando toda a experiência de visualização confortável, além de aumentar o valor do entretenimento. A cada mudança de cenário, vários monstros interessantes se revezam para aparecer, proporcionando muitas surpresas para os fãs da obra original. O humor de Chris Pine dá charme à personalidade dos personagens, e a trama tem muitos momentos que nos fazem sorrir. A química dos personagens principais realça o espírito de aventura até o fim. Se você está de saco cheio do cansaço das sequências recentes de Hollywood, vale a pena assistir a esse filme, que é uma referência para filmes de adaptação de jogos.
C
Carl_Brewer30 de setembro de 2024
Carl_Brewer30 de setembro de 2024É um bom filme para passar o tempo. Ele emprega uma lógica narrativa testada e comprovada, com ritmo razoável, humor, técnicas audiovisuais suaves e espetáculo adequado, provando que as fórmulas tradicionais do cinema de gênero ainda são relevantes. Se você assistir sem grandes expectativas, terá pelo menos duas horas de entretenimento. Nos dias de hoje, não existem muitos sucessos de bilheteria de Hollywood que possam fazer o público rir alto, então diretores como John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein precisam ser valorizados.
L
lucasesetoledo16 de junho de 2026
lucasesetoledo16 de junho de 2026La verdad, me esperaba una película bastante genérica y, ojo, no deja de caer dentro de esa constelación de fantasía épica del siglo XXI: El último cazador de brujas, Seventh Son, Season of the Witch, Hansel y Gretel: Cazadores de brujas, El rey Arturo: La leyenda de la espada y tantas otras. Esa estética desaturada, donde todos usan cuero y se mezcla CGI con sets físicos.
En el caso de Dungeons & Dragons: Honor Among Thieves lo que la distingue, aparte de usar criaturas hechas con efectos prácticos por momentos, es que es jodidamente divertida desde su propia lógica narrativa.
Sí, es verdad que no tiene el guión más sofisticado del mundo, pero funciona bajo la idea de que lo que estamos viendo es una campaña de rol. Entonces los arcos se estructuran como si fueran misiones: los personajes avanzan resolviendo problemas, enfrentando desafíos, consiguiendo objetos, encadenando objetivos. Cada tramo introduce un nuevo obstáculo o un McGuffin que empuja la historia hacia adelante.
Y eso es clave, porque incluso sin ser especialmente asiduo al universo de Calabozos y Dragones (siempre digo que soy el gordo generalista del que evolucionan todos los gordos: no llegué a especializarme en ninguna rama del nerdismo, quizás apenas un “gordo cine” en formación), la película se siente accesible.
El juego ya lo vimos filtrado en la cultura pop muchas veces: Stranger Things, por ejemplo, donde en el fondo todo funciona como una gran partida de rol narrativizada. O incluso videojuegos como Baldur’s Gate (directamente salido de ese universo) o Disco Elysium, que operan con estructuras similares de construcción de mundo y decisiones encadenadas.
La película además juega con algo interesante: la idea de narradores no fiables. No tanto en el sentido clásico, sino en que el relato mismo está mediado, reinterpretado, reconstruido. Es una historia dentro de otra historia, lo cual le da un tono más flexible de lo habitual en este tipo de fantasía.
Igual no es que se libere del todo de cierta “marvelización”. Hay momentos donde el chiste interrumpe la épica o descomprime un clima que podría sostenerse un poco más, y eso le quita cierto sentido de la épica (como ese dragón obeso). Pero, a diferencia de otros casos, acá no rompe la película; más bien la vuelve más llevadera.
No soy especialmente fan del subgénero. Hay algo en el sonido de los cascos de caballo que me desconecta de entrada. Pero acá funciona, incluso con sus concesiones estéticas típicas de este tipo de pelis que ya mencioné.
Funciona porque es entretenida de verdad. Tiene un malo evidente, un malo oculto, carisma en el elenco, y una estructura que no pretende ser más de lo que es.
Hugh Grant como villano merece mención aparte: dámelo siempre. Ya lo vimos disfrutando ese registro en Heretic, y acá confirma que se divierte muchísimo siendo el que maneja los hilos.
En definitiva, no reinventa nada, pero dentro de este ecosistema de fantasía medieval contemporánea es de las pocas que se siente fresca (hasta se da el lujo de tirar un plano secuencia), y eso ya es mucho más de lo que se puede pedir.
En el caso de Dungeons & Dragons: Honor Among Thieves lo que la distingue, aparte de usar criaturas hechas con efectos prácticos por momentos, es que es jodidamente divertida desde su propia lógica narrativa.
Sí, es verdad que no tiene el guión más sofisticado del mundo, pero funciona bajo la idea de que lo que estamos viendo es una campaña de rol. Entonces los arcos se estructuran como si fueran misiones: los personajes avanzan resolviendo problemas, enfrentando desafíos, consiguiendo objetos, encadenando objetivos. Cada tramo introduce un nuevo obstáculo o un McGuffin que empuja la historia hacia adelante.
Y eso es clave, porque incluso sin ser especialmente asiduo al universo de Calabozos y Dragones (siempre digo que soy el gordo generalista del que evolucionan todos los gordos: no llegué a especializarme en ninguna rama del nerdismo, quizás apenas un “gordo cine” en formación), la película se siente accesible.
El juego ya lo vimos filtrado en la cultura pop muchas veces: Stranger Things, por ejemplo, donde en el fondo todo funciona como una gran partida de rol narrativizada. O incluso videojuegos como Baldur’s Gate (directamente salido de ese universo) o Disco Elysium, que operan con estructuras similares de construcción de mundo y decisiones encadenadas.
La película además juega con algo interesante: la idea de narradores no fiables. No tanto en el sentido clásico, sino en que el relato mismo está mediado, reinterpretado, reconstruido. Es una historia dentro de otra historia, lo cual le da un tono más flexible de lo habitual en este tipo de fantasía.
Igual no es que se libere del todo de cierta “marvelización”. Hay momentos donde el chiste interrumpe la épica o descomprime un clima que podría sostenerse un poco más, y eso le quita cierto sentido de la épica (como ese dragón obeso). Pero, a diferencia de otros casos, acá no rompe la película; más bien la vuelve más llevadera.
No soy especialmente fan del subgénero. Hay algo en el sonido de los cascos de caballo que me desconecta de entrada. Pero acá funciona, incluso con sus concesiones estéticas típicas de este tipo de pelis que ya mencioné.
Funciona porque es entretenida de verdad. Tiene un malo evidente, un malo oculto, carisma en el elenco, y una estructura que no pretende ser más de lo que es.
Hugh Grant como villano merece mención aparte: dámelo siempre. Ya lo vimos disfrutando ese registro en Heretic, y acá confirma que se divierte muchísimo siendo el que maneja los hilos.
En definitiva, no reinventa nada, pero dentro de este ecosistema de fantasía medieval contemporánea es de las pocas que se siente fresca (hasta se da el lujo de tirar un plano secuencia), y eso ya es mucho más de lo que se puede pedir.
G
Gilbert Alizio17 de novembro de 2025
Gilbert Alizio17 de novembro de 2025Es sencillo y con mucho humor y aventuras, como debería ser un juego de rol de mesa. Hay huevos de Pascua que entusiasmarán a cualquier fanático de los juegos de rol. Para aquellos que no juegan RPG, puede pasar desapercibido, pero no deja de ser divertido y provoca risas durante la película y transmite emociones comúnmente cliché en aventuras épicas, tal como debe ser una película orientada a un JUEGO, es decir, una exigencia infantil y juvenil de altísima calidad. Para aquellos que están SUPER PROFUNDO en el universo, también encontrarán "errores", errores que no hay justificación para usar en una "mesa RPG".
J
jaime_alf19 de dezembro de 2024
jaime_alf19 de dezembro de 2024Hace muchísimo tiempo que no miraba una película de este estilo: acción y aventura de alto presupuesto, junto con comedia orgánica y completamente justificable. Me encanta la originalidad de adaptarse a la perfección pero desde la perspectiva que actúan como si fueran jugadores, sin tomar tan enserio la situación y pasando el rato con amigos. Ojalá se le haga justicia a esta joyita.
L
LA FILMOTECA INDOMABLE10 de dezembro de 2024
LA FILMOTECA INDOMABLE10 de dezembro de 2024Una película de comedia y aventura que nos remite a las mas saludables sátiras espontaneas que cuestionan su propio mundo, pero sin apelar a vicio de la cultura pop. Si bien su historia es predecible, no por ello aburre, sorprendiéndote con una coherencia narrativa y una amigable historia que nos recuerda a Sherk y a la adaptación live action de One Piece.































