The Odyssey

The Odyssey (2026)★ 8.4/10

GB,US · 172 min · July 15, 2026

  • Action
  • Adventure
  • Fantasy

Directed by: Christopher Nolan

Written by: Christopher Nolan, Homer

Odysseus battles beasts and sorcery on his way home from Troy, reuniting at last with Penelope.

Articles about this

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Reviews

DdinklebergAugust 6, 2026
Third time around, this time in IMAX 70MM.

I really wasn't prepared for exactly how big this screen was, and they played a scene from Dune: Part 3 in the pre-roll (also shot on IMAX 70mm)

The siege of Troy alone in this format was worth the price ($25!), it's almost like seeing it for the first time.

Beautiful film, and it goes to show you that Nolan can make an emotionally affecting film that justifies its runtime.
SStevenCsMoviesJuly 26, 2026
Christopher Nolan is one of my favorite directors. He is the pioneer of practical effects. His insistence to film on location instead of on a sound stage in front of green screen is incomparable. After coming off of the multi-award-winning OPPENHEIMER, he has now done something even more ambitious, giving us a new take on Homer’s classic tale THE ODYSSEY. This chronicles Odysseus’ (Matt Damon) long and perilous journey home after winning the Trojan war. The storytelling is told in a non-linear, but clever way, almost as memories. It jumps between Odysseus and his wife Penelope (Anne Hathaway) and their son Telemachus (Tom Holland), who have their own perils at home. Thinking Odysseus dead, suitors have invaded their home in the hopes of marrying Penelope and becoming the King, including Antinous (Robert Pattinson). There is so much I want to say about this. Legendary composer Ludwig Göransson is going to get yet another award for this score. It’s edited by Jennifer Lame, who won an Oscar for OPPENHEIMER. Besides The Odyssey, the script mixes in parts from Homer’s other work The Iliad and The Aeneid by Virgil, all now on my ever-expanding reading list. The main theme is Zeus’ Law, which roughly translates to respect and hospitality towards foreigners or guests. This made me think that maybe Nolan is trying to say something about today’s society. Speaking of today’s society, if you don’t go online much, then you probably didn’t hear all of the outrage from a certain section of Twitter (I’m not calling it X) about how “woke” this movie is. They were mad because Helen of Troy is played by Lupita Nyong’o, a black woman. They were also mad because a soldier is played by Elliot Page, a person who transitioned. Well, the only person I hear now is Elon Musk himself saying he’s going to make another version of this movie using A.I, but it’s a little hard to hear him over the sound of BS that’s also coming out of his mouth. The only complaints one might have with this movie involve the cast and the dialogue. One might say that Nolan should cast lesser-known actors so it wouldn’t break the immersion as much. Same goes with the dialogue. People don’t speak as if they’re in that time period. I have none of these complaints. I was transported to this harsh world, fully immersed in this epic journey of choice and fate. I love how they didn’t try making Odysseus perfect. He’s human, humans make mistakes. Every aspect of this movie made me think that everybody involved had a really tough time during the process, but their hard work is now reaping the rewards. It’s the first movie filmed completely using IMAX cameras. I have no idea how Nolan keeps topping himself. The movie is monumental with sweeping emotional moments, including certain scenes I won’t forget. Its high budget of $250 million is fully on display and utilized. The sound design is thunderous. This is an epic drama, with a few chuckles, amazing action, intense horror, and a very satisfying ending. Overall, THE ODYSSEY is my favorite Nolan film, despite the consistently high bar of his portfolio. You would be doing yourself a huge disservice if you don’t see this on the loudest and biggest screen possible. If I had a TED talk about why movies are my first love, it would be 2 hours and 53 minutes, and I wouldn’t need to say a single word. This should win Best Picture, and more. Remember, if you get lost in the timeline, just look at Matt Damon’s beard.
VValentino ValdiviaJuly 25, 2026
I was stunned when I watched the movie in the cinema, why? I got a lot of reasons but the main 3 I would say they are. 1: the photography is in another level, every shot is meant to give you the chills, its like if the book was creating images. 2: the story feels loyal to the book, adding modern elements like how we speak now but without feeling to far from what Homer was trying to say to us. 3: it is a truly special movie you can feel that the director put his soul onto the project.
Nnatan viniciusOctober 11, 2026
Contains spoilers
Nota: 8.5

Christopher Nolan em sua mais nova empreitada arranja muitos problemas para seu protagonista, o primeiro herói moderno, Ulisses (Matt Damon), como: ter seus soldados transformados em porcos por uma feiticeira, ou quando ele foi mantido em “cativeiro” pela Ninfa, Calipso; sua casa invadida por pretendentes para sua esposa, Penélope (Anne Hathaway), que comem de seu pão e bebem de seu vinho, principalmente o covarde burguês interpretado por Robert Pattinson, Antinoo, que junto de seus colegas abusam da Xenia, aqui chamado de “Lei de Zeus”.

O filme começa sobretudo na telemaquia, focando na jornada de Telêmaco, no amadurecimento do herói e na busca por notícias de seu pai com os pretendentes consumindo os bens da família enquanto aguardam a decisão de Penélope, que costura um sudário para o pai de Odisseu, há também uma intervenção de Atena que incentiva Telêmaco a tomar uma atitude e partir em busca de informações sobre o paradeiro de seu pai, que viaja para Pilos e Esparta, onde é recebido por Nestor e Menelau, aprendendo sobre a honra e o destino de Odisseu. Na literatura é considerado um dos primeiros exemplos da narrativa de transição da juventude para a vida adulta e responsabilidade pública, estabelecendo o contraste entre a passividade inicial do príncipe e a assunção de seu papel de liderança em Ítaca, esse periódo leva o nome de Telêmaco, personagem de Tom Holland, que está indignado com a “libertinagem” de sua mãe; não entendendo os verdadeiros planos dela de querer Odisseu em seu lado novamente, a quem Telêmaco acredita que sua mãe não liga com a visita, os Libertinos que invadiram sua casa são todos arrogantes, o que os torna mais pequenos quando morrem para Odisseu no final.

Vários elementos desse filme cumprem uma hipotética “agenda Woke”, como a presença de atores representantes de “minorias”, o que obviamente atacou a espinah de algumas comunidades tóxicas da internet que disseminaram ódio e criticas contra o filme, pelo simples fato de ter atrizes como: Zendaya e Lupita N’yongo e e atores como Elliot Page, os mais conservadores boicotaram a obra atribuindo uma “incoerência Histórica”, o que todos nós sabemos ser uma falácia para tentar esconder o racismo e a transfobia latente dessas comunidades mais “extremistas”, mas esquecendo de que Menelau na obra original, ter cabelos ruivos avermelhados, o que Jon Bernthal não tem, mas todos atacaram a Clifmenestra e a Helena de Troia, de Lupita N’yongo, podemos usar do mesmo motivo para apontar a presença de nenhum ator grego no filme, mas usaram disso para criticar a aparência de N’yongo por ela não ser “loira dos olhos azuis”, como eles imaginam a Helena em seu imaginário, ou o caso de Sínon de Elliot Page, também criticado, mas inexistente na Odisseia, mas existente apenas no Livro II da Eneida, de Virgilio, como o espião grego que fingiu ser abandonado para convencer os troianos a aceitarem o Cavalo de Troia, usando principalmente da falácia de que o ator interpretaria o herói, Aquiles.

Nolan querendo assumir um Status de seriedade e verdadeira inteligência para com Odisseu, abandona cenas interessantes da obra original de Homero, como a parte em que Odisseu engana os ciclopes dizendo que seu nome é ninguém. O Filme é de certa forma elitista, já que a única forma de ver a versão do jeito que o autor, o diretor Nolan, planejou é assistindo em Imax 70MM, o que não existe no Brasil; ou em qualquer outro país da América Latina, existindo apenas aos países burgueses da Europa, e os capitalistas da América do Norte, sobretudo os Estados Unidos; De forma narrativa, o filme se sustenta muito bem, Nolan aborda os aspectos mais interessantes da obra original de Homero, mais remove cenas tgualmente interessantes, então o resultado é meio balanceado; Nolan usa da Mitologia Grega e seu Panteão apenas para permear o imaginário dos personagens de seu filme, transformando a presença deles em algo factual, ou falso, como os trovões podendo ser ou não de Zeus.
YYair SiesquenOctober 3, 2026
buena
EEntertainment OverviewSeptember 2, 2026
Contains spoilers
La manufactura es increíble y las actuaciones son muy poderosas.
Las secuencias más destacadas son, curiosamente, las que se inclinan más por el terror. La secuencia del cíclope no podría verse mejor, mientras que la de Circe hace muy buen uso de la cámara y CGI, acompañado de una actuación perfecta de Samantha Morton.
Otro actor que merece aplausos es John Leguizamo, quien entrega una actuación impresionante y demuestra que el medio lo ha subestimado por años.
Hay decisiones cuestionables, como reducir la presencia divina de la historia y enfocarse solo en los momentos desgarradores para hablar de la culpa y mostrar a Odiseo como un soldado con trastorno por estrés post-traumático. Esto termina afectando el tono y coloración que de la cinta, la cual tiende a ser demasiado gris en ocasiones.
Sin duda la secuencia más cuestionable es el desenlace. Pues se convierte en una película de acción que pierde toda verosimilitud, incluso para una historia como esta. Se sostiene por el peso dramático y por el score que sube la tensión hasta el límite.
No es perfecta ni la adaptación definitiva, pero es bastante recomendable.
VValentino DottaAugust 30, 2026
Contains spoilers
Nolan ha permanecido en su método que el poco uso de los inteligencia, es un aspecto a tener en cuenta haciendo la experiencia de espectador más gratificante y emocionante.
Los vestuarios elegidos fueron acertados en un positivo de la mayoría, sin embargo el mejor vestuario fue el de Agamenón.
A pesar de haber sido criticado el poco tiempo de pantalla de Zendaya yo creo que su personaje estuvo bien situado y ha aparecido en los momentos que debía estar y no hubo un momento que hubiese querido “robar pantalla” lo cual la hizo mucho más genuina y eso mismo hizo que su personaje tuviera el peso indicado sin necesidad de tener un gran guión.
Personalmente Robert Pattinson ha logrado infligir enojo dentro de mi, lo cual significa que su trabajo fue formidable y ya se puede quedar tranquilo con querer que todos olviden que estuvo en Crepúsculo porque este trabajo que realizó fue excelente y digno de una visualización de las academias. Sin embargo, el personaje de Tom Holland fue mucho más tranquilo y siento que podría haber sido abarcado de otra manera en algún momento de la trama para que adquiriera mayor carácter su personaje y no fuera tan obvio el hecho de que le haya faltado su padre en su juventud y por eso fuese tan poco determinante frente a los que querían cortejar a su madre.
MMargot JerezAugust 21, 2026
Contains spoilers
La Odisea, de Christopher Nolan, es una monumental adaptación del poema de Homero que utiliza el mito del regreso de Odiseo a Ítaca. La película no intenta trasladar literalmente el poema a la pantalla, sino reinterpretarlo desde las obsesiones que Nolan ha desarrollado a lo largo de su carrera: el tiempo, la percepción, la identidad, la pérdida y las consecuencias de las decisiones humanas.
La historia comienza después de la guerra de Troya, cuando Odiseo emprende el viaje de regreso a su hogar. La victoria, sin embargo, está lejos de representar un triunfo definitivo: el caballo de Troya y la destrucción de la ciudad funcionan como el pecado original de un viaje marcado por la violencia y la culpa. Odiseo es un estratega brillante que ha conseguido vencer gracias a su inteligencia, pero esa misma inteligencia lo condena a afrontar las consecuencias de sus actos. El viaje hacia Ítaca se convierte así en una prolongación psicológica de la guerra, donde cada monstruo, cada isla y cada encuentro parece representar una nueva prueba para un hombre que ya no sabe si está intentando regresar a casa o recuperar al hombre que era antes de abandonarla.
Una de las decisiones más arriesgadas de Nolan es reducir considerablemente la intervención directa de los dioses. En Homero, las divinidades son fuerzas activas que intervienen constantemente en el destino de los hombres; aquí, el universo resulta mucho más físico, oscuro y ambiguo. Atenea conserva una presencia fundamental, pero el resto de las fuerzas sobrenaturales parecen confundirse con la naturaleza, el azar y las consecuencias de las acciones humanas. Esta elección transforma la película en una experiencia más cercana al drama psicológico y, en determinados momentos, al cine de terror. El cíclope, las sirenas, Circe y el descenso al inframundo dejan de ser simplemente episodios fantásticos y adquieren una dimensión inquietante, casi pesadillesca.
El uso del formato IMAX adquiere una importancia especial. Nolan no utiliza la escala únicamente para hacer más espectaculares las batallas, sino para enfrentar al ser humano con la inmensidad del mundo que lo rodea. El mar, las tormentas, las montañas y las criaturas mitológicas convierten a los personajes en figuras diminutas frente a fuerzas que no pueden controlar. La espectacularidad visual, por tanto, no funciona solamente como espectáculo: expresa la fragilidad de Odiseo frente al tiempo, la naturaleza y su propio destino.
Matt Damon construye un Odiseo particularmente humano. Su personaje no parece un semidiós ni un héroe enamorado de la gloria, sino un hombre agotado por aquello que ha vivido. Esa interpretación permite que la película transforme progresivamente la figura del guerrero victorioso en la de un hombre que comprende que ganar una guerra no significa necesariamente haber ganado algo. Anne Hathaway, por su parte, convierte a Penélope en una figura fundamental. Mientras Odiseo atraviesa mares, monstruos y guerras, ella debe mantener en pie el hogar, criar a su hijo y resistir la presión de los pretendientes. Él vive una aventura épica; ella lucha contra el tiempo. Telémaco introduce una tercera perspectiva: la del hijo que intenta reconstruir la imagen de un padre al que prácticamente no conoce.
La principal diferencia respecto de Homero está precisamente en esta transformación. El Odiseo del poema es mucho más ambiguo: puede ser encantador, astuto, mentiroso, arrogante, cruel y egoísta, mientras que Nolan lo convierte en un héroe más reconocible para el espectador contemporáneo, marcado por la culpa y el trauma. La película gana accesibilidad emocional, pero pierde parte de la complejidad moral del personaje homérico.
Aun así, La Odisea puede entenderse como una culminación de las grandes obsesiones de Nolan. En Interstellar, un hombre lucha contra el tiempo para regresar a su familia; en Inception, un personaje intenta volver con sus hijos mientras la realidad se vuelve incierta; en Dunkirk, los hombres solamente quieren regresar vivos; en Oppenheimer, un hombre descubre que ya no puede volver a ser quien era después de haber cambiado el mundo. En La Odisea, todas esas ideas convergen en una única pregunta: ¿qué significa realmente volver?
La respuesta de Nolan es profundamente melancólica. Regresar no significa recuperar el pasado, porque el pasado ya no existe. Odiseo puede alcanzar Ítaca, pero debe descubrir si todavía existe un lugar para él allí y si él mismo continúa siendo el hombre que Penélope y Telémaco recuerdan. El verdadero monstruo no es necesariamente Polifemo, sino la distancia entre el hombre que partió hacia Troya y el hombre que finalmente regresa.
UUser-1504215717August 19, 2026
Muy buena
MMartin.cho.85August 9, 2026
La Odisea confirma algo que ya sabíamos: Christopher Nolan es uno de los mejores directores de nuestra época. Técnicamente es una película impresionante, con una puesta en escena monumental y un nivel de producción difícil de igualar. Pero, por primera vez con una obra suya, sentí que admiré más de lo que me emocioné. Todo funciona. Nada desentona. Y quizás ahí esté mi conflicto: la película nunca deja de ser excelente, pero tampoco sentí que me atravesara o que asumiera el riesgo que siempre asocié al cine de Nolan. Me encontré contemplándola más que viviéndola. Las actuaciones son muy buenas, aunque ninguna terminó de volarme la cabeza. Salvo Robert Pattinson, que compone un personaje tan miserable y despreciable que terminé odiándolo con ganas. Sigo pensando que Nolan es un gigante del cine. Tal vez por eso mismo le exijo más que a cualquier otro director. Porque cuando tu filmografía incluye obras que marcaron una época, ya no competís contra el resto: competís contra vos mismo.
AAsiel Rosabal RoqueAugust 9, 2026
me encanto la pelicula de las mejores de la historia nunca via nada igual a esto
JJA Flores PaduaAugust 4, 2026
La Odisea funciona como película Hollywoodense, está hecha para agradar al público de nuestros días. Creo que funcionaría mejor como serie o dividiendo la entrega por partes. Lo anterior porque eliminan algunos pasajes del poema épico que ayudan a entender mejor la trama. Quienes hicieron drama por Lupita Nyong'o como Helena desconocen que en La Odisea tiene una intervención muy incidental. Todo va bien hasta que le meten el discurso pacifista woke que desvirtúa la obra original. Zendaya está entre azul y buenas noches, ya que le dan otro sentido a Atenea. Las actuaciones cumplidoras, pero sobresalen más los secundarios: Leguizamo y Samantha Morton, su Circe le quedó de 10. La producción está impecable. El trabajo de adaptación es lo que me quedó a deber.

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