My Uncle

My Uncle (1958)★ 7.9/10

Not Rated · FR · 116 min · May 9, 1958

  • Comedy

Directed by: Jacques Tati

Written by: Jacques Lagrange, Jean L'Hôte, Jacques Tati

Monsieur Hulot, a charmingly clumsy man, struggles to adapt to his sister's suburban, ultra-modern lifestyle while valiantly clinging to the charm of his city apartment. As his family attempts to marry him off and secure a job, Monsieur Hulot's endearing quirks clash with the relentless march of modernity, resulting in a series of comical misadventures.

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Awards · 1 wins, 2 nominations

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Reviews

Mm_jacksJanuary 24, 2024
I thought the movie was pretty average, with sparse humor and a lack of depth. I almost dozed off a couple of times. Initially, I thought Tati intentionally avoided building to a climax in the storytelling, but after watching a few of his films, I think it's more about his pacing. While there aren't many standout details, the out-of-focus framing is still engaging. Every person on screen has a story to tell, and they all bring something to their performances, which is definitely another commendable aspect of this film.
RRafa Camargo RefiewsJanuary 24, 2024
Jacques Tati's mounting apprehension about technological progress and urbanization becomes increasingly apparent in his later films. I'm not categorizing him as a conservative, but rather as someone who is both gentle and radical, while possessing a more critical perspective. He observes that people have lost touch with their physical and sensory experiences living in the cold cityscape of a post-urbanized Paris, which has lost its original essence. The excessive emphasis on ritual and cleanliness, along with blind and pointless praises, all point to a bleak and empty future. Fortunately, by reintroducing the joy and sensibility of life, Tati breaks free from a singular narrative, allowing both the sounds and visuals in the film to reach their full potential.
PpixieneJanuary 24, 2024
Amidst the rhythmic, melodic sounds, it felt like I was getting into trouble endlessly together with M. Hulot. It's like a game filled with twists and turns—the whimsical fountain, the maze-like private garden, the headache-inducing plastic hose... It's like a kaleidoscope brimming with surprises and laughter, brought to life by the warm, humorous side of nature and the comical coldness of modernity, depicted in both a fairy-tale fantasy and a realistic manner.
TtinaShayJanuary 24, 2024
This is a rewatch. It juxtaposes the cool, minimalist style of the middle class versus the warm, down-to-earth nature of the working class. It explores the value placed on technology, health, and order versus the pursuit of carefree freedom and openness. It features the clumsy sleepwalker, the elegant intruder, and the self-absorbed, childlike character who always stands behind his own system and rips apart life's facade in the simplest way in an often unkind world. It showcases the broomies, the little dogs, and the fish-mouth fountains.
LLee RosalNovember 12, 2025
Até difícil de acreditar que esse filme foi feito nos anos 50, é doce e engraçadinho mas também bastante critico. Maravilhosas são as cotoveladas ironicas de teor social. A sincronia dos sons e cenas é embasbacante e os cenários naturais são tão bonitos, transmitem uma certa nostalgia, tem cara de infância realmente. Só não aumentei a nota porque acho um pouco mais longo do que deveria mas é chuchu.
LLinda754September 7, 2024
Achei o filme bem mediano, com pouco humor e falta de profundidade. Quase cochilei algumas vezes. Inicialmente, pensei que Tati estava evitando intencionalmente chegar ao clímax na narrativa, mas depois de assistir alguns de seus filmes, acho que é mais uma questão de ritmo. Embora não haja muitos detalhes a se destacas, o enquadramento fora de foco é envolvente. Cada pessoa na tela tem uma história para contar e todas trazem algo para suas atuações, o que é definitivamente outro aspecto louvável do filme.
HHedda_YodaSeptember 7, 2024
A crescente apreensão de Jacques Tati em relação ao progresso tecnológico e à urbanização torna-se cada vez mais evidente nos seus filmes seguintes. Não o estou categorizando como conservador, mas sim como alguém gentil e radical, embora possuindo uma perspectiva mais crítica. Ele observa que as pessoas perderam o contato com suas experiências físicas e sensoriais vivendo na fria paisagem urbana de uma Paris pós-urbanizada, que perdeu sua essência original. A ênfase excessiva no ritual e na limpeza, juntamente com elogios cegos e inúteis, apontam para um futuro sombrio e vazio. Felizmente, ao reintroduzir a alegria e a sensibilidade da vida, Tati se liberta de uma narrativa singular, permitindo que tanto os sons como as imagens do filme atinjam todo o seu potencial.
EEgfsfe93September 7, 2024
Em meio aos sons rítmicos e melódicos, parecia que eu estava me metendo em problemas intermináveis junto com M. Hulot. É como um jogo cheio de reviravoltas – a fonte extravagante, o jardim privado em forma de labirinto, a mangueira de plástico que causa dor de cabeça... Como um caleidoscópio repleto de surpresas e risadas, trazido à vida pelo lado caloroso e bem-humorado da natureza e a frieza cômica da modernidade, retratadas tanto na fantasia de um conto de fadas quanto de maneira realista.
HHERMÍNIO_LÚCIOSeptember 7, 2024
O filme coloca lado a lado o estilo cool e minimalista da classe média e a natureza calorosa e prática da classe trabalhadora. Explora o valor atribuído à tecnologia, à saúde e à ordem versus a busca pela liberdade e abertura. Apresenta o sonâmbulo desajeitado, o intruso elegante e o personagem infantil e egocêntrico, que sempre defende seu próprio sistema e destrói a fachada da vida da maneira mais simples em um mundo muitas vezes cruel.
MMAXIMIANO-Max8September 7, 2024
Pensé que la película fue bastante mediocre, con humor escaso y una falta de profundidad. Casi me duermo un par de veces. Inicialmente, pensé que Tati intencionalmente evitó construir un punto culminante en la narrativa, pero luego de ver un par de sus películas, creo que en realidad se trata sobre su ritmo. Aunque no hay muchos detalles destacables, el marco fuera de foco sigue siendo atractivo. Cada persona que aparece en la pantalla tiene una historia que contar y todos traen un elemento a sus interpretaciones, lo que definitivamente es otro aspecto loable de esta película.
NnegotiateemphasizesSeptember 7, 2024
El creciente temor de Jacques Tati sobre el progreso tecnológico y la urbanización se vuelve crecientemente aparente en sus últimas películas. No lo estoy etiquetando como un conservador, sino como alguien que es gentil y radical a la vez, mientras que posee una perspectiva más crítica. Él observa que las personas perdieron el contacto con sus experiencias físicas y sensoriales al vivir en la ciudad fría de París luego de la urbanización, que perdió su esencia original. El énfasis excesivo de los rituales y la limpieza, junto con los elogios ciegos y sin sentido, apuntan a un futuro deprimente y vacío. Por suerte, al reintroducir la alegría y la sensibilidad de la vida, Tati se libera de una narrativa singular, lo que les permite a los sonidos y las imágenes de la película llegar a su máximo potencial.
FFilmDiva6September 7, 2024
En medio de los sonidos rítmicos y melódicos, se sintió como si me estuviera metiendo en problemas una y otra vez junto a Hulot. Es un juego repleto de giros y vueltas (la fuente fantasiosa, el jardín privado que parece un laberinto, la manguera de plástico que da dolores de cabeza, etc.). Es como un caleidoscopio repleto de sorpresas y risas, que se trae a la vida por el lado cálido y gracioso de la naturaleza y la frialdad cómica de la modernidad, que se ven en una fantasía de cuento de hadas y de una forma realista.

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