The Umbrellas of Cherbourg

The Umbrellas of Cherbourg (1964)★ 8.1/10

Not Rated · FR,XWG · 91 min · February 3, 1964

  • Drama
  • Romance
  • Musical

Directed by: Jacques Demy

Written by: Jacques Demy

The young daughter of the owner of an umbrella shop is separated from her lover when he is sent to the Algerian War.

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Awards · 1 wins, 6 nominations

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Reviews

FFavor1988August 24, 2024
This movie is a real treat for the eyes – the colors are so vivid, and the costumes are so stylistic. The film is divided into three parts, telling a sad story. But that last scene, where the two main characters meet up again in Cherbourg at night, with the snow and the beautiful music – it feels like it will be a happy ending, but then it just cuts off and leaves you wondering. It's kinda cheesy, but still really romantic and sad.
RrealTOMHOBBAugust 24, 2024
The story might not be the most exciting thing ever, but that conversation at the end, with the snow falling down, is something you won't forget. It really gets to you. And the actors, especially the young Catherine Deneuve – are stunning; you can't take your eyes off them. Plus, the makeup, costumes, and sets are amazing – the colors still look really pretty even today.
FFilm momentJanuary 30, 2024
The vivid colors and the poignant story are like two sides of a coin. The presence of Marc Michel in "Lola" makes Jacques Demy's cinematic world even more complete.
TtoKoralíJanuary 30, 2024
It represents the pinnacle of color cinema. Demy skillfully brings the characters and their emotions to life through a unique sense of color and precise camera work. Viewing "The Umbrellas of Cherbourg" from this angle made me consider that pure musicals might essentially be the “Dogville” of its kind, with an inherent mission to challenge the boundaries between realism and expressionism from the very start.
Nnatan viniciusOctober 11, 2026
Contains spoilers
Demy, tanto nesse quanto em “Duas Gaortas Românticas” (1967), usa muito de cores vivas, Demy era o oposto da maioria dos cineastas franceses da década de 60, como Godard (que pegou um pouco dessa filmografia de Demy e a colocou em Pierrot Le Fou” (1965) ou Jean Pierre Melville que é com certeza, o exemplo perfeito de alguém que açambarcou o Chiaroscuro renascentista nos filmes noir americanos da década de 40 e os transformou em dramas policias franceses (Cinema Polar; do qual Melville era o pai e criador; com a sensibilidade francesa, priorizando o estilo sobre a substância e a construção de atmosferas densas através de encadramentos simétricos e montagem ágil) com muito suspense com teor investigativo e lento, por vezes escapista em cenas como a da fuga do Vogel do trem de Le Cercle Rouge, que mergulhava os filmes em uma banheira noturna com tons de azul-marinho definida pela sobriedade e uso do silêncio em grande parte do filme como uma linguagem narrativa, criando filmes frios, melancólicos e com finais com destino trágico, personagens com códigos e honra, que fazem lealdade com personagens que são parecidos com si mesmos, e os já mencionados finais inevitáveis que reforçam os momentos fatalistas de seus filmes. Seus personagens são normalmente anti-heróis estoicos e solitários (como os interpretados por Alain Delon, que interpretava principalmente criminosos, como o assassino de aluguel de Le Samourai; ou o ladrão profissional de O Circulo Vermelho, e Jean-Paul Belmondo; com tramas simples como uma mulher se apaixonando por um padre, ou um informante da policia), frequentemente caracterizados por gestos rituais como ajustar o chapéu Borsalino ou acender um cigarro, o principal exemplo destas caracteriscas (sobretudo estéticos) sendo a totalidade de Exército das Sombras, e a cena em cima da Joalheria na Place Vendôme, Melville usa muito de “O Segredo das Joias”, de John Huston e “Rififi”, de Jules Dassin apartir do romance de Auguste Le Breton (além de que, Melville expressava uma enorme admiração por esses dois cineastas(confesso ainda ter que ver Rififi, mas pelo que eu sei, até mesmo a joalheria da Place Vendôme, ser a mesma deste ultimo, além do roubo ser fortemente influenciado), comparando seu estilo austero e único aos grandes mestres, enquanto Dassin forneceu a referência técnica para aquele assalto perfeito de 27 minutos em O Círculo Vermelho, que é quase uma releitura de Rififi e O Segredo das Joias, principalmente pela ideia de um roubo longo e silencioso ocorrer após ser minimamente planejado, obviamente além do personagem bebâdo de Yves Montand, Jansen, que assim como o também bebâdo, Dix Handley, que no filme de Huston é um ex-pugilista que luta contra o alcoolismo e a depressão, ambos escolhem não quererem ficar com sua parte do dinheiro do roubo, aplicando a “anatomia de um crime” e a sequência de assalto silencioso popularizada por Rififi, A obra de Melville, especialmente a partir de Bob, O Jogador, absorveu a abordagem rigorosa e estilizada desses filmes, focando em anti-heróis condenados pelo destino e em longas sequências sem diálogo durante os crimes); L’armée Des Ombres assim como os outros principais filmes do Melville evita o realismo descritivo, optando por uma estética cerebral e ritualizada com violência estilizada e diálogos escassos, que revelam elementos pequenos da trama através de emoções e contradições através de olhares, em seu longa; além da natureza clássica, arquitetura deslumbrante). Mas, Demy em contrapartida utiliza da claridade diurna, filmagens em locação e aquela sensação boa de férias e verão, Demy filma todos os seus filmes como se fosse um dia de tarde de verão numa pequena vila costeira na França, como aqui ele faz com Cherbourg e em “As Duas Garotas Românticas”, usa da cidade de Rochefort, ambos colocando as cidades nontitulo, junto a um elemento valioso da trama, assim como em Rochefort; Catherine Deneuve, a musa do cinema francês e italiano, e a mulher mais bela do cinema, sendo uma verdadeira beldade; e colirio para os olhos, Demy tinha uma concepção bem completa; e arraigada seguindo desde Lola uma estrutura bem autoral em seus filmes, principalmente nos musicais, onde ele toma liberdades como: Esse filme, que é totalmente cantado, sem diálogos tradicionais, o que me fez pensar de que forma, Legrand assumiu algum papel no roteiro desse filme, isso se tinha um roteiro, Demy era casado com Varda, o que talvez tenha influenciado sua forma de dirigir, além de influenciar outros cineastas da Nouvelle Vague, como eu consigo ver ele influenciando perfeitamente as cores de Pierrot Le Fou.

Várias cenas são excelentes em quesitos técnicos e narrativos, como a cena final onde eu utilizaria um Split Diopter entre Guy e Geneviève, Demy usa no lugar a profundidade de campo para mostrar Guy de dentro da loja, e Geneviève do lado de fora na neve em seu carro.
LLee RosalOctober 11, 2025
Que filme lindo, senhor Demy, visualmente é surreal com todas suas cores e cenários, figurino, em sua beleza poética, quanto a sua trama é pra sofrer e amar junto.
AAlma Raquel Alonso LucenaMay 18, 2025
Es un musical de una sola pieza. Es un filme que habla con todos los elementos a su disposición. Totalmente emocional. El final es cuestionable.
CCachistasDecember 11, 2024
Bueno
DDan EnriqueNovember 7, 2024
No llores, mírame... Solo en el cine se muere de amor.

Por momentos no puedes contener la risa por lo exagerado o hilarante que pueden ser ciertas partes cantadas, pero la verdad estás muy atrapado por la magia del musical, las paredes tapizadas de colores vibrantes y la música que marca el ritmo como para no extrañar en ningún momento la realidad. Una película hermosa, que dentro de los límites de su propio formato, entrega un desarrollo de personajes demasiado realista dentro del performance fantástico que tiene.
¡Vivan los musicales!
JJosé@8976September 7, 2024
As cores vivas e a história comovente são como as duas faces de uma moeda. A presença de Marc Michel em “Lola” torna o mundo cinematográfico de Jacques Demy ainda mais completo.
BbesszechariahSeptember 7, 2024
Representa o auge do cinema colorido. Demy dá vida aos personagens e suas emoções por meio de um senso de cor único e um trabalho de câmera preciso. Ver "Os Guarda-Chuvas do Amor" deste ângulo me fez considerar que os musicais puros poderiam ser essencialmente a "Dogville" do seu gênero, com a missão inerente de desafiar desde o início as fronteiras entre o realismo e o expressionismo.
Jjacinto@SSeptember 7, 2024
Los colores vivos y la historia conmovedora son como dos lados de una moneda. La presencia de Marc Michel en "Lola" hace que el mundo cinematográfico de Jacques Demy sea incluso más completo.

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