Mortal Kombat II

Mortal Kombat II (2026)★ 6.6/10

R · US · 116 min · 1 de mayo de 2026

  • Acción
  • Aventura
  • Fantasía
  • Ciencia Ficción

Dirección: Simon McQuoid

Guion: Jeremy Slater, Ed Boon, John Tobias

Los guerreros más queridos, incluyendo a Johnny Cage, luchan juntos en un combate definitivo contra el malvado Shao Kahn, cuyo reino amenaza con destruir la Tierra y a quienes la protegen.

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Reseñas

SStevenCsMovies15 de julio de 2026
In 2021, an adaptation of the MORTAL KOMBAT video game franchise was released. I did not see it back then. A sequel has now been released in theaters, MORTAL KOMBAT 2. This review is brought to you by a guy who has played maybe 1 of the plethora of games out there and hadn’t seen any of the movies. Unlike the previous one, there’s an actual fighting tournament in this one. The story is split in 3 ways. The first focuses on Johnny Cage (Karl Urban), a washed-up action star who gets chosen to participate in the tournament with the world at stake. The second focuses on Kitana (Adeline Rudolph), a princess whose father is killed, the kingdom taken over by Shao Khan (Martyn Ford). The third focuses on the tournament itself, 5 fighters are chosen on each side to fight to the death. The winner takes control of “Earthrealm”. The rules of the tournament feel more like guidelines later on, but I digress. It’s as violent as needed. The set design is impeccable. Whether they’re CGI or not, they’re faithful to the video games. I really enjoyed the humour, especially from Urban and Lawson. It has poor acting and poor dialogue. You can definitely tell who’s a martial artist and who’s acting like a martial artist. The fight moves are accurate. It feels like the filmmakers listened to the fans and focused on what made the last movie good. If you’re a fan, you’re going into this movie for the fights, and most of them are great here. If you’re a newcomer to this franchise, you’re not gonna know what the hell’s going on. Overall, MORTAL KOMBAT 2 isn’t flawless, but it does its job: Bringing together a whole roster of cool-looking characters to fight each other, and not much else. MK fans rejoice!
UUser-150339643812345gabo27 de mayo de 2026
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Buena persona 7y66666666666666677767677766666666666666666666666666666666666666666hiooooolgat555555555gatt5555555555555555
LLucas Tinoco/ Crítico 7 de mayo de 2026
Mortal Kombat II é o Suco do que um Videogame é em Tela - Crítica


Nesta quinta-feira, dia 7 de março, finalmente a continuação do, nem tão aclamado, “Mortal Kombat”, será lançada. Com diversas especulações sobre, principalmente envolvendo o quesito de produção e investimento, já é possível de se dizer que o novo filme da franquia, não tão sucedida até agora, entendeu como um jogo digital funciona.

A trama segue mais uma vez a história de Raiden e seu grupo de lutadores defensores da terra, assim como a obra de origem, precisando recrutar um novo lutador, Johnny Cage. Será que ele estará preparado para combater as forças da Exoterra ou será que Cage morrerá tentando?

É importante destacar, logo de imediato, que com a direção de Simon Mcquoid temos um filme que reconhece o que é um videogame de luta, mesmo com a primeira entrada turbulenta.

"Mortal Kombat II", mesmo obtendo tal simplória sinopse, nem ao mesmo tem fluxo narrativo. Aqui há uma história de fachada, com o intuito somente de uma série de, francamente, pancadaria, eufórica e extenuante de qualquer comportamento racional, o que é muito respeitável em uma época onde tudo que sai nas grandes telonas é algo aparentemente complexo, mesmo não sendo.


O longa, através de suas quase duas horas, que mais parecem uma com uma série de batalhas extremamente bem coreografadas, diferente de seu anterior, acaba por ser uma jornada ao maior estilo “Little Trouble in Big China”, inclusive fazendo referência ao mesmo, o mais próximo do que é possível de se fazer hoje em dia.

Johnny Cage assume, a priori, a posição de personagem principal, com seus olhares, gestos e trejeitos espalhafatosos, muito bem incorporados por Karl Urban, mas logo o longa segue outras direções. Cage some, dá espaço a Liu Kang, Sonya Blade, Kano, Baraka e todo o mini cosmo feito por essa mistura maniqueísta de bem e mal feita na configuração inicial desse hall de figuras caricatas.

Diferente do que se espera do cinema atual, inclusive, tudo se mostra cafona. O figurino quase barroco, os cenários à lá anos 80, as escolhas sonoras retrô e com elementos eletrônicos e a fotografia que coroa, com suas cores vibrantes e contrastantes, essa totalidade de breguice acabam criando a atmosfera mais nostálgica digital possível, o que, em essência, se mostram os próprios jogos da numerosa franquia. Breguice, briga e sangue é o que se denomina.

Apesar de, claramente, estar associado a grande parte das forças-matriz que geraram a concepção desse universo mortal e perigoso, o novo filme da franquia se poupa um pouco da extrema sanguinolência. Tudo é muito diluído, afinal, um filme de estúdio, atualmente, não teria como replicar os mesmos níveis de brutalidade proposto por qualquer outro segmento artístico ou até mesmo dentro da própria história cinematográfica. Isso faz com que seu estilo próprio seja minimizado, mas tudo que incorpora a sua essência ainda está contido em si.

Ao final, “Mortal Kombat II”, com uma narrativa inexistente, aplica tudo possível em estética, estilo e formato. O longa entende a configuração das brigas de videogame, suas constantes repetições de golpe e sequências rápidas e faz da estética o filme por si, sem necessitar de tanta maestria em sua história, mas em como mostrar um jogo de pancadaria constante em cinemas.

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