
Climax (2018)★ 7.3/10
- Drama
- Horror
- Música
- Suspenso
Dirección: Gaspar Noé
Guion: Gaspar Noé
Un grupo de bailarines se reúne en una escuela abandonada para ensayar, pero la noche da un giro inesperado cuando se dan cuenta de que su sangría ha sido mezclada con alucinógenos. A medida que la droga se afianza en ellos, pierden la cordura, dando lugar a una serie de eventos caóticos, paranoicos y violentos.
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CarlsBLN111 de noviembre de 2025
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Alejandro T. Tolentino18 de junio de 2025
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QUÉ opino de CLÍMAX de GASPAR NOÉ
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Pri Landolfi12 de abril de 2025
Pri Landolfi12 de abril de 2025Me gusta la perspectiva y mirada con la que se cuenta la película. Las escenas de danza son excelentes
L
lucas g15 de diciembre de 2024
lucas g15 de diciembre de 2024El inicio uno puede pensar que un poco lento pero verdaderamente hace que entres en atmósfera y entrañes en la situación actual emocional de cada uno de los personajes. Los planos la música la sensación!!! Que transmiten como si estuvieras verdaderamente drogado. Sin dudas una experiencia, un climax.!!!
B
Bun5 de enero de 2022
Bun5 de enero de 2022Me quería drogar
Esta película representa al pie de la letra lo que se siente estar en ese estado de paranóia y desassosiego y energía y cansancio y todo a la vez, las actuaciones son maravillosas y las danzas espectaculares. ¡Hay que verla!
L
Lulito18 de agosto de 2021
Lulito18 de agosto de 2021Una cinta desenfrenada y seductora
Gaspar Noe es un director que siempre busca en sus cintas resaltar su estilo propio el cual no es digerible para todo el mundo, lo que le da aún más encanto a la personalidad de sus cintas. En esta historia el gran protagonista es el baile, sin duda cada coreografía resulta ser un deleite que te hace sumergirte en este escenario frenético y de horror tras el consumo de ácido inconsiente de los personajes. Mágnifica!
E
Emerson Teixeira18 de junio de 2026
Emerson Teixeira18 de junio de 2026Climax (Gaspar Noé, 2018)
Gaspar Noé traduz há mais de uma década o espírito da inovação tecnológica unido com uma perspectiva alucinógena da vida e as conexões com a movimentação de câmera. Seu olhar é tão poético quanto agressivo, transforma o caos em seda aos olhos, qualquer ideia pode ser traduzida pelas lentes e movimentações circulares de Noé – tal como a própria condição de existência, compartilhada ou não. Em Climax (2018) ele abdica do choque explícito e utiliza os artifícios técnicos e fotografia para compor a experiência mais eletrizante do ano. Uma viagem infernal, embriagada e nefasta que sintetiza não só a leviandade juvenil, como a sua total desconstrução psicológica.
Se existe um diretor que mudou a minha forma de pensar criativamente – principalmente no que diz respeito ao audiovisual – esse nome é Gaspar Noé. Sua mente opera em uma energia criativa impressionante, ele flexibiliza não só a parte visual, como o roteiro, de modo que as consequências se tornam uma experiência insana e catastrófica para quem assiste. Diferentemente de Lars Von Trier, o choque em Gaspar Noé existe (ironicamente) mais na forma que ele conduz a narrativa, do que no conteúdo geralmente tão intenso quanto.
Fotograficamente seus filmes são vislumbres urbanos-caóticos-sujos, existe poesia na violência e seus quadros trazem sangue, sexo, gozo a cada instante, ainda que nem sempre literal. É um artista selvagem que constrói e orquestra o inferno tal qual Dante o fez em seu clássico “A Divina Comédia”.
Em Climax (2018), Noé abdica do explícito para conduzir uma trama em base ao movimento corporal – que distorce a naturalidade passiva do corpo, assim como o diretor faz com a vida – e cria um ritmo alucinante em base ao álcool; toda essa experiência é conjunta, íntima, provocativa, bem como próprio cinema (deveria) ser.
Em um plongée vemos uma personagem se contorcendo de dor, manchando o branco da neve com o vermelho do seu sangue. A primeira cena é o final do arco da história, o diretor costuma dialogar muito com a passagem de tempo e descaso do contexto dos acontecimentos. Indo e vindo como se fosse natural perder-se em meio às horas, dias, meses. “O tempo destrói tudo”, já diria um de seus personagens mais famosos, o “açougueiro” vivido pelo Philippe Nahon em “Carne” (1991), Sozinho Contra Todos (1998) e Irreversível (2002).
Depois dessa introdução todos os personagens são apresentados pela televisão, rodeada de livros e filmes – entre eles a evidente inspiração na direção de arte e atmosfera “Suspiria” (1977) e Possessão (1981). O fato de conhecermos a estrutura básica de todos eles através da TV soa como uma forma de dinamizar o processo, pois como são muitos bailarinos, fica nítido que é preciso encontrar um refúgio para desmistificá-los rápido afim de concentrar todo o processo de subversão nos seus corpos e perda lenta da lógica através da droga alucinógena que experimentam forçadamente.
Se na dança principal, logo no começo, mesmo apesar das diferenças performáticas, todos encontram uma comunhão através da arte, e é impressionante como a movimentação da câmera acompanha o ritmo com uma fluidez certeira, participando da dança e elevando a experiência de quem assiste a um degrau absurdo de concentração, cada minuto que passa essas mesmas diferenças se tornam agressivas e incômodas quando os sentidos passam a ser alterados. Se nessa cena a dança é filmada em um plano sem cortes, ao longo passamos a experimentar uma bad trip compartilhada sem cortes ou rodeios, de modo que a experiência pessoal de cada um e a obscuridade psicológica sirvam como signos de estranheza ao espectador que contempla visualmente o alucinógeno, mas se distancia dele enquanto experiência, desse modo é impressionante como tecnicamente o filme cria uma conexão entre todas viagens e desconexões, de modo a envolver-nos em uma experiência infernal.
Se o estilo da dança krump é agressiva, visualmente e fisicamente, quando a droga acessa as personas tudo se torna corrompido, os movimentos passam a simbolizar a psique, beirado uma viagem astral sem tempo (olha ele novamente) para acabar, onde a adrenalina enxerga a alma e os corpos rastejantes se tornam exatamente aquilo que foram projetados, a sexualidade bestial os possui e a transe impera. Ao passo que a identidade se perde, ressaltando a ironia no fato de que os jovens em sua pluralidade, seja de movimentos, racial, interesses etc, represente a diversidade da juventude francesa.
Climax (2018) é uma fuga ao inconsciente, um pesadelo estético – as cores vermelhas ilustram a proximidade de conceitos tão diferentes como amor, perigo e sexo – e filosófico, onde a realidade é distorcida para se atingir o ápice do alucinógeno. O horror aqui é psicológico e ressaltado através da sincronicidade entre movimento corporal, estética, trilha sonora eletrônica e filmagem dinâmica, que faz experimentações além da obviedade ao registrar esse grande declínio em conjunto através de planos holandeses, movimentos de c
Gaspar Noé traduz há mais de uma década o espírito da inovação tecnológica unido com uma perspectiva alucinógena da vida e as conexões com a movimentação de câmera. Seu olhar é tão poético quanto agressivo, transforma o caos em seda aos olhos, qualquer ideia pode ser traduzida pelas lentes e movimentações circulares de Noé – tal como a própria condição de existência, compartilhada ou não. Em Climax (2018) ele abdica do choque explícito e utiliza os artifícios técnicos e fotografia para compor a experiência mais eletrizante do ano. Uma viagem infernal, embriagada e nefasta que sintetiza não só a leviandade juvenil, como a sua total desconstrução psicológica.
Se existe um diretor que mudou a minha forma de pensar criativamente – principalmente no que diz respeito ao audiovisual – esse nome é Gaspar Noé. Sua mente opera em uma energia criativa impressionante, ele flexibiliza não só a parte visual, como o roteiro, de modo que as consequências se tornam uma experiência insana e catastrófica para quem assiste. Diferentemente de Lars Von Trier, o choque em Gaspar Noé existe (ironicamente) mais na forma que ele conduz a narrativa, do que no conteúdo geralmente tão intenso quanto.
Fotograficamente seus filmes são vislumbres urbanos-caóticos-sujos, existe poesia na violência e seus quadros trazem sangue, sexo, gozo a cada instante, ainda que nem sempre literal. É um artista selvagem que constrói e orquestra o inferno tal qual Dante o fez em seu clássico “A Divina Comédia”.
Em Climax (2018), Noé abdica do explícito para conduzir uma trama em base ao movimento corporal – que distorce a naturalidade passiva do corpo, assim como o diretor faz com a vida – e cria um ritmo alucinante em base ao álcool; toda essa experiência é conjunta, íntima, provocativa, bem como próprio cinema (deveria) ser.
Em um plongée vemos uma personagem se contorcendo de dor, manchando o branco da neve com o vermelho do seu sangue. A primeira cena é o final do arco da história, o diretor costuma dialogar muito com a passagem de tempo e descaso do contexto dos acontecimentos. Indo e vindo como se fosse natural perder-se em meio às horas, dias, meses. “O tempo destrói tudo”, já diria um de seus personagens mais famosos, o “açougueiro” vivido pelo Philippe Nahon em “Carne” (1991), Sozinho Contra Todos (1998) e Irreversível (2002).
Depois dessa introdução todos os personagens são apresentados pela televisão, rodeada de livros e filmes – entre eles a evidente inspiração na direção de arte e atmosfera “Suspiria” (1977) e Possessão (1981). O fato de conhecermos a estrutura básica de todos eles através da TV soa como uma forma de dinamizar o processo, pois como são muitos bailarinos, fica nítido que é preciso encontrar um refúgio para desmistificá-los rápido afim de concentrar todo o processo de subversão nos seus corpos e perda lenta da lógica através da droga alucinógena que experimentam forçadamente.
Se na dança principal, logo no começo, mesmo apesar das diferenças performáticas, todos encontram uma comunhão através da arte, e é impressionante como a movimentação da câmera acompanha o ritmo com uma fluidez certeira, participando da dança e elevando a experiência de quem assiste a um degrau absurdo de concentração, cada minuto que passa essas mesmas diferenças se tornam agressivas e incômodas quando os sentidos passam a ser alterados. Se nessa cena a dança é filmada em um plano sem cortes, ao longo passamos a experimentar uma bad trip compartilhada sem cortes ou rodeios, de modo que a experiência pessoal de cada um e a obscuridade psicológica sirvam como signos de estranheza ao espectador que contempla visualmente o alucinógeno, mas se distancia dele enquanto experiência, desse modo é impressionante como tecnicamente o filme cria uma conexão entre todas viagens e desconexões, de modo a envolver-nos em uma experiência infernal.
Se o estilo da dança krump é agressiva, visualmente e fisicamente, quando a droga acessa as personas tudo se torna corrompido, os movimentos passam a simbolizar a psique, beirado uma viagem astral sem tempo (olha ele novamente) para acabar, onde a adrenalina enxerga a alma e os corpos rastejantes se tornam exatamente aquilo que foram projetados, a sexualidade bestial os possui e a transe impera. Ao passo que a identidade se perde, ressaltando a ironia no fato de que os jovens em sua pluralidade, seja de movimentos, racial, interesses etc, represente a diversidade da juventude francesa.
Climax (2018) é uma fuga ao inconsciente, um pesadelo estético – as cores vermelhas ilustram a proximidade de conceitos tão diferentes como amor, perigo e sexo – e filosófico, onde a realidade é distorcida para se atingir o ápice do alucinógeno. O horror aqui é psicológico e ressaltado através da sincronicidade entre movimento corporal, estética, trilha sonora eletrônica e filmagem dinâmica, que faz experimentações além da obviedade ao registrar esse grande declínio em conjunto através de planos holandeses, movimentos de c
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Plantão Cinéfilo15 de diciembre de 2021
Plantão Cinéfilo15 de diciembre de 2021I don't know what to say, actually
Please. Stop. Now. I can't tell you how many times I had this exact thought during the many long takes Noé puts us through, which I appreciate extensively (pun absolutely intended) on a cinematic level when they were cinematographically beautiful enough to appreciate and not just felt like they were thrown around, but as a viewer, I just wanted it to stop. Thing is, I couldn't. Nobody got up to turn off the TV, I tell you, we watched the whole thing, there's obviously (lots of) something about it. I'd never do it again, though.
L
Lautaro L24 de noviembre de 2021
Lautaro L24 de noviembre de 2021A visual experience
A bad trip for the protagonists and a chaotic trip for the audience. Climax goes from being aesthetically beautiful to terrifyingly desperate, there comes a point that you want the visual martyrdom to stop, just as its protagonists wish, but Gaspar Noé is not condescending and in each sequence he shakes your head increasingly harder. The choreographies and performances, together with the stimulating music and lighting design, contribute towards the spectator's state of fascination and confusion.



























