
Sonata Otoñal (1978)★ 8.4/10
Autumn Sonata
- Drama
- Música
Dirección: Ingmar Bergman
Guion: Ingmar Bergman
Tras siete años sin verse, una madre pianista y su hija se reencuentran en una conversación marcada por el duelo y la melancolía.
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- NominadoGolden Globes, USA 1979Golden Globe · Mejor actriz – Drama
- NominadoAcademy Awards, USA 1979Oscar · Mejor actriz
- NominadoAcademy Awards, USA 1979Oscar · Mejor guion original
Reseñas
G
Gordon_Sosa9 de septiembre de 2024
Gordon_Sosa9 de septiembre de 2024La cinematografía en esta película es increíble; los colores y la iluminación son impresionantes. La escena del chelo es como una obra de arte hecha realidad. Toda la película parece una obra psicológica ambientada en una locación, con un montón de diálogo que realmente pone a prueba las habilidades de los actores, pero las actrices que interpretaron a la mamá y a la hija hicieron un trabajo increíble. Tienen estos momentos intensos donde expresan sus emociones y comparten sus pensamientos. Es como si se interrogaran mutuamente y se autoexaminaran a la vez. Por desgracia, a pesar de que se esfuerzan por hacer lo correcto, parece que no termina bien.
A
Annmarie_Santiago9 de septiembre de 2024
Annmarie_Santiago9 de septiembre de 2024Soy fan de las películas de Ingmar Bergman, quizás porque amo la forma en la que plasma cómo hasta las familias que se aman profundamente también pueden causarse mucho dolor. En esta película, las luchas y los errores de una madre tienen un gran peso en la hija. Así es cómo funciona ese tipo de amor familiar. Y, a veces, estar en casa puede parecer el lugar más solitario porque pasamos tanto tiempo juntos que perdemos de vista quiénes somos realmente el uno con el otro.
F
Fábio Rockenbach11 de junio de 2026
Fábio Rockenbach11 de junio de 2026Bergman alterna os grandes closes no rosto de suas grandes atrizes com as lembranças sempre marcadas pelos planos abertos distantes de outros rostos, das pessoas ao longe, como se tais lembranças fossem distantes, desumanizadas. Por mais que esse longo e revelador diálogo entre mãe e filha, pontuado por flashbacks, seja inesquecível, há um momento mais sutil, na primeira parte, que me marca entre todos os filmes de Bergman: mãe e filha em frente ao piano.
Da câmera que se foca no rosto de Ingrid Bergman, enquanto ouve a filha, e registra o desapontamento inegável ("Gostou mãe?" "Gostei de você") à câmera que depois foca o rosto de Liv Ullman, enquanto a mãe toca a mesma melodia, o olhar perdido olhando para a mãe num tipo diferente de desapontamento. Algo como "meu Deus, você ainda é assim, como sempre foi? Depois de tudo não conseguiu mudar?"). A dor da decepção da mãe, a revelação desapontada da filha. São somente olhares, porque não há comunicação mais direta entre elas. Bergman dedica uma câmera solitária focando Ingrid, mas faz Ullman dividir o enquadramento com a mãe, em primeiro plano. Não é por acaso.
É um grande filme, que conquista a atenção do público gradualmente através dessas duas atrizes memoráveis. É um filme marcado pelo constante enquadramento com rostos de mãe e filha juntos, e também não por acaso, em muitos momentos tendo uma nos olhando de frente, e outra de perfil - algo que não é novo na filmografia de Bergman, mas aqui se compõe de um significado particular a partir da incongruência de toda a vida entre mãe e filha, nunca partilhando do mesmo olhar.
Quando Eva fala sobre a ausência de limites para o que sentimos ou pensamos, quando adentra em um território menos materialista, o zoom de Bergman retira sua mãe do quadro.
Ela só reaparece quando Eva muda de assunto.
Enquanto uma perdeu sua vida buscando a atenção de outra pessoa, a outra dedicou sua vida a pensar apenas em si e, ironicamente, sempre conseguiu traduzir sentimentos pelas teclas de um piano, mas jamais pelo toque ou pela atenção de um olhar ou de um carinho.
Para certos ressentimentos, sempre é tarde demais...
Da câmera que se foca no rosto de Ingrid Bergman, enquanto ouve a filha, e registra o desapontamento inegável ("Gostou mãe?" "Gostei de você") à câmera que depois foca o rosto de Liv Ullman, enquanto a mãe toca a mesma melodia, o olhar perdido olhando para a mãe num tipo diferente de desapontamento. Algo como "meu Deus, você ainda é assim, como sempre foi? Depois de tudo não conseguiu mudar?"). A dor da decepção da mãe, a revelação desapontada da filha. São somente olhares, porque não há comunicação mais direta entre elas. Bergman dedica uma câmera solitária focando Ingrid, mas faz Ullman dividir o enquadramento com a mãe, em primeiro plano. Não é por acaso.
É um grande filme, que conquista a atenção do público gradualmente através dessas duas atrizes memoráveis. É um filme marcado pelo constante enquadramento com rostos de mãe e filha juntos, e também não por acaso, em muitos momentos tendo uma nos olhando de frente, e outra de perfil - algo que não é novo na filmografia de Bergman, mas aqui se compõe de um significado particular a partir da incongruência de toda a vida entre mãe e filha, nunca partilhando do mesmo olhar.
Quando Eva fala sobre a ausência de limites para o que sentimos ou pensamos, quando adentra em um território menos materialista, o zoom de Bergman retira sua mãe do quadro.
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Enquanto uma perdeu sua vida buscando a atenção de outra pessoa, a outra dedicou sua vida a pensar apenas em si e, ironicamente, sempre conseguiu traduzir sentimentos pelas teclas de um piano, mas jamais pelo toque ou pela atenção de um olhar ou de um carinho.
Para certos ressentimentos, sempre é tarde demais...
B
Buck_Mcgrath9 de septiembre de 2024
Buck_Mcgrath9 de septiembre de 2024A cinematografia desse filme é incrível; as cores e a iluminação são impressionantes. A cena do violoncelo é como uma obra de arte que ganha vida. O filme inteiro parece uma peça psicológica ambientada em um local, com uma tonelada de diálogos que realmente testa as habilidades dos atores, mas as atrizes que interpretam a mãe e a filha fazem um trabalho sensacional. Elas têm esses momentos intensos em que expressam suas emoções e compartilham seus pensamentos. É como se estivessem interrogando uma à outra e se examinando ao mesmo tempo. Infelizmente, apesar dos esforços para consertar as coisas, parece que não vai acabar bem.
S
Spencer_Ratliff9 de septiembre de 2024
Spencer_Ratliff9 de septiembre de 2024Sou fã dos filmes de Ingmar Bergman, talvez porque eu ame a maneira como ele captura a forma que até mesmo famílias que se amam profundamente também podem causar muita dor aos seus integrantes. Nesse filme, as lutas e erros da mãe pesam muito sobre a filha. É assim que esse tipo de amor familiar acontece. Às vezes, estar em casa pode parecer o lugar mais solitário porque passamos tanto tempo juntos que perdemos de vista quem realmente somos um com o outro.
C
Cheyenne_James2 de septiembre de 2024
Cheyenne_James2 de septiembre de 2024The cinematography in this movie is incredible; the colors and lighting are stunning. The cello scene is like a work of art come to life. The whole film feels like a psychological play set in one location, with a ton of dialogue that really tests the actors' skills, but the actresses playing the mom and daughter do an amazing job. They have these intense moments where they express their emotions and share their thoughts. It's like they're interrogating each other and examining themselves at the same time. Unfortunately, despite their efforts to make things right, it just feels like it won't end well.
B
Bill_Ware2 de septiembre de 2024
Bill_Ware2 de septiembre de 2024I'm a fan of Ingmar Bergman's movies, maybe because I love the way he captures how even families who love each other deeply can also cause each other a lot of pain. In this film, the mother's struggles and mistakes weigh heavily on the daughter. That's just how that kind of family love plays out. And sometimes, being home can feel like the loneliest place because we spend so much time together that we lose sight of who we really are with each other.






























