
Obsesión (1976)★ 7.5/10
Obsession
- Drama
- Misterio
- Suspenso
Dirección: Brian De Palma
Guion: Brian De Palma, Paul Schrader
Tras perder a su esposa e hija, Michael Courtland conoce en Italia a Sandra Portinari, idéntica a su esposa fallecida, lo que despierta un conflicto marcado por la obsesión.
Reparto y equipo
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Cliff RobertsonMichael Courtland
Geneviève BujoldElizabeth Courtland
John LithgowRobert La Salle
Sylvia Kuumba WilliamsJudy
Wanda BlackmanAmy Courtland
J. Patrick McNamaraThird Kidnapper
Stanley J. ReyesInsp. Brie
Nick KriegerFarber
Stocker FontelieuDr. Ellman
Don HoodFerguson
Andrea EsterhazyD'Annunzio
Thomas CarrPaper BoyVideos
Ver todo ›Premios · 0 premios, 2 nominaciones
Ver todo ›- NominadoAcademy Awards, USA 1977Oscar · Mejor banda sonora original
- NominadoAcademy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, USA 1977Golden Scroll · Best Horror Film
Reseñas
N
natan vinicius11 de octubre de 2026
natan vinicius11 de octubre de 2026Contiene spoilers
Brian De Palma, em um de seus primeiros longas chuta completamente o balde e praticamente se torna completamente em Alfred Hitchcock, para fazer sua obra mais interessante e importante; já que foi ela que o permitiu fazer anos depois ainda mais obras inspiradas de forma irremediável por Hitchcock, usando dos aspectos mais arraigados das obras da filmografia de Hitchcock, como a música tema e a trilha sonora original criada por Bernard Herrmann, que colaborou com Hitchcock em “Um Corpo que Cai” (1958) e “Psicose” (1960); a trama da mulher dupla que morre e retorna ele pega de Um Corpo que Cai e reutilizaria em toda sua carreira em filmes como “Dublê de Corpo” e “Femme Fatale”; existem homenagens e inspirações aos clássicos do cinema, indo desde o cinema japonês dos anos 60 até o cinema “comercial” americanos dos anos 50 e 60, como “Céu e Inferno” (1963), de Akira Kurosawa, principalmente na primeira metade, nas cenas do sequestro “fora do cativeiro”, e nas cenas da polícia, e Hitchcock, de forma menor, com o nome de um dos personagens, o Inspetor Brie”, assim como o inspetor Oxford, de “Disque M para Matar”, a depressão no protagonista, Courtland, é latente (que segundo o Michaelis significa: O que não se vê ou que está oculto; encoberto; ou o que não foi expresso claramente, mas que se pode inferir; subentendido) e bastante óbvia nos 16 anos que se seguem do sequestro de sua esposa e de sua filha, em 1959, visitando constantemente lugares como o cemitério e a capela; enquanto fica pensando porquê ele não deu os 500.000 dólares para os sequestradores; se culpando sempre e jurando nunca mais cometer esse mesmo erro (FUTURAMENTE).
A Fotografia, do húngaro-americano, Vilmos Zsigmond, faz um ótimo trabalho em fotografias principalmente envolvendo os personagens, como quando o personagem de Cliff Robertson, o primeiro Tio Ben do cinema, lá do primeiro Homem Aranha (2002), do Sam Raimi, monta a maioria dessas cenas como quando ele visita o túmulo de sua esposa e filha; e quando ele está junto do personagem de John Lithgow, estão entre a sacada e a escada, estão olhando o horizonte a partir da vista da capela de Florença.
A trama completa é macabra e fenomenal, o Segundo Ato, começa quando Courtland se encontra com Sandra Portinari, com uma clara referência à relação futura (e incestuosa) entre os dois, já que ela pergunta ao personagem de Robertson se ele preferia manter o esboço original (a esposa de Courtland) de uma pintura que ela está restaurando, ou se ele preferia manter a obra por cima como ela já estava destruindo tudo o que estava por cima (Sandra).
A Fotografia, do húngaro-americano, Vilmos Zsigmond, faz um ótimo trabalho em fotografias principalmente envolvendo os personagens, como quando o personagem de Cliff Robertson, o primeiro Tio Ben do cinema, lá do primeiro Homem Aranha (2002), do Sam Raimi, monta a maioria dessas cenas como quando ele visita o túmulo de sua esposa e filha; e quando ele está junto do personagem de John Lithgow, estão entre a sacada e a escada, estão olhando o horizonte a partir da vista da capela de Florença.
A trama completa é macabra e fenomenal, o Segundo Ato, começa quando Courtland se encontra com Sandra Portinari, com uma clara referência à relação futura (e incestuosa) entre os dois, já que ela pergunta ao personagem de Robertson se ele preferia manter o esboço original (a esposa de Courtland) de uma pintura que ela está restaurando, ou se ele preferia manter a obra por cima como ela já estava destruindo tudo o que estava por cima (Sandra).



