El Cuervo

El Cuervo (1994)★ 7.2/10

The Crow

R · US · 102 min · 10 de mayo de 1994

  • Acción
  • Crimen
  • Drama
  • Fantasía
  • Horror
  • Suspenso

Dirección: Alex Proyas

Guion: James O'Barr, David J. Schow, John Shirley

Tras ser brutalmente asesinado, un hombre vuelve a la vida para vengar su muerte y la de su prometida.

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Reseñas

BBrando_Hall27 de agosto de 2025
En comparación con el cómic original, la adaptación cinematográfica realmente no da en el clavo. Eric debía ser un antihéroe atormentado por la culpa y el odio a sí mismo, pero el director lo convierte en un héroe. El tono del cómic era mucho más oscuro, con mucha más violencia y sangre, dándole un aire de culto. El cuervo debía hablar, y la secuencia de sueños al final era esencial, pero la omitieron por completo. Además, el director añadió personajes innecesarios, como el mago.
CChelsey_Scott27 de agosto de 2025
La película empieza fuerte con una gran ambientación nocturna, y los flashbacks construyen muy bien la tensión. Pero a medida que avanza, la segunda mitad se siente más como una serie de "escenas de asesinatos" desconectadas, lo que hizo que la historia perdiera fluidez. ¡Un poco decepcionante!
UUser-13627230155 de abril de 2025
Un historia diferente, una historia de amor y venganza...
UUeeUme18 de octubre de 2024
A pesar de su simplicidad narrativa, esta película de 1994 captura con éxito una estética de rock gótico que resuena en el público. La combinación de imágenes oscuras y melancólicas con una banda sonora de rock pesado define su estilo único, incluso si la trama carece de profundidad.
SSandyindahouse18 de octubre de 2024
Comparada con el cómic original, esta adaptación se queda corta. Se supone que el personaje del Cuervo es un antihéroe que se odia a sí mismo, pero la película lo convierte en un héroe. El tono brutal y cultista de la historia original se pierde, y la decisión de omitir secuencias de sueños clave en favor de agregar personajes innecesarios como el chamán me parece totalmente equivocada.
CChester_Porter9 de octubre de 2024
Inicialmente, quería puntuarla con un 2, pero al final concluí que no es tan mala. Sigue bien la trama del original de 1989, pero con algunos cambios. La mediocridad de la película se debe a las limitaciones del género de la venganza, que ha sido exagerado. Aunque esta versión intenta explorar temas más profundos, no lo consigue del todo.
AAngelina_Gonzalez9 de octubre de 2024
Los protagonistas son agradables a la vista, pero el uso excesivo de flashbacks da a la película un aire de película simple. Sin embargo, las escenas de asesinatos parecen demasiado realistas si la tratamos como una mera película de “descanso”.
OOrlando Molinares4 de octubre de 2024
Un clásico de los 90 inolvidable y irrepetible sin mucha expectativa claro la muerte de Brandon lee la catapultó por siempre al nivel de el caballero oscuro de heath ledger es una película de culto
CCesar V30 de septiembre de 2024
Magnifica película ya de culto, muy bien adaptada al cómic del gran James O’ barr, un más que exquisito soundtrack que va perfectamente acorde a la pelicula, también trae detrás la muerte de Brandon Lee en la filmación de esta película, la cual durante muchos años se ha especulado sobre por qué pasó, y por obvias razones existen muchas teorías conspirativas al respecto.Ees un infaltable en ninguna colección de los amantes del cine de este género
KKlopper RPH1 de noviembre de 2025
Contiene spoilers
Infelizmente o (merecido) status de clássico cult e a infeliz tragédia que cercam O Corvo meio que eclipsam a verdadeira grandeza do filme de Alex Proyas: tanto como um belo debut na direção; como o encapsulamento de todos fetiches estéticos de uma era, entregues sob uma penumbra de criatividade fantástica; ou por seu incrível controle distinto de estilo e linguagem de gênero que ele oferece de sobras sob uma aura de desolação existencial evocativa que formam aquele raro tipo de definição “à frente de seu tempo” para o panteão de adaptação de quadrinhos.

Precedendo a era dos filmes quadrinhos casca-grossa com classificação R, estabelecida por títulos como Blade no final dos anos 90 e depois impulsionada por Sin City em meados dos anos 2000 e suas ruas sombrias banhadas pelo espírito Neo-Noir. Enquanto que Proyas parece ser uma das únicas almas criativas que já havia entendido perfeitamente o que Tim Burton fizera com seu Batman em 89, assumindo o look e tom sombrios de seu material de origem e injetando-os no design artístico, tom e palheta visual. Honrando o traço original do autor de O Corvo, James O’Barr, mesmo que agora à cores, mas filmado sob iluminação “chiaro-escuro” (claro e sombrio), ao mesmo tempo em que ecoa trabalhos semelhantes de Frank Miller ou Alex Maleev, desenhados com aquela tristeza matizada e raiva abstrata impressa em cada traço à mão.

Sendo recheado da melancolia existencial emo das páginas de O’Barr trazida à vida com uma sensibilidade emocional séria, digna de um romance de monstro gótico, inserida em uma realidade opressiva e assombrada de um mundo condenado, com essa versão videoclip de Detroit se tornando sua própria proto-Gotham City com becos sombrios, ruas molhadas, céus vermelhos e arquitetura industrial esfumaçada, banhada em sombras e uma paisagem urbana decadente. Parecendo a versão absolutamente moderna de um conto de fadas expressionista alemão digno do primeiro Batman de Burton, mas elevado a uma capa álbum de rock en roll de metal, misturado com um conto sombrio de Edgar Allan Poe incorporado à personalidade carnavalesca dos quadrinhos.

Firmando uma tradução “da página para a tela” quase perfeita e que alcança resultados muito melhores do que tentativas posteriores que até hoje se tornam vítimas de ritmos lapidados e desconjuntados vindo de produtores executivos e suas decisões “criativas” icócuas, ou apenas tentativas criativas superestilizadas e vazias. Capturando lindamente a consistência visual Neo-Noir de uma longa noite de pavor onde monstros perambulam, e onde até o ritmo flui como o virar das páginas de quadrinho, ritmado com precisão cronometrada que captura a linguagem sequencial e a câmera se porta como se fosse cada tira quadrinhesca atravessando cada beco escuro, apartamento sujo e calçada encharcada sempre que a narrativa salta de um personagem para outro e habitamos cada centímetro de tempo e espaço desse universo de maneira sempre vívida e contínua.

Que pode até ficar um pouco vago quando a narrativa não vai muito além de sua rica superfície texturizada mas que atua sob uma estrutura de clichês bem previsíveis de busca por vingança, mas com alguns momentos inesperadamente doces e de troca terna entre os adoráveis ​​​​personagens secundários de Albrecht (Ernie Hudson) e Sarah (Rochelle Davis) que novamente reafirmam a aura de luto e melancolia sincera que ronda a própria obra. Fazendo o que acaba impresso na tela forte o suficiente para gerar uma impressão duradoura, presente solamente na performance de Brandon Lee.

Sua atuação como Eric Draven é nível Heath Ledger como Coringa, devorando absolutamente cada uma de suas falas e tempo de tela com exuberante confiança e entusiasmo que irradia a frieza magnética e imponente de seu personagem. É exatamente como testemunhar uma persona de história em quadrinhos ganhando vida, transmitindo a vingança luxuriosa e espectral ambulante, a sede sádica de sangue, mas também a inocência torturada de um coração puro e bom escondido por trás de tudo. Ele é o vigilante anti-herói que você teme, mas seu lado emo sadicamente deseja ser. Mas também a figura trágica que você absolutamente se vê envolvido, que auxiliada pelas trágicas circunstâncias da vida real, a melancolia que cerca cada uma de suas cenas se torna palpável à um nível espiritual.

Inegavelmente a alma do filme, mas cada um dos rostos memoráveis ​​​​e personalidades que o cercam também brilham aqui. Michael Wincott não errava nenhuma interpretando vilões nos anos 90 e seu Top Dollar é provavelmente o mais divertido e diabolicamente malicioso do ator, acompanhado pelo próprio Candyman, Tony Todd, como seu assistente / capanga – e Todd ainda o vende de forma tão dominadora e fodão.

E sim por mais que o destaque do filme seja realmente na atmosfera penetrante linguagem visual quadrinhesca trazida à vida graças a icônica atuação central, mas também não faz nada feio quando vamos para usuais sequências de tiroteio e ação onde o imortal arauto da morte se s
CCharles_Lee27 de agosto de 2025
O filme começa bem, com uma ótima atmosfera noturna, e os flashbacks estabelecem o suspense muito bem. Mas, à medida que avança, a segunda metade parece mais uma série de “cenas de morte” desconectadas, o que fez com que a história perdesse a fluidez. Um pouco decepcionante!
TTopiesed27 de agosto de 2025
Em comparação com a história em quadrinhos original, a adaptação cinematográfica realmente errou. Eric deveria ser um anti-herói que se odeia e se culpa, mas o diretor o transforma em um herói. O tom da história em quadrinhos era muito mais sombrio, com muito derramamento de sangue e violência, o que lhe dava um ar de filme cult. O corvo deveria falar, e a sequência de sonhos no final era essencial, mas foi totalmente deixada de lado. E o diretor inseriu o mago e outros personagens, o que é realmente redundante.

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