Contra viento y marea

Contra viento y marea (1996)★ 8.0/10

Breaking the Waves

R · DK,SE,FR,NL,NO,IS,GB,FI,IT,BE,DE,CH,US · 153 min · 13 de mayo de 1996

  • Drama

Dirección: Lars von Trier

Guion: Lars von Trier, Peter Asmussen, David Pirie

En una comunidad religiosa en Escocia, Bess ama a Jan, un trabajador danés. Tras su accidente, su intimidad termina y Bess cree que Dios guía sus deseos para ayudar a Jan a sanar.

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Premios · 1 premios, 6 nominaciones

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Reseñas

BBrendan_Lyons28 de abril de 2025
La religión es un tema recurrente en el trabajo de Trier, más prominentemente en Anticristo, pero su presencia ya se siente mucho más en Contra viento y marea. La protagonista, Bess, alaba devotamente a Dios, rezando sin parar. Sin embargo, la iglesia de la película es rígida y no perdona, y el destino mismo parece cruelmente indiferente. Sin embargo, al final, von Trier revela su perspectiva: Dios reconoce la bondad de Bess, y la película cierra con el sonido de campanas angelicales. Se vuelve claro que von Trier no rechaza la fe en sí, sino que su foco está en las complejidades morales de la naturaleza humana.
AAngelita_Hutchinson24 de abril de 2025
La película se desarrolla con una estructura en capítulos, con un segmento inicial y final en los siete capítulos principales, cada uno introducido por una toma de un paisaje estático con una canción de rock. Este enfoque narrativo, que luego se utilizó en Nymphomaniac y La casa de Jack, les dan una cualidad literaria a las películas de Lars von Trier mientras hace que sus narrativas frecuentemente agotadoras sean más amenas.
LLee Rosal11 de octubre de 2025
Assim como a maioria das pessoas e por motivos óbvios não tenho grande empatia pela pessoa do Lars Von Trier, portanto, é inegável que alguns de seus filmes são sim obras de arte. Me interessei por Breaking the Waves por dois motivos: elenco e essa variação de capa muito sinistra da noiva sobre a rocha, essa imagem me instiga há tempos, então resolvi conferir sem qualquer ideia ou compromisso emocional com o filme. E caramba! Se Emily Watson sempre teve minha admiração, aqui ela alcançou o topo, seus enormes olhos de boneca nesse rostinho redondo quase infantil entregaram a melhor personagem feminina que vi nos últimos tempos, ela está arrebatadora, sequer tenho palavras. Breaking the Waves é Bess McNeil, o longa é ela por inteiro, é Watson em sua melhor forma. O misto de emoções que senti diante desse longa é realmente difícil de descrever, há tempos não me sentia tão esmagada por uma história tão triste, bonita, feia, crua, intensa, tudo ao mesmo tempo. E meus amigos, que trilha sonora doida, deliciosamente doida, tudo o que eu poderia imaginar para um filme assim é alguma música clássica, algo mais rebuscado, mas não, fomos ao popular e a escolha foi genial, desde a transição de capítulos, o som tocando, sem pressa. Eu vou parar por aqui pois sou capaz de escrever um blog. Te odeio Lars.
Bbbbdecimal27 de abril de 2025
A religião é um tema recorrente nas obras de von Trier, com maior destaque em Anticristo, mas a sua presença já é profundamente sentida em Ondas do Destino. A protagonista, Bess, adora a Deus com devoção, orando incessantemente, mas a igreja do filme é rígida e implacável, e o próprio destino parece cruelmente indiferente. No final, porém, von Trier revela a sua perspectiva — Deus reconhece a bondade de Bess e o filme termina com o som dos sinos celestiais. Fica claro que von Trier não está rejeitando a fé em si; em vez disso, seu foco está nas complexidades morais da natureza humana.
AAmos_Collier24 de abril de 2025
O filme se desenrola em uma estrutura de capítulos — um segmento de abertura e encerramento encerrando sete capítulos principais, cada um introduzido por uma paisagem estática combinada com uma música de rock. Essa abordagem de contar histórias, mais tarde usada em Ninfomaníaca e A Casa que Jack Construiu, confere uma qualidade literária aos filmes de Lars von Trier, ao mesmo tempo que torna suas narrativas cansativas mais digeríveis.
Xxxxxziff14 de abril de 2025
Religion is a recurring theme in von Trier’s work, most prominently in Antichrist, but its presence is already deeply felt in Breaking the Waves. The protagonist, Bess, devoutly worships God, praying incessantly, yet the church in the film is rigid and unforgiving, and fate itself seems cruelly indifferent. In the end, however, von Trier reveals his perspective—God acknowledges Bess’ goodness, and the film closes with the sound of heavenly bells. It becomes clear that von Trier is not rejecting faith itself; rather, his focus is on the moral complexities of human nature.
BBret_Evans11 de abril de 2025
The film unfolds in a chaptered structure—an opening and closing segment bookending seven main chapters, each introduced by a static landscape shot paired with a rock song. This storytelling approach, later used in Nymphomaniac and The House That Jack Built, lends a literary quality to Lars von Trier’s films while making their often grueling narratives more digestible.
Cchimera_s5 de enero de 2021

Sombrio, tocante e longe de ser um filme simples

O filme conta a história turbulenta de um casal de namorados, explorando vários momentos das vidas dos dois, trazendo eventos positivos e negativos. "Ondas do Destino’" dirigido pelo polêmico Lars von Trier, trabalha com uma trama cruel em suas resoluções, esboçando ainda a figura da fé que domina determinado ponto da jornada do casal, explicitando o conceito do sacrifício em um dos indivíduos.

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