But I'm a Cheerleader

But I'm a Cheerleader (1999)★ 7.4/10

R · US · 85 min · 12 de septiembre de 1999

  • Comedia
  • Drama
  • Romance

Dirección: Jamie Babbit

Guion: Brian Peterson, Jamie Babbit

Una adolescente ingenua es enviada a un campo de rehabilitación cuando sus padres y amigos, que se encuentran en una posición estricta, sospechan que es lesbiana.

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Reseñas

TTWILIGHT199922 de abril de 2025
La escritura satírica, la extraña cinematografía y la música surrealista hacen de ella una absoluta delicia. La transformación de Megan de la desconfianza en sí misma a la confianza en sí misma, y su acto final de reclamar su identidad a través de las animadoras, es particularmente poderosa. Convierte un símbolo que suele ser tomado como un emblema de autonomía y autorrealización.
UUboatsag9618 de abril de 2025
Al igual que Heathers, esta película utiliza el color como una poderosa metáfora: bajo sus vibrantes tonos se esconde un entorno represivo y homófobo. Cada línea humorística lleva subyacente una crítica a las rígidas opiniones de la sociedad sobre la identidad de género. Incluso obligar a los alumnos a decir repetidamente “soy homosexual” como si fuera una admisión de culpa es una forma de erosionar la confianza en sí mismos. Esta película se adelantó a su tiempo.
LLee Rosal3 de julio de 2025
Esse filme sempre me chamou a atenção, tanto pelo visual quanto por se encontrar nas maioria das listas que esbarro por aí, e não deu outra, gostei demais. É um combo muito bom, inteligentíssimo sem perder ironia e sarcasmo e a roupagem lúdica, foi corajoso na época e segue corajoso hoje. Natasha Lyonne é um ícone inquestionável, e ver RuPaul e Julie Delpy foi sensacional.
WWen.dell22 de abril de 2025
A escrita satírica, a fotografia bizarra e a trilha sonora surreal fazem deste filme um deleite absoluto. A transformação de Megan da dúvida para confiança, e seu ato final de recuperar sua identidade por meio da apresentação, é particularmente poderoso. Ela transforma um símbolo tradicionalmente objetificado em um emblema de autonomia e autorrealização.
OOlivesuki7718 de abril de 2025
Assim como Heathers, este filme usa a cor como uma metáfora poderosa — por trás de seus tons vibrantes existe um ambiente repressivo e homofóbico. Cada fala humorística contém uma crítica subjacente às visões rígidas da sociedade sobre a identidade de gênero. Até mesmo forçar os alunos a dizerem repetidamente “sou homossexual”, como se isso fosse uma admissão de culpa, é uma forma de minar a autoconfiança. Este filme estava à frente de seu tempo.
LLet's Talk About...10 de abril de 2025
The satirical writing, bizarre cinematography, and surreal music make this an absolute delight. Megan’s transformation from self-doubt to confidence, and her final act of reclaiming her identity through cheerleading, is particularly powerful. She turns a traditionally objectified symbol into an emblem of autonomy and self-actualization.
Wwickeremerged7 de abril de 2025
Much like "Heathers," this film uses color as a powerful metaphor—beneath its vibrant hues lies a repressive, homophobic environment. Every humorous line carries an underlying critique of society’s rigid views on gender identity. Even forcing students to repeatedly say “I’m a homosexual” as if it were an admission of guilt is a way of eroding self-confidence. This film was ahead of its time.
FFilmDiva65 de enero de 2021

Divertido

Megan é uma linda garota americana que não tem o seu comportamento muito aceito pelos pais. Eles acham estranho o fato dela abraçar e beijar demais as amigas e querer distância do namorado. Assim decidem mandá-la para um acampamento de homo-reabilitação.

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