La llamada

La llamada (2002)★ 7.5/10

The Ring

PG-13 · US · 115 min · 2 de octubre de 2002

  • Horror
  • Misterio

Dirección: Gore Verbinski

Guion: Ehren Kruger, Kôji Suzuki, Hiroshi Takahashi

Un periodista debe investigar una cinta de video misteriosa que parece causar la muerte de cualquiera entre una semana y el día después de que la vean.

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Reseñas

AAura Cósmica6 de octubre de 2025
Después de varios añosvuelvo a ver esta obra maestra y aún sigue siendo efectiva, como el día 1.

Perfecta, un icono indiscutible.
LLujan Marianela14 de julio de 2025
Película que me dio miedo siempre, hasta el día de hoy me dejó marcada
JJUNIOR WILFREDO PAREDES SANCHEZ29 de diciembre de 2024
Tras visionar una cinta de vídeo con perturbadoras imágenes recibes una llamada que anuncia tu muerte. Siete días después, la profecía se cumple. Y donde cada vez que ven de la niña saliendo del pozo para luego sale desde la pantalla del televisor a las personas que ven la cinta etc...
@@Sehablacinefilo20 de julio de 2024
Me dio mucho miedo, buena peli.
Mmartin ingrassia26 de mayo de 2024
Una de las películas mas épicas y que me hizo cagar de las patas cuando fui al campo y vi un pozo como el de samara.
LLucas Cine26 de junio de 2026
Antes de morrer você verá o chamado
Em suma, O Chamado foi uma das minhas primeiras experiências com histórias contadas que tomaram forma no meu imaginário; minha tia assistiu no cinema (que inveja) e eu sempre querendo saber dos filmes e já muito aficionado sobre o assunto , perguntei como era o filme e ela claro, contou de cabo e rabo, o que também se tornou por muito tempo a maneira de eu dar a sinopse do filme e levou um tempinho para que eu conseguisse definir os filmes para quem os deseja assistir. A história do filme e todos os detalhes que minha tia falava eram muito grandiosos na minha cabeça e isso perdurou até o momento em que assisti pela primeira vez, o que também revela a origem do meu amor por creepypastas e história de horror no geral.

Um filme formal que trabalha com todos os signos visuais de um melodrama com flertes de terror; o filtro esverdeado evocando uma melancolia atônita que parece nunca ter fim, a chuva como prenúncio do mal e os sete dias restantes da sua vida na terra e a sobreposição do digital na vida ordinária na qual todos são possíveis vítimas. Muito de Kiyoshi Kurosawa e seus dois filmes Cure e Pulse que contém na sua narrativa comentários da virada do milênio temos aqui no remake estadunidense de O Chamado. O niilismo em prol da pós-verdade e suas vítimas mergulhadas no campo escuro dos infinitos “achismos”.

Depois de Vertigo realmente tudo se torna Vertigo e a caçada das vidas terrenas pelas histórias post mortem que tanto carregam nossa humanidade desde seu início, dando sentido em muitas coisas e como Gore Verbinski utiliza de uma personagem jornalista para investigar todos os desdobramentos da garota Samara e os acontecimentos turvos da ilha onde ela morava com seus pais adotivos. Tudo parece estar no seu lugar e as respostas vem de forma orgânica, mas sempre mudando a rota -literal e geográfica- da jornada daqueles personagens. Comunicação, a busca pela verdade e o medo do fim da vida.

Em um dos planos do filme a personagem de Naomi Watts (amaldiçoada com os 7 dias) está olhando a janela de seu apartamento e observa a janela de outros indivíduos, assistindo a tv, pondo suas crianças para assistirem, e ainda somos agraciados com um homem de perna engessada em uma cadeira de rodas de costa.

Dois filmes muito especiais de diretores especiais com quase a mesma narrativa são Déjà Vu do Tony Scott e O Chamado, ambos com filtros verdes e provenientes de suas épocas, mas potencializadores máximos de seus respectivos gêneros.

Curiosidade interessante (a quem interesse): baixei um release Bluray Remux com a sobriedade do filtro desolador, mas as TVs (sem soundbar nem home theater) não conseguem fazer a leitura desses canais de áudio DTS. Apesar de ter o DVD, queria assistir essa masterização do Bluray e o que mais chegou perto foi na Netflix, que chegou recentemente, mas é muito triste como a plataforma tira toda a identidade do filme e deixa ele meio lavado demais tirando um dos maiores aspectos cênicos do filme.
KKeoni Meaux28 de noviembre de 2025
Fuck this movie.
CColin_Bowen31 de julio de 2025
Though a remake, the film builds its own chilling atmosphere. The story is sharply focused on the girl’s revenge, and the final twist feels distinctly American in tone. The performances are solid across the board, grounding the supernatural in something hauntingly human.
CCecilia_Pena31 de julio de 2025
Among Hollywood remakes of Asian horror movies, this is a rare success. While the Japanese original nearly put me to sleep aside from the iconic crawl out of the TV, the American version offers far more genuine scares and inventive moments. Naomi Watts is stunning and compelling, and the use of sound effects in transitions amplifies the dread.
CCapybara0075 de enero de 2021

Sempre assustador

Essa adaptação fez muito sucesso nos Estados Unidos. Lançado em 2003, o filme marcou época e abriu ainda mais as portas para a reprodução de histórias orientais no cinema norte-americano.
OOmphali5 de enero de 2021

Perturbador, inquietante e assustador.

O filme é um remake do longa japonês "Ringu", que por sua vez é baseado no romance de Koji Suzuki. A versão americana foi dirigida por Gore Verbinski e o roteiro foi assinado por Ehren Kruger. Na trama, uma jornalista investiga a morte de sua sobrinha. A repórter descobre que as mortes estão relacionadas a um vídeo sinistro e o espírito de uma garota misteriosa.

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